segunda-feira, 6 de julho de 2026

6 de julho - Dia de Santa Maria Goretti

Santa Maria Goretti
1890-1902
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SANTA MARIA GORETTI - PROTETORA DAS VÍTIMAS DE ESTUPRO , DA CASTIDADE - 06 DE JULHO


Santa Maria Goretti-Virgem e mártir

Nascimento 16 de Outubro de 1890 em Corinaldo

Falecimento 6 de Julho de 1902 (11 anos) em Nettuno

Canonização 24 de junho de 1950, Vaticano por: Papa Pio XII

Festa litúrgica 6 de Julho
Maria Goretti (Corinaldo, 16 de Outubro de 1890 — Nettuno, 6 de Julho de 1902) foi uma jovem católica italiana, declarada santa, com festa comemorada no mesmo dia de sua morte.

É uma das mais jovens santas reconhecidas pela Igreja Católica.

Morreu como consequencia dos ferimentos infligidos durante uma tentativa de estupro, ao escolher o martírio.


Índice

1 Biografia

2 Prisão e arrependimento de Serenelli

3 Beatificação e canonização

4 Representações e homenagens

Pintura baseada na descrição feita pela mãe de Maria Goretti

Biografia

Seu nome de batismo era Maria Resa Goretti, nasceu em 16 de Outubro de 1890, em Corinaldo, Província de Ancona, Itália, filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini.

Era a terceira de seis filhos. Suas irmãs chamavam-se Teresa e Ersilia; seus irmãos eram Angelo, Sandrino e Mariano.

Devido à pobreza da família, provavelmente era analfabeta.

Quando tinha seis anos, sua família tornou-se tão pobre que foram forçados a deixar sua fazenda e trabalhar para outros fazendeiros.

O pai de Maria, Luigi contraiu malária e morreu quando ela tinha apenas nove anos. Enquanto seus irmãos, mãe e irmãs mais velhas trabalhavam nos campos, Maria cozinhava, limpava a casa e cuidava de sua irmã menor.

Maria Goretti numa foto ampliada

Era uma vida dificil, mas a família estava sempre próxima, compartilhando um profundo amor por Deus e sua fé.

Após algum tempo, em 1899, se mudaram para Le Ferriere, próximo a atual Latina e Nettuno, em Lazio, onde viviam em prédio conhecido como "La Cascina Antica", compartilhada com a família Serenelli, incluindo seu filho Alessandro.

Casa onde morou Maria Goretti 

Em 5 de Julho de 1902, Alessandro Serenelli, um jovem de 20 anos, encontrou a menina de 11 anos costurando, sozinha em casa.

Ele entrou e a ameaçou de morte se ela não fizesse o que ele mandava.

A intenção do rapaz era estuprá-la, porém, ela não se submeteu, ajoelhou-se, protestando que seria um pecado mortal e avisando Alessandro que poderia ir para o Inferno.

Ela desesperadamente lutou para evitar o estupro, gritava "Não! É um pecado! Deus não precisa disto!".

Alessandro primeiro tentou controlá-la, mas como ela insistia que preferia morrer, ele a apunhalou 11 vezes.

Ferida, Maria tentou alcançar a porta, mas ele a agarrou e deu mais três punhaladas, antes de fugir.

 
Local em que foi esfaqueada e deixada ensanguentada. 

A irmã menor de Maria acordou com o barulho e começou a chorar.

Quando o pai de Alessandro e a sua mãe chegaram, encontraram Maria sangrando.

Levaram-na para o hospital em Netuno. Ela foi operada, sem anestesia, mas os ferimentos estavam além da capacidade dos médicos.

Durante a cirurgia, Maria recobrou os sentidos e insistiu que preferia ficar acordada.

O farmacêutico do hospital respondeu: "Maria, quando estiveres no céu, pense em mim"

Ela olhou para o homem e disse: "Mas quem sabe qual de nós chegará primeiro ao céu?"

