FILME VOZES DO CÉU2 TRECHO APARIÇÕES DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS A SANTA MARGARIDA ALACOQUE
Jacareí, 08 de Dezembro de 2006
Mensagem de Santa Margarida Maria Alacoque
(Vidente do Sagrado Coração de Jesus) “
– Marcos, Eu Sou Margarida Maria Alacoque, a vidente do Sagrado Coração de Jesus de Paray-le-Monial. Eu também amo e defendo este lugar com a Graça que me concedeu o Senhor Deus Todo Poderoso. Velo por este lugar e cada vez que algum mal se aproxima dele, de ti e dos teus companheiros, logo eu já levanto o Sacratíssimo Coração de Jesus, brado Seu Nome e debelo assim os males que contra este lugar se levantam. Da mesma forma defendo todo aquele que divulga as Mensagem dos Sacratíssimos Corações Unidos deste lugar e que lutam e que trabalha pelo bem deste lugar.
Eu desejo que as primeiras sextas feiras do mês em desagravo ao Coração de Jesus e os primeiros sábados voltem a ser praticados com o fervor e a devoção do início. Desejo que essa devoção reparadora aos Corações de Nosso Senhor e da Mãe de Deus unida também a devoção ao Coração Amantíssimo de São José no Primeiro Domingo se espalhe e seja praticada por todos.
Se o rei da França tivesse ouvido os apelos que Nosso Senhor lhe dirigia por meio de mim, se ele tivesse feito a devoção reparadora ao Coração Jesus e feito com que todo o reino de França também a praticasse não teria havido a revolução Francesa com seus males e suas perseguições contra a Santa Fé Católica e os servos de Deus. Da mesma forma, se vós não fizerdes esta devoção reparadora e não a espalhardes, virão graves sofrimentos para vós no Brasil e para o mundo. Tão graves e até piores do que aqueles que vieram sobre o reino da França por não terem obedecido as Mensagens de Nosso Senhor em Paray-le-Monial.
Por isso eu lhes peço, a todos vós, que espalhes a devoção reparadora aos Corações Unidos; Que rezeis o Santo Rosário Meditado diariamente; Que coloqueis os Três Sagrados Corações Unidos entronizados em Vossos Lares e que diante deles nas primeiras Sextas, Sábados e Domingos consagreis vossas famílias, consagreis as vossas almas e façais assim ato de reverencia de desagravo e renovação das promessas do vosso batismo, da vossa fé e da vossa Consagração aos Sacratíssimos Corações Unidos por toda Eternidade.
Se isto for feito atraireis a misericórdia de Deus. Se não for feito atraireis a justiça, a cólera e os castigos de Deus. Santos são os decretos do Senhor e justos os Seus desígnios. Marcos, eu te abençôo com todos aqueles que são caros aos teus corações , a todos os vossos corações.
Abençôo-te e abençôo a todos aqueles que são caros ao seu coração também e hoje, mais uma vez repito:
Que reine o Coração de Jesus em todas as Nações, em todos os povos agora e pelos séculos sem fim!”
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FILME:APARIÇÕES DO SAGRADO CORAÇÃO À VIDENTE MARGARIDA MARIA ALACOQUE - PARAY-LE-MONIAL na FRANÇA 1673 - VOZES DO CÉU 2 SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ-SP-BRASIL 0XX12 99701 2427 ******************************************************************
Margarida Maria Alacoque, nasceu no dia 22 de Agosto de 1647 em Verosvres, na Borgonha.
O seu pai, juiz e tabelião, morreu quando Margarida ainda era muito jovem.
Após a morte de seu pai, Claudio de Alacoque foi morar na casa de seu tio Toussant(tussã) e sofreram ela e sua mãe, dona Felizberta de Alacoque.
Assim ela conheceu a humilhação da necessidade, vivendo ao capricho de parentes pouco generosos e nada propensos a consentir que ela realizasse o seu desejo de fechar-se no convento.
A mãe e os irmãos, eram vítimas das perseguições diárias de tias rabugentas com as quais habitavam. Sua mãe, sofrendo de longa e dolorosa doença, foi carinhosamente amparada pela pequena Margarida, apesar da repulsa que certos cuidados exigiam à sua extrema sensibilidade.
Recebeu a comunhão aos nove anos e aos 22, a confirmação, para a qual quis preparar-se com confissão geral: ficando quinze dias preparando-se, escrevendo num caderninho a grande lista de seus pecados e faltas, para ler depois ao confessor.
A sua mudança para o convento das Irmãs clarissas, que cuidariam dela e de seu aprimoramento religioso, representou um período difícil pela separação da vista da mãe.
A decisão de enviá-la para as clarissas não foi tanto pelas incoveniências em cuidar da mãe, mas principalmente pela luta diária diante da falta de amabilidade e incompreensão dos que a rodeavam.
Permaneceu no convento das clarissas, porém, ligada à vida secular até atingir a juventude.
Certo dia, quando participava de uma missa, mesmo sem conhecer o sentido exato, pronunciou inspiradas palavras de consagração ao Senhor:
"Ó meu Deus", disse, "consagro-vos a minha pureza e faço-vos voto perpétuo de castidade".
Uma doença, porém, passou a lhe atormentar por um período de quatro anos, de modo que o sofrimento tornou-se constante, já que nenhum medicamento era eficaz para abrandar as intensas dores no organismo.
Foi quando, milagrosamente, a doença regrediu até a cura, e por este motivo consagrou-se à Virgem Maria, prometendo entrar no serviço religioso.
Estava decidida a ingressar na Congregação das Ursulinas, quando uma voz secreta disse-lhe:
"Não a quero lá, mas em Santa Maria...!
Estava claro que o Senhor destinara ela para a Congregação das Irmãs da Visitação e isto já era prefigurativo de como ela iria glorificar o Senhor na propagação do Coração de Jesus.
As palavras do fundador da Ordem da Visitação, São Francisco de Sales, quando escreveu a São Jeanne de Chantal em 10/06/1611, demonstravam já a devoção da congregação aos Corações de Jesus e Maria:
"Realmente, a nossa pequena congregação é uma obra do Coração de Jesus e de Maria".
Devoção correlatada por São Jeanne de Chantal:
"As Irmãs da Visitação são bem humildes e fiéis a Deus, e terão o Coração de Jesus como residência e estada neste mundo".
Santa Margarida foi acolhida no convento das Irmãs da Visitação de Paray-le-Monial.
Ali mesmo o Senhor se manifestaria a ela em revelações distintas, relativas à difusão da consagração e amor ao Seu Coração.
Na festividade de São João Evangelista de 1673, uma moça de vinte e cinco anos, irmã Margarida Maria, recolhida em oração diante do Santíssimo Sacramento, teve o singular privilégio da primeira manifestação visível de Jesus, que se repetiria por outros dois anos, toda primeira sexta-feira do mês.
Em 1675, durante a oitava do Corpo de Deus, Jesus manifestou-se-lhe com o peito aberto e apontando com o dedo seu Coração, exclamou:
"Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles".
A essência da mensagem, porém, agrupa-se em três revelações.
A primeira ocorreu em 27 de dezembro de 1673, conforme relatou Santa Margarida:
"Diversas vezes, diante do Santíssimo Sacramento... "encontrei-me inteiramente investida desta divina presença... eu abandonei-me ao Seu Divino Espírito, por força do Amor o Seu divino Coração...
Ele me fez repousar de forma extrema e por um longo tempo sobre o Seu divino peito, onde pude descobrir as maravilhas do Seu amor, e os segredos mais profundos e inexplicáveis do Sagrado Coração...
Ele me disse:
"O Meu divino Coração transborda de amor para os homens, de modo especial por você, que não poderá mais conter para si a luz das chamas da brilhante caridade;
é necessário que seja difundida aos homens, e que lhes seja manifesto para enriquecê-los dos preciosos tesouros que te revelei..."
A segunda, situa-se provavelmente deu-se em uma das primeiras sextas-feiras do ano 1674:
"E numa das vezes, entre tantas outras, em que o Santíssimo Sacramento estava exposto, após ser eu retirada do interior de mim mesma...
Jesus Cristo, Meu suave Mestre, apresentou a mim, repleto da sua glória, suas cinco chagas, brilhantes como cinco sóis, e desta sagrada Humanidade saíam chamas de todas as partes, sobretudo do Seu adorável peito, semelhante à uma fornalha; neste instante revelou-me todo o amor e todo o seu amável Coração e o estado da fonte viva destas chamas.
Ele revelou-me as maravilhas inexplicáveis de seu Puro Amor, excessivamente entregue aos homens, dos quais recebia apenas frieza e ingratidão...
" Na terceira, ocorrida durante o mês de junho de 1675, Jesus exigiu que fosse feita uma festa especial ao Seu Sagrado Coração:
"Numa das tantas vezes em que encontrava-me diante do Santíssimo Sacramento, revelou-me Deus as graças excessivas de Seu Amor...
Então, mostrando-me Seu divino Coração, disse:
"Aí está o Coração que tanto tem amado os homens, a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor;
... eu te exijo mais, que na primeira Sexta-feira de acordo com a oitava do Santíssimo Sacramento, seja dedicada e junte-se à esta festa por honra ao Meu Sagrado Coração, fazendo que seja de igual honra àquele dia, a fim de reparar as indignidades e ultrajes durante o tempo em que o viram exposto sobre os altares.
Margarida Maria Alacoque, escolhida por Jesus para ser a mensageira do Sagrado Coração, já fazia um ano que vestira o hábito das monjas da Visitação em Paray-le-Monial.
No último período de sua vida, nomeada mestra das noviças, ela teve a consolação de ver propagar-se a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, e os próprios opositores de outrora mudarem-se em fervorosos propagadores.
O Carnaval por Santa Margarida Maria Alacoque
"Era dos últimos dias de carnaval; toda a galharda juventude da aldeia entregava-se a alegres folguedos. Enquanto reboavam na praça publica o canto e a música, propôs-lhe o irmão que se permutassem as roupas e se mascarassem. Margarida, que ainda não tinha completado cinco anos, opôs-se terminantemente e afastou-se do irmão, dizendo que aquilo podia ofender a Deus.
A esta delicadeza de consciência unia um amor ardente pela oração e pela solidão, e precoces instintos de penitencia, tais que enchiam de maravilha a quantos a rodeavam. Rezar e sofrer eram as supremas aspirações da sua alma virgem." (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
Numa noite de carnaval vestiu-se luxuosamente para tomar parte num festim, ao qual muitas das suas companheiras a haviam convidado. De volta, quando estava para se deitar, apareceu-lhe Jesus no mistério doloroso da sua flagelação, todo desfigurado pelos açoites, com o corpo ensanguentado, o semblante pálido e macilento, os lábios crestados pela sede e os divinos olhos cheios de lágrimas; e, depois de a haver fitado com olhar severo: «Filha cruel, disse-lhe, vê a que estado me reduziram as tuas vaidades! Tu estás perdendo um tempo infinitamente precioso de que deve-verás prestar rigorosas contas; atraiçoas-me e me persegues, depois de eu te haver dado tantas provas do meu amor». (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
"Certa vez, em tempo de Carnaval... Ele (Jesus) se me apresentou na figura de um ECCE HOMO (“Eis aqui o homem” Jo 19,5), carregando sua Cruz, todo coberto de chagas e contusões e brotando, de todo o seu corpo, seu Sangue adorável. Com uma voz dolorosamente triste, dizia:"Não haverá ninguém que tenha piedade de Mim e queira compadecer-se e tomar parte em minha dor vendo o lastimoso estado em que Me põem os pecadores, sobretudo neste tempo de Carnaval?" Prostrando-me aos seus sagrados pés, ofereci-me a Ele, com lágrimas e suspiros. Colocou sobre os meus ombros aquela pesada Cruz , toda eriçada de pontas de pregos, e sentindo-me sucumbida sob o seu peso, comecei a compreender melhor a gravidade e malícia do pecado, a qual sentia tão vivamente no meu coração, que teria preferido mil vezes precipitar-me no Inferno a cometer voluntariamente um único pecado. “Maldito pecado – disse – que detestável és, pela injúria que fazes a meu soberano Bem!” (Santa Margarida Maria, Autobiografia, capítulo 9)
“Parecia-me que me cravavam em uma cruz dolorosíssima, na qual sofri tanto que dificilmente poderia explicar e nem conhecia a mim mesma, sobretudo nos três últimos dias de Carnaval, nos quais acreditei que estava próximo o meu fim.” (Carta de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise – n° 62 – em Março de 1687)
“Meus sofrimentos são tais que acreditava que ia morrer em cada momento, embora já tivessem sido anunciados por este caritativo Coração. Creio que me fez o seguinte pedido: ‘Se queria acompanhá-Lo na Cruz durante este tempo (de Carnaval) em que está tão abandonado pelo empenho que todos tem de divertir-se, e pelas amarguras que me faria sentir, poderia eu, em algum modo, suavizar as que os pecadores derramam sem cessar em seu Sagrado Coração; que devia, sem cessar, gemer com Ele para alcançar misericórdia, a fim de que os pecados não chegassem ao cúmulo, e Deus perdoasse os pecadores pelo amor que tem a este amável Coração, que não cessa de consumir-Se pelo amor que tem aos homens.” (Carta 97 de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise)
“Durante os três dias de Carnaval, queria fazer-me em pedaços para reparar os ultrajes que fazem sofrer os pecadores à Sua Divina Majestade; e enquanto me era possível, os passava jejuando a pão e água, dando aos pobres o que recebia para meu alimento.” (Santa Margarida Maria, Escritos Autobiográficos – Tejada SJ – 2ª Edição, p.99).