Ele respondeu "Você, Maria".

- "Então ficarei feliz em pensar em você".
ou que gostaria de encontrá-lo no Céu.

Morreu vinte horas após o ataque enquanto olhava uma bela pintura da Virgem Maria.

Local onde ficava a cama em que morreu

O esqueleto coberto da nova santa, Maria Goretti, encontra-se em uma igreja em Nettuno, Itália, próximo à sua casa, a cabeça é uma reprodução em cera.


Inspirada em suas mestras Santa Cecília e Santa Inês, aceitou o martírio piedosamente.

Escrito em 2002, baseado em entrevistas de Alessandro Serenelli e da irmã Ersilia, feitas em 1952, o jornalista Noel Cruz adiciona novos detalhes: Em 5 de Julho de 1902, às 15:00 horas, Serenelli que insistentemente pedia favores sexuais à menina, aproximou-se.

Ela estava cuidando de sua irmã menor, na casa da família. Ele a ameaçou com uma adaga de quase 30 centímetros. Quando Maria recusou, como sempre fazia, ele a apunhalou 14 vezes.

Os ferimentos atingiram a garganta, coração, pulmões e diafragma. Os cirurgiões no hospital ficaram surpresos que ela ainda estivesse viva.

Na presença do chefe de polícia, Maria disse a sua mãe que Alessandro já havia tentado estuprá-la duas vezes. Como ele a ameaçava de morte, ela não contou para ninguém.

Prisão e arrependimento de Serenelli

(AO LADO)Alessandro , o assassino, já idoso. 

Alessandro Serenelli foi capturado logo após a morte de Maria. Inicialmente, seria condenado à prisão perpétua, mas como era menor, a sentença foi comutada para 30 anos na prisão.

Ele manteve-se isolado do mundo por três anos, sem demonstrar arrependimento.

Até o bispo local, Monsenhor Giovanni Blandini visitá-lo na cadeia.

(ABAIXO)Alessandro e Assunta, mãe de Maria Goretti.
Serenelli escreveu uma nota de agradecimento ao bispo, pedindo que o incluísse em suas orações e contando sobre um sonho que tivera, onde a santa lhe alcançava flores, que se queimavam imediatamente em suas mãos.

Após sair da prisão, visitou a mãe de Maria, Assunta, e implorou seu perdão.

Ela respondeu que se a filha lhe havia perdoado em seu leito de morte, ela não poderia fazer diferente.

No seguinte, ambos foram juntos a Santa Missa, recebendo a Eucaristia lado a lado.

Ele foi aceito na Ordem Menor dos Frades Capuchinhos, vivendo em um monastério e trabalhando como recepcionista e jardineiro até morrer tranquilamente em 1970.

Referia-se a Maria como "sua pequena santa" e esteve presente na sua canonização.

Beatificação e canonização


Em 27 de Abril de 1947, o Papa Pio XII celebrou a cerimonia de beatificação na Basílica de São Pedro.

Ao final da celebração, o Papa caminhou até Assunta, a mãe de Maria.

"Quando eu vi o Papa vindo na minha direção, eu rezei, Nossa Senhora, por favor me ajude. Ele colocou sua mão na minha cabeça e disse, abençoada mãe, feliz mãe, mãe de uma abençoada por Deus. "

Ambos tinham lágrimas nos olhos.

Três anos após, em 24 de Junho de 1950, o Papa Pio XII canonizou Goretti como santa, a "Santa Agnes do século XX".

Assunta estava presente na cerimonia, junto com os quatro irmãos e irmãs ainda vivos.

Segundo algumas fontes, ela foi a primeira mãe a estar presente na canonização de seu filho. Mas, talvez, seja a segunda, pois a mãe de São Luiz Gonzaga talvez tenha estado presente na sua canonização.

Alessandro Serenelli também estava presente na celebração.

A celebração foi realizada na Praça São Pedro, em frente à Basílica.