“Meu Reverendo Padre: Nosso soberano Dono Se dignou infundir-me muito consolo com a leitura de vossa carta, depois de ter-me proibido de lê-la por muito tempo, por causa de certo impulso demasiado impetuoso que me tinha vindo de buscar nela consolo no sensível e doloroso estado de sofrimento em que Ele me havia colocado durante o Carnaval. Ofendem-No e O abandonam tantos pecadores! Parece-me que de tal modo é este o meu tempo de dor e amargura que não posso ver nem gostar de outra coisa do que ao meu Jesus sofredor e abandonado. Compadeço-me de Suas dores e penetra-me tão vivamente com elas o Seu Coração adorável que não conheço mais a mim mesma.” (Carta 135. de 17/1/1690, o.cit. pg. 471).
Morreu em 17 de Outubro de 1690, aos 43 anos de idade.
CORPO DE SANTA MARGARIDA MARIA
Foi canonizada em 1920, mas a data da sua festa foi antecipada por um dia para não coincidir com a de Santo Inácio de Antioquia
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA E 1ª MENSAGEM DE SÃO GERALDO MAGELA
COMUNICADAS AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA
CAPELA DO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ SP BRASIL
CENÁCULO DO ANIVERSÁRIO DE 95 ANOS DA ÚLTIMA APARIÇÃO DE MARIA SANTÍSSIMA NA COVA DA IRIA EM FÁTIMA
MARCOS: “Para sempre sejam louvados Jesus, Maria e José.”(pausa) “-Sim querida Senhora.”
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA
“-Amados filhos Meus, hoje, quando ainda estais comemorando a Minha ultima Aparição na Cova da Iria, em Fátima, confirmada pelo Milagre do Sol, Eu vos chamo a todos a voltardes os vossos olhares e os vossos corações para a vossa Mãe revestida de sol, terrível como um exército em ordem de batalha que desde a cova da iria de Fátima e depois, passando por MONTICHIARI, BANNOUX, BEAURING, SAN DAMIANO e todas as Minhas Aparições até chegar Aqui em Jacareí, vos convida a todos A CONVERSÃO URGENTE, A VOLTA AO SENHOR E A LUTARDES COMIGO PELO TRIUNFO DO REINO DO MEU FILHO JESUS NO MUNDO INTEIRO.
Lutai com a MULHER VESTIDA DE SOL, a vossa Mãe Celeste, todos os dias, REZANDO O SANTO ROSÁRIO com o Coração e com amor. Rezando todas as horas Santas de orações que Eu vos dei Aqui para que assim a vossa vida sendo uma contínua, intensa e perfeita oração, não cesse nunca de implorar a misericórdia do Altíssimo, de suplicar pela conversão dos pecadores e de atrair para o Mundo inteiro as bençãos de Deus para que assim, mais e mais almas convertam- se, rezem e possam encontrar o caminho da santidade e da salvação.
Lutai com a Mulher vestida de Sol, a vossa Mãe Celeste, todos os dias , procurando sempre mais rezar com intensidade e perseverança de modo que assim satanás seja cada vez mais esmagado pelos nossos pés, pelas nossas orações unidas. Para tanto, rezai TODOS OS TERÇOS QUE VOS DEI AQUI, e nas Minhas Aparições no mundo todo, sobretudo: O ROSÁRIO DA PAZ, O TERÇO DO MEU TRIUNFO, O TERÇO DAS LÁGRIMAS DE SANGUE, para que assim, Eu possa juntamente convosco, aniquilar satanás no mundo inteiro, nas famílias e libertar tantas almas que estão debaixo do seu julgo satânico.
Lutai com a Mulher vestida de Sol, a vossa Mãe Celeste, ofertando Comigo todos os dias PEQUENOS SACRIFÍCIOS, rosas vermelhas de sacrifício, para que assim, Eu possa alcançar do Senhor o perdão por tantos pecados com que Ele é ofendido. Alcançar a conversão de tantos pecadores endurecidos no pecado e fazer com que todos vós possais cada dia mais avançar no caminho da santidade, renunciando a vós mesmos, a vossa vontade desordenada, e crescendo todos os dias no verdadeiro amor de Deus.
Lutai com a Mulher vestida de Sol, com a vossa Mãe Celeste, todos os dias divulgando as Minhas Mensagens a todos os Meus filhos que não Me conhecem para que assim, o Meu amor chegue até eles, os toque, os conforte, os console em seus sofrimentos, os iluminem dissipando as suas trevas de pecados e de ignorância e os encha sempre mais com a luz da verdade, com a sabedoria do Espírito Santo e com a chama de amor do Meu Coração Imaculado.
Eu vim do Céu terrível como um exercito em ordem de Batalha nas Minhas Aparições em Fátima, Lourdes, La Salette, Montichiari, Akita e em todas as demais até chegar Aqui em Jacareí, para mostar aos meus filhos que Sou a CELESTE COMANDANTE DO EXÉRCITO DO SENHOR que todos os dias marcha levando a luz da verdade, a luz da graça e do amor de Deus sempre mais a todas as nações e a todas as almas, debelando as obras e o reino de satanás.
Marchai Comigo Meus filhos, no caminho da oração e da santidade todos os dias! Pelejai comigo pela vitória do Reino do Meu filho e vos prometo que todos os vossos esforços serão coroados e recompensados pelo Senhor já nesta vida com graças superabundantes de santidade, de paz e de salvação e na vida eterna com a coroa da glória imortal.
Eu estou junto convosco em todos os vossos sofrimentos e nunca vos abandono. Para os doentes, para os que sofrem, para os aflitos, Sou a Mãe que sempre os consola, conforta , anima ampara e ajuda. Derramo balsamo sobre toda a ferida, sobre toda dor, sobre todo sofrimento moral, físico e espiritual. E para todos Sou refúgio, Sou carinho, Sou ternura Sou e Serei sempre MÃE.
Vinde a mim todos os que estão sofridos e esmagados sob o peso da cruz e Eu, por meio do Meu Rosário, a todos confortarei, a todos ampararei, a todos darei força para caminhar em frente.
A todos neste momento abençôo com amor e especialmente a ti Marcos, o mais esforçado dos Meus filhos , que tanto glorificou as Minhas Aparições em La Salette, em Lourdes, em Fátima, em Montichiari, Medjugorje e todas as demais, mostrando, dando aos Meus filhos a verdade destas Aparições, tornando as Minhas Mensagens, os Meus videntes, os locais das Minhas Aparições benditas conhecidos e amados por todos estes meus filhos. Tu que fizeste o Meu Rosário, que fizeste o terço das minhas lágrimas que dei a minha filhinha AMÁLIA AGUIRRE e todas as demais orações que Eu mesma vim do Céu para ensinar: conhecidas, amadas e rezadas por todos os meus filhos. A ti, que fizeste a minha Trezena, a minha Setena pedidas por Mim em Montchiari e Aqui, que fizeste o meu esposo José , os Santos, os Anjos, o Espírito Santo o Meu filho Jesus tão amados por todos os Meus filhos abençôo generosamente agora e abençôo a todos os Meus filhos que tanto me amam que rezam as orações que Aqui Eu mandei rezar, que amam os vídeos das Minhas Aparições, dos Santos , e propagam tudo isso ao mundo inteiro. Abençoo generosamente a ti CAVALEIRO DA MINHA IMACULADA CONCEIÇÃO, do Meu Rosário, da verdade das Minhas Aparições e a todos os Meus filhos que me amam, de LA SALETTE..., DE LOURDES..., DE FÁTIMA..., E DE JACAREÍ.
A Paz Meus filhos, a Paz a ti Marcos.”
Marcos: “Oh!! Ah!!! Sois vós mesmo??
MENSAGEM DE SÃO GERALDO MAGELA
“- Amados irmãos Meus, Eu, GERALDO MAGELA, venho hoje pela primeira vez dar-vos a Minha mensagem e saudar-vos com a paz do Senhor. Venho, porque o teu amor me atraiu Marcos, a tua devoção por Mim me atraiu. E aqui estou! Para te abençoar hoje e abençoar a todos por tua causa. Sim! Pela grande amizade que já tens por mim e Eu tenho por ti, Eu vou abençoar a todos aqueles, a todos que estão Aqui, a todos os que como tu, também me amarem, se tornarem Meus amigos, Meus devotos e Meus imitadores.
Eu vos chamo hoje a amardes a Jesus Crucificado, a amardes o amor, a amardes Maria Santíssima amando o belo amor com todas as fibras do vosso coração, com toda a vossa alma para que assim, vós sejais verdadeiramente Palácios do Senhor, Palácios da Mãe de Deus, Seu segundo Céu na Terra.
Sede o segundo Céu de Jesus e Maria, amando-os com todas as forças do vosso coração. Dando à Eles completamente a vossa alma, o vosso sim generoso e doando-vos, ofertando a vossa vida todos os dias a Eles para que se cumpra nela a Santa vontade do Senhor e da Mãe de Deus. Assim, vós sereis verdadeiramente sinais de Sua presença e de Seu amor no mundo. E então, todas as almas serão finalmente iluminadas e salvas pela graça de Deus que se espargirá por meio de vós sobre todas as almas.
Sede o segundo Céu de Jesus e Maria, procurando todos os dias cumprir a vontade santa deles e desprezando a vossa. Crescendo no verdadeiro amor, entregando-vos sempre mais ao amor de Deus e procurando a todo o momento corresponder a este amor. Deixai-vos abrasar por este amor! Deixai-vos encher por esse amor! Deixai-vos crescer neste amor que vos escolheu, que vos elegeu para conhecerdes as Mensagens das Aparições de Jacareí e assim, vos tornardes grandes santos e salvardes as vossas almas.
Vivei por este amor. Dai toda a vossa vida por este amor. Amai este amor e este amor vos amará. Escolhei este amor e ele vos escolherá. Preferi este amor, e ele vos preferirá a todos os outros e vos encherá com a abundância de seus dons e de suas graças e vos tornará sumamente belos aos olhos do Senhor e aos olhos dos homens.
Sede o segundo Céu de Jesus, Maria e José procurando imitar Jesus, Maria e José nas Suas virtudes, no Seu amor, na Sua generosidade na Sua pureza, inocência e bondade e assim, as vossas almas, como flores viçosas de primavera crescerão e se tornarão verdadeiramente um belo jardim para encantar os Sagrados Corações deles e a Santíssima Trindade. Eu Geraldo vou ajudar-vos a crescerdes cada vez mais nas virtudes, no perfeito amor. Mas preciso do vosso sim fiel, total, sem reservas sem limites dado a Jesus, a sua Mãe Santíssima e a São José para que eu possa conduzir-vos por essa via de perfeição.
Que os jovens dêem o seu sim como eu dei a Jesus abraçando-o e abraçando a sua cruz, não tendo outra esposa que não a Santa Cruz, a Santa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não tendo outra noiva senão a Virgem Santíssima, noiva celestial de todas as almas que amam a Jesus e dão a sua vida completamente a Jesus por meio Dela. Não amando outra coisa que não o Sagrado Redentor em quem é abundante a redenção.
A todos, neste momento, a este lugar tão querido do Meu coração no qual Eu anceiava descer há muito tempo já, e hoje, finalmente, o Senhor Aqui me enviou com Sua Mãe para abençoá-lo, para derramar sobre ele as graças que Eu trago da parte do Senhor. Para derramar sobre vós as graças do Meu coração. Para derramar sobre o Meu queridíssimo amigo Marcos as graças eficazes da minha poderosíssima intercessão. A Todos vós hoje abençoo generosamente com todo o Meu amor, com todo o Meu coração neste momento...
Em breve voltarei e sobre todos vós agora desça a abundancia das bençãos celestiais do todo poderoso e da Mãe do Senhor.”
Marcos: “Farei tudo. Tudo o que Tu quiseres.” (Pausa) “Até breve! Volte logo, sim!?”
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São Geraldo Majela
1726-1755
Geraldo nasceu em Muro, no sul da Itália, no dia 6 de abril de 1726. Nasceu de uma família pobre de bens, mas rica de bênçãos.
Domingos Majela e Benedita Majela foram os seus pais. O pai Domingos, era alfaiate. A mãe Benedita, era lavadeira. Os dois se amavam com um amor imenso. Deste amor puro e santo nasceu-lhes o Geraldo. O filho Geraldo, tinha o jeito de anjo. Era bom. Era uma graça. Era de paz.
Ele foi batizado no mesmo dia em que nasceu. Seus pais entendiam que Deus em seus planos não deixa ninguém nascer à toa. Quem nasce é para ser gente; é para sentir-se amado e saber-se capaz de amar. É neste sentido que está certo quem disse:
"Amar a vida é mais do que construir catedrais!"
O menino Geraldo era franzino de corpo. De espírito, porém, era robusto. Deus lhe deu uma inteligência brilhante. Os professores logo viram nele um prodígio.
Em geral as crianças são egoístas e cheias de manhas. Por incrível que pareça, Geraldo com apenas 7 anos já sabia quem eram os outros para ele. Que beleza quando na família os pais ensinam o evangelho aos filhos com a vida!
Foi dos pais que Geraldo aprendeu desde pequeno o amor ao trabalho e a sabedoria da oração.
Daí floriu a sua vocação.
Conforme o testemunho de suas próprias irmãs, ele era muito dedicado às devoções, também se confessava todos os dias e se disciplinava diariamente.
Aos sete anos, em vista da pobreza da família, dirigia-se à ermida de Capodigiano, onde recebia um pãozinho branco que o Menino Jesus lhe entregava e com quem ele brincava. Somente mais tarde, quando já na Congregação, Geraldo compreende quem era aquele Menino.
Entregava-se à oração. Sua mãe encarregava-se de educá-lo na fé. Conforme ele mesmo conta, como tivesse muita vontade de comungar e que por causa de sua idade não lhe era possível, São Miguel apareceu-lhe de noite para lhe dar a comunhão.