Uma multidão de 500.000 pessoas assistiu à celebração, na sua maioria jovens, vindos de vários países do mundo.

O Papa perguntou a eles: "Jovens, prazer ao olhos de Jesus, vocês estão determiandos a resistir a todos os ataques à castidade com a ajuda da graça de Deus?"

A resposta foi um grande "sim".

Os três irmãos contaram que Santa maria Goretti interveio miraculosamente nas suas vidas.

Angelo ouviu sua voz orientando-o a emigrar para a América.

Sandrino recebeu uma quantia de dinheiro para pagar sua viagem aos EUA, de maneira inesperada. Faleceu em 1917, ao lado do irmão Angelo.

Este, por sua vez, faleceu em 1964, quando retornou para a Itália.

O terceiro irmão, Mariano, enquanto lutava na I Grande Guerra, recebeu ordens de abandonar a trincheira e atacar. Neste momento, teve uma visão de Santa Maria Goretti dizendo-lhe para desobedecer e permanecer na trincheira. De todo batalhão, ele foi o único a salvar-se.

Seu corpo é mantido em uma cripta na Basilica de Santa Maria delle Grazie e Santa Maria Goretti, em Nettuno, ao sul de Roma.

Representações e homenagens


A Festa de Santa Goretti é celebrada em 6 de Julho.

Maria é a santa da castidade, vítimas de estupro, juventude, pobreza, pureza e perdão.

É representada como uma menina da cabelo ondulados, em roupas simples, carregando lírios, tradicional sinal de pureza na iconografia católica. Também pode estar trajando vestes brancas.

Há várias igrejas, capelas e paróquias dedicadas à santa. Sua devoção se espalhou quase que instantaneamente após a canonização.

Na América, a primeira igreja dedicada a ela é a Capela de Santa Maria Goretti, em Currais Novos (Rio Grande do Norte, Brasil), fundada em 1952.

Como outras Capelas pelo Brasil, também foi fundada em setembro de 1992 em São José do Rio Preto SP, a Capela Santa Maria Goretti, hoje sobre a orientação espiritual do Padre Leonildo I. Pierim.



Capela no quarto do hospital em que morreu


Corpo de Maria Goretti



Local do martírio

Cena do filme Santa Maria Goretti




Corpo de Maria Goretti



Capela onde foi martirizada


Local em que foi esfaqueada


Interior da casa de Maria


Hospital onde morreu

Escada onde estava sentada alguns minutos antes de ser esfaqueada


Sala do Hospital, transformada em capela , onde morreu



Oração a Santa Maria Goretti

Ó Deus, que pela inocência e fortaleza de Maria Goretti transformastes o coração do assassino Alexandre, fazei que Santa Maria Goretti atinja os corações de todos aqueles que são tentados pela paixão desordenada da impureza; e pela intercessão da Santa tenham a força e a graça de vencer a tentação impura.
Ó Deus, fazei também que todas as jovens se inspirem no exemplo de pureza e de fortaleza de Santa Maria Goretti.
Isto vos pedimos por Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Amém. 





06 de Julho - Bem-Aventurada Maria Teresa Ledochowska



Beata Maria Teresa Ledòchowska, Fundadora - Festejada 6 de julho

Fundadora das Missionárias de São Pedro Claver em 1894. Percorreu a Europa inteira e foi capaz de comprometer e sensibilizar para nesta obra a ricos e pobres, livre pen­sadores e fieis, autorida­des religiosas e civis. Sua palavra e sua pena não se detiveram nem diante dos fracassos nem dos triunfos.

A Beata aos 16 anos

Nasceu no dia 29 de abril de 1863 em Loosdorf, Áustria, filha primogênita do Conde polonês Anto­nio Ledóchowski e da Condessa suíça Josefina Salis-Zizers. Teve uma educação muito esmerada e aristocrática. Seu am­biente familiar foi piedoso. A irmã mais nova, Julia, conhecida com o nome de Úrsula († 1939) anos mais tarde, em 1921, fundou as Ursulinas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante, e depois foi canonizada pela Igreja. Outro seu irmão, o Padre Vladimir († 1942) foi o vigésimo sexto Geral da Companhia de Jesus.
Maria Teresa se tornou uma requintada fidalga, muito culta e fluente em vários idiomas. Em 1882 se transladou com seus pais para Lipnica, próximo de Cracóvia (Polônia) onde continuou a cultivar as belas artes e a letras, tendo estudado com as Damas Inglesas.
Inscreveu-se na Congregação Mariana e por um certo tempo ajudou o pai doente na administração do patrimônio. Seu pai faleceu em 1885 vitimado pela varíola, que também a acometeu, causando-lhe muito sofrimento. Deus permitia tais sofrimentos para que ela pudesse refletir sobre a vida frívola que levava e a vaidade das coisas. Segundo a irmã, Júlia, naquele tempo se consagrou a Deus com o voto de virgindade.


Aos vinte e dois anos, em 1885, para não ser um peso para a família, que enfrentava dificuldades econômicas, com o consentimento do tio, o Cardeal Miecislao Ledóchowski († 1902), obteve ser nomeada dama de honra da Grã-duquesa da Toscana, Alicia de Bourbon e Parma, que tinha residência na corte austríaca, no palácio imperial de Salzburg. A grã-duquesa não dispensava sua presença alegre e brilhante, e a estimava muito.

Todo o tempo que permaneceu na corte, embora tendo que tomar parte em festas, bailes e caçadas, manteve um comportamento sério, freqüentava a missa diariamente e comungava com freqüência. Sob a orientação do Padre Ralf, o.f.m., confessor da grã-duquesa e seu, se inscreveu na Ordem Terceira Franciscana e, dentro do espírito da Ordem, cultivou uma devoção especial pela Paixão do Senhor e lia livros devotos.
Certa ocasião foi apresentada às Irmãs Missionárias Franciscanas de Maria, que tinham encontro com a grã-duquesa. Logo em seguida recebeu um impresso de uma conferência do Cardeal Lavigèrie, narrando seu árduo trabalho para libertar os escravos da África e pedindo missionárias para ajudá-lo na evangelização. Penalizada com a situação dos escravos, Maria Teresa sentiu o chamado de Deus e abraçou aquela causa.
Em 1888 conheceu o Cardeal Lavigèrie, Arcebispo de Argel, que fundara, em 1868, a Sociedade dos Padres Brancos, para a evangelização da África e, em 1890, aSociedade anti-escravagista. Desde então se dedicou à luta contra a escravidão na África.
Em 1889, influenciada por Lavigèrie, fundou a revista "O Eco da África" e organizou uma imprensa para editar publi­cações religiosas missionárias.
Em 1891 abandonou a corte, apesar da desaprovação de quase todos os amigos, e ingressou para a vida religiosa, sob a direção espiritual dos Jesuítas. Depois a ela se juntaram Melania von Ernest e outras religiosas corajosas.
Durante alguns anos sofreu dificuldades econômicas, mas as suportou pacientemente por amor de Deus. Para viver se servia de uma exígua prebenda concedida pela imperatriz em 1890. Seu finíssimo enxoval doou-o para as missões; suas roupas de seda foram transformadas em paramentos sagrados; colocou no dedo um simples anel de ferro.