Assim como afirma posteriormente, fazia o próprio Menino Jesus.
Juventude
Por causa da necessidade do lar, sua mãe o mandou à alfaiataria do senhor Martin Pannuto, mestre alfaiate, para que Geraldo aprendesse uma profissão e assim pudesse ajudar nas despesas da casa. Aí sua bondade de vida e sua simplicidade eram interpretadas como estupidez, e todos zombavam dele, insultavam-no, chegando até a maltratá-lo.
Mas sua resposta era sempre:
"Meu Deus, que se faça a tua vontade".
Ali no esforço diário foi assimilando o mistério da Cruz de Cristo.
São Miguel dá a Comunhão para o menino Geraldo
Geraldo preparou-se para a comunhão, e a desejava ardentemente. O Padre, desconhecendo seu coração, achou que ele era muito novo para comungar. Geraldo ficou muito desapontado e foi reclamar para São Miguel, nas suas orações. Já em casa, à noite, São Miguel veio em seu socorro e deu a comunhão para o pequeno Santo.
Milagre da chave
Geraldo perdeu uma chave importante dentro de um poço. Foi seu amigo Menino Jesus que o ajudou novamente. Tomou a imagem em suas mãos e pediu: "Vá buscar para mim". Logo em seguida, desceu a imagem pelo poço. Quando puxou de volta, lá estava a chave na mão do Menino Jesus.
Trabalhando para o Bispo
Quando tinha 14 anos, chegou Dom Albino à cidade de Muro e lhe administrou o sacramento da crisma, que deverá ser o sinal da fortaleza e do valor que marcarão toda a sua vida. Dom Albino era natural de Muro.
Com o Bispo, lá se foi Geraldo para ser seu empregado. Nesse ofício precisou praticar verdadeiro heroísmo. Um sacerdote contemporâneo deixou por escrito, sob juramento, esta declaração:
"O Bispo irascível se irritava por qualquer coisinha.
Impacientava-se com tudo. Se nunca chegou a bater em Geraldo, contudo, não lhe poupou toda classe de censuras".
Dom Albino cria-se no direito de fazer o que bem entendesse com seu jovem empregado.
Fazia-o trabalhar sem descanso e reprovando-o sempre de não fazer tudo o que devia e de fazê-lo mal.
Era impossível agradá-lo. Geraldo, por sua parte, tinha para com ele grande respeito e dedicação. Seu espírito de mortificação e penitência encontrou ali um bom lugar de realização.
A tudo isso ia unindo seus jejuns e uma intensa vida de oração.
O tempo que passava numa capela da vizinhança era algo que se repetia diariamente. Mas o Bispo adoeceu.
E Geraldo, depois de cuidar dele como se fosse seu próprio pai, após a sua morte, teve de deixar Lacedônia.
Trabalhando em sua alfaiataria
Em 1745, com 19 anos, voltou para Muro onde montou uma alfaiataria. Seu negócio prosperou, mas ele não ganhou muito dinheiro. Praticamente dava tudo para os outros. Guardava o que era necessário para sua mãe e suas irmãs e dava o resto aos pobres ou para Missas em sufrágio das almas do purgatório. Geraldo não passou por uma conversão repentina e espetacular, apenas foi crescendo constantemente no amor de Deus. Durante a Quaresma de 1747 ele resolveu ser completamente semelhante a Cristo o quanto lhe fosse possível. Fez penitências mais severas e procurava explicitamente a humilhação, fazendo-se passar por louco e sentindo-se feliz quando riam dele nas ruas. Sua preocupação com os pobres e necessitados era grande, ao ponto de se privar do necessário, quando via alguém sofrendo penúria.
Buscando sua vocação
Mas Geraldo sentia que o Senhor tinha escolhido para ele um outro lugar. Assim, entra em contato com os capuchinhos, mas em vão solicita ser admitido, mesmo na condição de empregado.
Não é aceito, dada sua saúde precária e sua aparência doentia. Para Geraldo esse golpe foi terrível. Contudo, entrega-se à oração, pedindo a Deus que o encaminhasse para vida religiosa.
Mas tendo chegado a Muro seu amigo Luca Valpiedi, antigo condiscípulo, parte com ele para ajudá-lo em seu colégio, no cuidado das crianças. Ali encontrou um novo calvário.
Naquele tempo caiu-lhe em mãos certa obra de Antônio de Olivedi, intitulada: "O ano doloroso de Jesus Cristo". Cada palavra daquele escrito foi um dardo penetrante no coração do nosso jovem Geraldo. Sentiu crescer extraordinariamente suas ânsias de sofrer mais e mais para assemelhar-se ao Redentor.
Vocação
Quando tinha 22 anos chegaram a seu povoado alguns missionários. Eram os Redentoristas, e entre eles achava-se o Irmão Onofre que contou a Geraldo como era sua vida. Mas, percebendo que o jovem estava entusiasmado, mudou de assunto, dizendo-lhe que ele não resistiria àquele tipo de vida.
Pouco tempo depois voltaram os missionários. Entre eles estava o Padre Paulo Cáfaro, que depois de muito vaivém e oposições lhe permite que o acompanhe ao convento. "Meu filho, lhe diz, você me venceu. Recebo-o como religioso, e que Deus lhe dê saúde e forças para perseverar até a morte".
Enviou-o para lliceto com uma carta ao superior. Na carta ele dizia: "Aí vai um irmão inútil para o nosso trabalho. Ele não tem saúde. É fraco. Mas eu não pude rejeitar sua admissão sem dar-lhe uma chance. Ele insistiu até cansar-me e é grande a consideração que lhe têm os moradores de Muro". Geraldo vibrou.
Deixar a casa, sua mãe e as irmãs foi um drama para Geraldo. Teve de fugir. Deixou-lhes apenas um bilhete, no qual dizia: "Querida mamãe e irmãs, fugi. Já estou com os redentoristas. Não se preocupem. Vou tornar-me santo. Esqueçam-me. Adeus!”
Vida Religiosa
No dia 17 de maio de 1749, Geraldo partia radiante de alegria para a casa de noviciado de Iliceto. Em novembro desse mesmo ano vestia a batina redentorista e começava sua interiorização na vida religiosa.
O Padre Cáfaro seria o seu mestre de noviciado, e também seu diretor espiritual. E sendo esse sacerdote tão severo, contudo, teve de se esforçar por moderar para que Geraldo não se consumisse pelas penitências.
Desde o começo passou a ser na comunidade um modelo de abnegação e serviço. Trabalhador como só ele, muito dedicado à oração, exemplo de virtudes. Tudo isso fez com que ganhasse logo a simpatia e estima de seus confrades. No dia 16 de julho de 1752 fez sua profissão religiosa.
Já religioso, sua vida desenvolvia-se no cuidado constante de seus deveres comunitários, de um modo especial, prestando serviços a seus irmãos, e na preocupação pelo seguimento de Cristo missionário, anunciando aos pobres a palavra divina.
Sua vida era a concretização das Regras. O respeito por seus coirmãos e em particular pelos superiores (nos quais encarnava a vontade de Deus), atingia os limites de heroicidade. Pensemos como soube calar-se diante de Santo Afonso quando foi caluniado...
Atividades do Irmão Geraldo
No convento de Iliceto realizavam-se retiros espirituais para sacerdotes e leigos no decorrer do ano. Para Geraldo era uma ocasião propícia para extravasar o seu zelo. Muitos pecadores que nem sempre se comoviam com as palavras dos pregadores se rendiam às exortações e súplicas do zeloso Irmão. Até padres renitentes no mal, tocados pelas humildes considerações de Geraldo, mudavam de vida.
Nesta quadra de sua existência a fama de sua santidade ia crescendo sempre mais e inúmeros os prodígios a ele atribuídos como curas de muitos doentes. Sempre que podia Geraldo continuava sua assistência aos pobres e necessitados tanto é verdade que tempo é questão de opção. Ele nem falhava nas tarefas que os superiores lhe davam, nem à oração na qual vivia imerso e ainda tinha como ir ao encontro dos indigentes e doentes. Isto se deu sobretudo quando, diante das dificuldades do Convento, foi escalado para recolher esmolas.
A Grande Provação
A santidade verdadeira deve sempre ser testada pela cruz, e assim, em 1754, Geraldo devia sofrer uma grande provação, aquela que bem pode ter merecido a ele o poder especial para assistir às mães e a seus filhos. Uma das suas obras de apostolado era a de encorajar e assistir as moças que queriam entrar para o convento. Muitas vezes ele até garantiu o necessário dote para alguma moça pobre que de outra forma não poderia ser admitida numa ordem religiosa.
Néria Caggiano era uma das moças assistidas desta forma por Geraldo. Porém, ela achou desagradável a vida do convento e dentro de três semanas voltou para casa. Para explicar sua atitude, Néria começou a espalhar mentiras sobre a vida das freiras, e quando o povo de Muro recusou-se a acreditar em tais histórias a respeito de um convento recomendado por Geraldo, ela resolveu salvar sua reputação destruindo o bom nome do seu benfeitor. Para isto, numa carta dirigida a Santo Afonso, o superior de Geraldo, ela o acusou de pecados de impureza com a jovem de uma família em cuja casa muitas vezes Geraldo ficava nas suas viagens missionárias.
Geraldo foi chamado por Santo Afonso para responder a acusação. Mas em vez de se defender, permaneceu em silêncio, seguindo o exemplo do seu divino Mestre. Diante deste silêncio, Santo Afonso nada pôde fazer senão impor ao jovem religioso uma severa penitência: foi negado a Geraldo o privilégio de receber a santa Comunhão e foi-lhe proibido todo contato com os de fora.
Não foi fácil para Geraldo renunciar aos trabalhos pelo bem das almas, mas este era um sofrimento pequeno em comparação com a proibição de comungar. Sentiu isto tão profundamente, que chegou a pedir para ficar livre do privilégio de ajudar a Missa, receando que, a veemência do seu desejo de receber a comunhão o fizesse arrancar a hóstia consagrada das mãos do padre no altar. Algum tempo depois, Néria ficou gravemente enferma e escreveu uma carta a Santo Afonso confessando que as suas acusações contra Geraldo não passavam de invenção e calúnia. O santo ficou cheio de alegria ao saber da inocência do seu filho. Mas Geraldo, que não ficara deprimido no tempo da provação, também não exultou indevidamente quando foi justificado. Em ambos os casos sentiu que a vontade de Deus tinha sido cumprida, e isto lhe bastava.
Canonização
Embora a fé no santo fosse muito grande, contudo, somente em abril de 1839 foi aberto em Muro o processo recolhendo os testemunhos daqueles que o tinham conhecido e daqueles que tinham recebido alguma graça por meio dele.
Em 1847, Sua Santidade Pio IX concedeu-lhe o título de Venerável e em 1893 o Papa Leão XIII o declarou Beato.
Finalmente, no dia 11 de dezembro de 1904, o Papa Pio X canonizou Geraldo Majela em meio a uma magnífica cerimônia, como é costume em tais ocasiões.
Personalidade e Espiritualidade de São Geraldo
Últimos Dias
Geraldo tinha exigido de seu corpo mais do que ele podia dar. Sua saúde estava destruída. A anemia consumia-o e seus pulmões já não trabalhavam como deviam. Contudo, continuou esforçando-se em servir os outros e em enfraquecer sua pessoa.
Em 1755 Geraldo sai para pedir esmolas para a construção do convento de Caposele. Sente-se mal. É a tuberculose. Estava com 29 anos. Ao morrer diz ao superior: "Meu leito é a vontade de Deus. Ele e eu somos uma só coisa".
No dia 16 de outubro de 1755, com apenas 29 anos de idade, e somente 7 na Congregação, entregou a Deus seu espírito.
Seus funerais foram grandiosos e soleníssimos. De Caposele e de todos os povoados vizinhos, a multidão acorreu atropelando-se para despedir-se do santo e solicitar graça por sua intercessão.
E como em vida realizou tantos prodígios, maiores foram os milagres que realizou depois da morte. E a piedade popular que por ele sente a Itália e muitos outros lugares, é com justa razão.
A Canonização
Embora a fé no santo fosse muito grande, contudo, somente em abril de 1839 foi aberto em Muro o processo recolhendo os testemunhos daqueles que o tinham conhecido e daqueles que tinham recebido alguma graça por meio dele.
Em 1847, Sua Santidade Pio IX concedeu-lhe o título de Venerável e em 1893 o Papa Leão
Finalmente, no dia 11 de dezembro de 1904, o Papa Pio X canonizou Geraldo Majela em meio a uma magnífica cerimônia, como é costume em tais ocasiões.
Oração a São Geraldo
Ó São Geraldo, celestial amigo dos infelizes, ao nos lembrarmos dos grandes milagres que operastes em vida, aumentados admiravelmente após a vossa preciosa morte, quer nos parecer que eles nos clamam: Confiança! Confiança! Tenham confiança!
Bem sabemos que é grande o favor que pedimos e muito acima de nossos merecimentos. Reconhecemos até sermos mais dignos de castigos que favores; pois sem dúvida é justa a punição de nossos pecados, o bem que nos falta e as aflições e dificuldades que nos fazem suplicar. De certo, atraímos sobre nós e sobre aqueles que nos são caros a ira de Deus, transgredindo voluntariamente os preceitos divinos e permitindo que outros também o fizessem. Choramos agora todas as nossas culpas.
Pedi, ó carinhoso São Geraldo, pedi ao bom Pai Celeste que nos perdoe. Ainda que seja justo sermos castigados por nossos pecados, afastai de nós e de nossos queridos os flagelos da justiça divina.
Alcançai-nos, pelos méritos das sublimes virtudes que vos fizeram eterno amigo de Deus, a graça que com toda confiança pedimos por esta oração. Ó São Geraldo, nosso amigo, nosso milagroso benfeitor, rogai por nós a Jesus e Maria, e seremos certamente atendidos.