Em 29 de abril de 1894, Leão XIII a recebeu em audiên­cia e abençoou sua idéia de fundar um Institu­to missionário para lutar contra a escra­vidão na África. Entregou-se totalmente a esta obra. Assim, fundou o Instituto das Irmãs Missionárias de São Pedro Claver, ou melhor, das Irmãs Claverianas, para dar apoio e orientação às missões africanas. Concebeu um núcleo de Irmãs consagradas, outro de membros externos com promessa de serviço às missões de África e outro de zeladores dispostos a colaborar em tudo que a obra das missionárias precisasse.
Seu Instituto foi aprovado em 8 de abril de 1897 pelo bispo de Salzburg, o Cardeal João Haller.
Recrutou adeptas em Viena, Estalingrado e em diversos lugares. Realizou viagens promovendo a obra: Viena, Paris, Cracóvia, Breslava, Praga, Ins­bruck, Bolzano, Trieste... Sua mensagem entusiasmada cativava as pessoas que a escutavam.
Ela estava tão convencida de cumprir a vontade de Deus, que um dia confidenciou a Mons. Ugo Mioni († 1935), seu colaborador por trinta anos em Trieste: “Se a Igreja julgasse oportuno dissolver o meu Instituto, eu me resignaria no mesmo instante, mas suplicaria ao Santo Padre que me permitisse começar de novo”.
Em 1899, a Beata obteve o decreto da Sagrada Congregação de Propaganda da Fé; em 10 de junho de 1904, obteve de São Pio X que Nossa Senhora do Bom Conselho e São Pedro Claver, apóstolo dos negros, fossem proclamados patronos do Instituto. No dia 7 de março de 1910, obteve a aprovação definitiva do Instituto e das constituições elaboradas por ela com a ajuda de um jesuíta da Sagrada Congregação dos Religiosos.
Em 1901 adoeceu e teve que se transladar para Roma, na casa adquirida como sede central do Instituto. Sua vida ficou centralizada em dirigir as obras missionárias que iam surgindo.
Maria Teresa, sempre brilhante e ativa, sabia que precisava divulgar muito mais aquela obra. Rezou muito e, inspirada pela Mãe de Deus, fundou em 1908 uma tipografia e passou a publicar dois boletins missionários mensais: o "Eco da África", direcionado para os adultos, e o "Juventude Africana", especial para os jovens, ambos editados em nove idiomas europeus. Ela mesma escrevia os artigos e apelos para difundir a idéia missionária. Logo passou a participar conferências em diversas línguas e paises. Foram centenas e centenas até sua morte.
Em 1909 iniciou o Almanaque missionário, que pratica­mente circulava por toda a Europa. O Instituto se tornava cada vez mais inter­na­cional e a Fundadora animava as diver­sas ativida­des para promo­ver o amor às missões e para recolher do­nativos.
Sua incansável dedicação frutificou e pode enviar aos missionários da África milhões em dinheiro, numerosos objetos sagrados, além de milhares de livros impressos em línguas indígenas africanas, utilizados para a catequização e alfabetização dos nativos.
De toda parte vinham elogios a sua obra, mas ela dizia a Mons. Mioni: “Sou um instrumento inútil nas mãos do Senhor; não admirem a granada que estoura bem”. A Beata confidenciava as suas colaboradoras: “Oh, como Deus me ajuda!”
No processo canônico, Mons. Mioni atestou: "Embora tendo uma alma de artista, nas longas viagens não mais podia ela visitar um monumento, uma obra de arte, nem museus, nem artísticas igrejas. Nestas ela entrava somente para rezar”. Toda a vida de Madre Teresa não foi senão trabalho e oração. Antes mesmo do decreto de São Paio X sobre a comunhão diária (1905), ela comungava diariamente e exortava suas filhas a fazer o mesmo. Era fiel à confissão semanal.
Ao aceitar e admitir postulantes e noviças, a Beata reparava se elas demonstravam zelo pelas missões e tinham espírito de humildade. Nas suas casas o ócio era desconhecido, mas a nenhuma Irmã eram impostos trabalhos excessivos que fossem danosos a saúde. Ela dizia: “Preferiria que a casa queimasse a vê-la na discórdia”. Ao contrário das penitências corporais, recomendava o espírito de pobreza e outras mortificações da alma.
Por ocasião do 25º aniversário da fundação do Instituto, declarou a comunidade reunida: “Se por qualquer motivo o nosso Instituto tivesse que se dissolver, o que eu faria? Eu, com a graça de Deus, começaria de novo, porque não conheço nada de mais belo e que valha a pena de ser vivido quanto trabalhar com Deus pela salvação das almas”.
O Padre Eligio da Penne, capuchinho, confessor da comunidade afirmou: "Estou certo, pelo meu conhecimento, que ela rezava quase continuamente, apesar de suas múltiplas ocupações".
A Beata deixou 8.000 cartas em polonês, italiano, francês, inglês e alemão, as quais atestam sua solicitude viril pelo bem espiritual das suas filhas e pelo seu progresso principalmente na virtude da obediência.
Madre Teresa dirigiu o Instituto por vinte e oito anos, em meio às turbulências do tempo e do sacrifício pessoal, até morrer no dia 6 de julho de 1922 em Roma, na Itália. Poucos dias antes de morrer, disse a quem a assistia: “Não sei se isto é presunção, mas eu não temo a morte”. Na câmara ardente onde foi velada, o irmão, Padre Vladimir Ledóchowski, celebrou a primeira missa em seu sufrágio. Desde então, Maria Teresa, passou a ser invocada para interceder por graças e milagres, principalmente nos paises africanos, aos quais dedicou toda a sua vida de missionária.
Paulo VI beatificou aquela que era conhecida em todo o mundo católico como a "Mãe dos Africanos" em 19 de outubro de 1975, e a declarou padroeira da Cooperação Missionária da Igreja na Polônia.
Alem de seus artigos de revista e notas de con­ferên­cias, deixou também alguns escritos: "Minha Polônia", "Zaida, Drama missionário". Desde 1934, as suas relíquias são veneradas em Roma, na capela da casa generalícia das Missionárias de São Pedro Claver.