São Geraldo Majela
Geraldo nasceu em 1726 em Muro, pequena cidade do sul da Itália. Sua mãe, Benedetta, foi uma bênção para ele, pois ensinou-lhe o imenso amor de Deus que não conhece limites. Ele era feliz por estar perto de Deus.
Geraldo tinha quatorze anos quando seu pai morreu e ele ficou sendo o arrimo da família. Tornou-se aprendiz na alfaiataria da cidade e era maltratado e agredido pelo mestre. Passados quatro anos de aprendizado, quando ele poderia montar sua própria alfaiataria, disse que ia trabalhar como empregado do bispo de Lacedônia. Seus amigos lhe aconselharam a não assumir o trabalho. No entanto, os ímpetos de ira e as constantes repreensões que impediram os outros empregados de permanecer mais que poucas semanas nada eram para Geraldo. Foi capaz de exercer todos os encargos e trabalhou três anos para o bispo até a morte deste. Quando acreditava que estava fazendo a vontade de Deus, Geraldo aceitava qualquer coisa. Se batiam nele na alfaiataria ou se o bispo não lhe dava valor, pouco importava; via o sofrimento como parte do seu seguimento de Cristo. "Sua Senhoria gostava de mim" - dizia. E já então, Geraldo costumava passar horas diante de Jesus presente no Santíssimo Sacramento, o sinal do seu Senhor crucificado e ressuscitado.
Em 1745, com 19 anos, voltou para Muro onde montou uma alfaiataria. Seu negócio prosperou, mas ele não ganhou muito dinheiro. Praticamente dava tudo para os outros. Guardava o que era necessário para sua mãe e suas irmãs e dava o resto aos pobres ou para Missas em sufrágio das almas do purgatório. Geraldo não passou por uma conversão repentina e espetacular, apenas foi crescendo constantemente no amor de Deus. Durante a Quaresma de 1747 ele resolveu ser completamente semelhante a Cristo o quanto lhe fosse possível. Fez penitências mais severas e procurava explicitamente a humilhação, fazendo-se passar por louco e sentindo-se feliz quando riam dele nas ruas.
Quis servir plenamente a Deus e pediu admissão no convento dos Capuchinhos, não sendo porém aceito. Aos 21 anos tentou a vida de eremita. Tal era a sua vontade de ser semelhante a Cristo, que aceitou imediatamente a chance de representar o papel principal num Drama da Paixão, um quadro vivo apresentado na catedral de Muro.
Com os Redentoristas
Em 1749, os Redentoristas estiveram em Muro. Eram quinze missionários e tomaram de assalto as três paróquias da pequena cidade. Geraldo seguiu cada detalhe da missão e decidiu que aquela devia ser a sua vida. Pediu para ingressar no grupo missionário, mas o Pe. Cafaro, o Superior, recusou-o por motivo de saúde. Tanto importunou os padres, que, ao deixarem a cidade, o Pe. Cafaro sugeriu à sua família que o trancasse no seu quarto.
Usando um estratagema que desde então haveria de encontrar imitadores entre os jovens, Geraldo amarrou os lençóis da cama e, descendo pela janela, seguiu o grupo dos missionários. Fez uma dura caminhada de dezenove quilômetros para chegar até eles. "Aceitem-me, me dêem uma chance, depois me mandem embora se eu não for bom," dizia Geraldo. Diante de tamanha persistência, Pe. Cafaro não pôde senão consentir. Mandou Geraldo para a comunidade redentorista de Deliceto com uma carta em que dizia: "Estou mandando um outro irmão, que será inútil quanto ao trabalho."
Geraldo sentiu-se absolutamente e totalmente satisfeito com o modo de vida que Santo Afonso, fundador dos Redentoristas, traçou para os seus religiosos. Ficava radiante ao constatar como era central o amor a Jesus sacramentado e como era essencial o amor a Maria, Mãe de Jesus.
Professou os primeiros votos na data de 16 de julho de 1752, que, conforme ele ficou sabendo com alegria, era a festa do Santíssimo Redentor e também o dia de Nossa Senhora do Carmo. Desde esse dia, com exceção de algumas visitas a Nápoles e do tempo passado em Caposele onde morreu, a maior parte da vida de Geraldo foi vivida na comunidade redentorista de Iliceto.
O rotulo de "inútil" não duraria muito. Geraldo era um excelente trabalhador e nos anos seguintes foi por várias vezes jardineiro, sacristão, alfaiate, porteiro, cozinheiro, carpinteiro e encarregado das obras da nova casa de Caposele. Aprendia rápido: visitando a oficina de um escultor, logo começou a fazer crucifixos. Era uma jóia na comunidade. Tinha apenas uma ambição: fazer em tudo a vontade de Deus.
Em 1754 o seu diretor espiritual pediu-lhe que escrevesse qual era o seu maior desejo. Ele escreveu: "amar muito a Deus; estar sempre unido com Deus; fazer tudo por amor de Deus; amar a todos por amor de Deus; sofrer muito por Deus. Minha única ocupação é fazer a vontade de Deus."
A Grande Provação
A santidade verdadeira deve sempre ser testada pela cruz, e assim, em 1754, Geraldo devia sofrer uma grande provação, aquela que bem pode ter merecido a ele o poder especial para assistir às mães e a seus filhos. Uma das suas obras de apostolado era a de encorajar e assistir as moças que queriam entrar para o convento. Muitas vezes ele até garantiu o necessário dote para alguma moça pobre que de outra forma não poderia ser admitida numa ordem religiosa.
Néria Caggiano era uma das moças assistidas desta forma por Geraldo. Porém, ela achou desagradável a vida do convento e dentro de três semanas voltou para casa. Para explicar sua atitude, Néria começou a espalhar mentiras sobre a vida das freiras, e quando o povo de Muro recusou-se a acreditar em tais histórias a respeito de um convento recomendado por Geraldo, ela resolveu salvar sua reputação destruindo o bom nome do seu benfeitor. Para isto, numa carta dirigida a Santo Afonso, o superior de Geraldo, ela o acusou de pecados de impureza com a jovem de uma família em cuja casa muitas vezes Geraldo ficava nas suas viagens missionárias.
Geraldo foi chamado por Santo Afonso para responder a acusação. Mas em vez de se defender, permaneceu em silêncio, seguindo o exemplo do seu divino Mestre. Diante deste silêncio, Santo Afonso nada pôde fazer senão impor ao jovem religioso uma severa penitência: foi negado a Geraldo o privilégio de receber a santa Comunhão e foi-lhe proibido todo contato com os de fora.
Não foi fácil para Geraldo renunciar aos trabalhos pelo bem das almas, mas este era um sofrimento pequeno em comparação com a proibição de comungar. Sentiu isto tão profundamente, que chegou a pedir para ficar livre do privilégio de ajudar a Missa, receando que, a veemência do seu desejo de receber a comunhão o fizesse arrancar a hóstia consagrada das mãos do padre no altar.