domingo, 5 de julho de 2026

05.07.2026🙏Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz a Marcos Tadeu nas Aparições de Jacareí


 

5 de julho - Dia de Santo Antônio Maria Zacarias

Santo Antônio Maria Zacarias
1502-1539
Fundou a congregação dos
Clérigos Regulares de São Paulo "barnabitas",
e a congregação das
Angélicas de São Paulo


Antônio Maria nasceu na rica família Zacarias, da tradicional nobreza italiana, na cidade de Cremona, em 1502. Era o filho único de Lázaro e Antonieta, e seu pai morreu quando ele tinha apenas dois anos de idade. Nessa ocasião não faltaram os pretendentes à mão da jovem viúva, que contava com dezoito anos de idade. Mas Antonieta preferiu afastar-se de todos. Tornou-se exemplo de vida austera, séria e voltada para a fé, dedicando-se exclusivamente à educação e formação do filho. E seu empenho ilustra a alma do homem que preparou para o mundo e para a Igreja. 

Em pouco tempo, Antônio Maria era conhecido por sua inteligência precoce e, ao mesmo tempo, pela disposição à caridade e humildade. Contam os escritos que era comum chegar do colégio sem seu caro manto de lã, pois o deixava sobre os ombros de algum mendigo que estava exposto ao rigor do frio. 

Ao completar dezoito anos de idade, doou toda sua herança para sua mãe, e foi estudar filosofia em Pávia e medicina em Pádua. Ao contrário dos demais estudantes, que pouco aprendiam e mais se dedicavam à vida de diversões das metrópoles, como em todas as épocas, Antônio Maria usava todo o seu tempo para estudar e meditar. Em vez de vestir-se como fidalgo, preferia as roupas simples e comportava-se com humildade. 

Depois de formado, exerceu a medicina junto ao povo, cuidando principalmente dos que não tinham recursos. Conta a tradição que, além de curar os males do corpo, ele confortava as tristezas da alma de seus pobres pacientes. 

Distribuía os remédios científicos juntamente com o conforto, a esperança e a paz de espírito. Finalmente, sua espiritualidade venceu a ciência e, em 1528, Antônio Maria ordenou-se sacerdote. 

Com as bênçãos da mãe, que ficou feliz, mas sozinha, ele foi exercer seu apostolado em Milão. Ali, na companhia de Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, cujos membros ficaram conhecidos como "barnabitas", pois a primeira Casa da Ordem foi erguida ao lado da igreja de São Barnabé, em Milão. Depois, com apoio da condessa de Guastalla, Ludovica Torelli, fundou também a Congregação feminina das Angélicas de São Paulo e criou o Grupo de Casais, para os leigos. Toda a sua Obra se voltou à reforma do clero e dos leigos, reaproximando-os dos legítimos preceitos cristãos. 




Tendo como modelo São Paulo, era também um devoto extremado da santa eucaristia. Foi o padre Antônio Maria que instituiu as "quarenta horas de adoração ao Santíssimo Sacramento", e também o soar dos sinos às quinze horas para indicar a Paixão de Jesus na cruz. 

Durante uma de suas numerosas missões de oração e pregação que efetuava na Itália meridional, foi acometido pela epidemia que se alastrava na região. Não tinha ainda completado os trinta e sete anos de idade quando isto aconteceu. Como médico que era, sabia que a morte se aproximava, voltou então para os braços da dedicada mãe Antonieta. 
Ele morreu, sob o teto da mesma casa onde nasceu, em 5 de julho de 1539, e foi canonizado em 1897. Tendo em vista a criação do Grupo de Casais, santo Antônio Maria Zacarias é considerado o pioneiro da Pastoral Familiar na história da Igreja.

sábado, 4 de julho de 2026

04 de Julho - Dia de Santo André de Creta, Arcebispo de Gortina

André nasceu em Damasco, em meados do século VII. Apesar da eloqüência que possuía na sua idade madura, conta-se que até o momento da sua primeira comunhão, que recebeu aos sete anos, quase não falava. Aos quinze anos de idade, mudou-se para Jerusalém, razão pela qual recebe, algumas vezes, o título de Santo André de Jerusalém. Nesta cidade se tornou monge no Monastério de São Savas, e no Monastério do Santo sepulcro recebeu as ordens menores do leitorado e do subdiaconato. No ano 685, o Patriarca de Jerusalém, Theodoro, o enviou à Constantinopla para reiterar a adesão de sua Igreja ao Sexto Concílio Ecumênico da Igreja que acabava de condenar a heresia monotelita. Santo André ficou em Constantinopla e lá foi ordenado diácono da Grande Basílica, recebendo também o encargo de cuidar de um orfanato e de um asilo para os idosos. Pouco tempo depois, devido às suas qualidades de caráter e suas habilidades, foi eleito arcebispo de Gortina, sede metropolitana de Creta. Ali se deixou envolver na última onda monotelista.

No ano 711, Filípico Bardanes apoderou-se do trono imperial, mandou queimar as Atas do Sexto Concílio Ecumênico, restabeleceu nos dípticos litúrgicos os nomes que o Concílio havia anatematizado, reunindo um sínodo para ratificar suas ações. André participou deste sínodo que aconteceu no ano 712, mas já no ano seguinte se arrependeu do que fez e assinou, sem hesitação, a carta de desculpa que seu Patriarca escreveu ao Papa Constantino, depois que Anastásio II recuperou o trono imperial, colocando para fora seu usurpador Bardanes.

Santo André se destacou pelo resto de sua vida como um grande pregador e compositor de hinos sacros. São conservados até hoje mais de vinte de seus sermões que têm sido publicados ao longo dos séculos. Seus hinos influenciaram de forma definitiva a liturgia bizantina. Segundo se afirma, foi Santo André quem introduziu a forma hinódica chamada «cânone». Em todo caso, é indubitável que ele escreveu muitos hinos, neste e em outros ritmos parecidos; alguns deles são cantados ainda em nossos dias.

Santo André morreu num barco, no ano 740, quando regressava de uma viagem que fez à Constantinopla, sendo sepultado na Igreja de Santa Anastásia em Edesó, uma cidade de Mitilini.
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DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."