Algum tempo depois, Néria ficou gravemente enferma e escreveu uma carta a Santo Afonso confessando que as suas acusações contra Geraldo não passavam de invenção e calúnia. O santo ficou cheio de alegria ao saber da inocência do seu filho. Mas Geraldo, que não ficara deprimido no tempo da provação, também não exultou indevidamente quando foi justificado. Em ambos os casos sentiu que a vontade de Deus tinha sido cumprida, e isto lhe bastava.
A origem do "Santo das Mães”
Dois milagres, em particular, destacaram-se como significativos na confirmação de Geraldo como Santo Padroeiro das futuras mães. O primeiro foi escolhido, detalhado e aceito no processo de sua canonização. Aconteceu em Senerchia, onde uma mulher estava morrendo durante o parto. Seu marido e família conheciam Geraldo do trabalho de missões e pediram-lhe para orar por eles. Ele orou e a mãe e o bebê sobreviveram.
O segundo milagre aconteceu muitos anos mais tarde, após a morte de Geraldo. Ele era bem conhecido na cidade de Oliveto, a algumas milhas de Caposelle, e tinha muitos amigos. Foi para Oliveto para fazer uma visita de despedida para a família Pirofalo. Quando estava partindo, seu lenço caiu no chão. Uma jovem garota da família apressou-se para pegá-Io e devolvê-lo.
"Guarde-o", disse Geraldo, "pode lhe ser útil algum dia". Anos depois, aquela garota esperava seu primeiro filho e estava gravemente doente. Temia-se que nem a mãe nem o bebê pudesse sobreviver. De repente, ela se lembrou de Geraldo. Pediu o lenço durante a oração, e logo que o trouxeram ela começou a melhorar. Seu bebê nasceu sem qualquer problema.
A história chegou até nós através de seu neto, que recordava como sua avó guardava o lenço feito uma relíquia preciosa.
O mundo maravilhoso de São Geraldo
Geraldo parecia estar em contato tão próximo com Deus que milagres simplesmente o rodeavam. Sua vida era um milagre continuo. Multiplicou o pão quando os pobres passavam necessidade. Quando as colheitas se perderam em 1754 e aconteceu um rígido inverno, eles vieram em centenas para a porta do mosteiro. Dúzias de pães eram assadas e Geraldo doava tudo.
Os irmãos da comunidade protestaram um dia quando as despensas estavam vazias.
“Deus proverá", disse Geraldo.
O cozinheiro ficou surpreso ao descobrir o que Deus fez. Quando voltaram a olhar a despensa, ela estava cheia novamente. Um dos fatos mais espetaculares na vida memorável de Geraldo aconteceu na Bala de Nápoles.
Tinha caído uma grande tempestade e um navio, não se sabe se era um pesqueiro a vapor ou navio mercante, estava na tormenta sem qualquer ajuda. Espectadores assustados encheram a praia. Geraldo fez o sinal da cruz e disse em voz alta:
"Em nome da Santa Trindade, aproximem-se!"
E andando através da água, ele trouxe o navio seguro para o porto de Nápoles. Tornou-se mais famoso pela sua compaixão pelos doentes. Curou um jovem que estava morrendo de tuberculose, uma garota aleijada de nascença e um homem que sofria de câncer.
Seus dons eram muito conhecidos. Então, as pessoas o seguiam onde quer que ele fosse. Perguntado sobre um milagre, ele o atribuía ao tabernáculo: "Jesus opera milagres e distribui a graça, não eu". Fugia dos títulos de honra, desviava-se por becos e pelas portas do fundo, fazia qualquer coisa para evitar a glória que sabia pertencer a Deus.
De poucos santos se recordam tantos fatos prodigiosos como de São Geraldo. Seus processos de beatificação e de canonização revelam que seus milagres eram os mais variados e numerosos.
Milagre do pãozinho branco
Quando menino, a família de Geraldo passava por muitas necessidades. Ao sair para brincar, o próprio menino Jesus levava para ele um pãozinho branco, que era dividido com suas irmãs e seus pais.
Com freqüência entrava em êxtase enquanto meditava sobre Deus e sua santa vontade, e nessas horas podia-se ver seu corpo erguer-se alguns palmos do chão. Há testemunhos autênticos de que em mais de uma ocasião foi-lhe concedido o insólito milagre de ser visto e de conversar em dois lugares ao mesmo tempo.
A maior parte dos seus milagres foram feitos para o benefício de outros. Fatos extraordinários como os que enumeramos a seguir começam a parecer lugares comuns quando se lê a sua biografia.
Ele devolveu a vida a um garoto que tinha caído de um alto rochedo; abençoou a magra provisão de trigo pertencente a uma família e ela durou até a colheita seguinte; várias vezes multiplicou o pão que estava distribuindo aos pobres.
Certo dia andou sobre as águas para levar um barco de pescadores entre as ondas tempestuosas até a segurança da praia. Muitas vezes Geraldo contou às pessoas pecados secretos de suas almas que tinham vergonha de confessar e levou-as a penitência e ao perdão.
O seu milagroso apostolado em favor das mães também começou durante a vida. Um dia, ao sair da casa de amigos, a família Pirofalo, uma das moças o chamou dizendo que tinha esquecido o lenço. Num momento de intuição profética, disse Geraldo:
"Guarda-o, pois te será útil um dia."
O lenço foi guardado como uma preciosa lembrança de Geraldo. Anos mais tarde aquela moça estava em perigo de morte em trabalhos de parto. Lembrou-se das palavras de Geraldo e pediu o lenço. Quase imediatamente o perigo passou e ela deu à luz uma criança sadia. Em outra ocasião pediram as orações de Geraldo para uma mulher grávida que corria perigo junto com o filho. Tanto ela como a criança saíram ilesas do perigo.
CONTA A HISTÓRIA QUE UMA PESSOA DE SUA CIDADE DEIXOU CAIR UMA CHAVE NO POÇO, E PEDIRAM A AJUDA DO SANTO, E PRA SURPRESA GERALDO PEGOU UMA PEQUENA IMAGEM DE JESUS DESCEU ELA, E QUANDO A LEVANTOU A CHAVE ESTAVA NAS MÃOS DA IMAGEM!!
São Geraldo prevê nascimento de um bebê
Seu conterrâneo e amigo Alexandre Del Piccolo, que se casara há pouco pela segunda vez, foi visitá-lo em Materdomini. Geraldo o aconselhou: "Alegre-se e ame de coração sua esposa, apesar das dificuldades que virão. Ela está grávida de 40 dias e dará à luz um Menino".
E assim aconteceu. E Alexandre, feliz com o menino, o fez batizar com o nome de Geraldo.
E narrou esta história por todo canto. Consta das atas de canonização.
Geraldo converte pecador
O Santo recebeu de Deus um dom de tomar ciência dos pecados das pessoas. Com isso ele os ajudava a fazerem uma boa confissão e se libertarem do mal.
Jovem é liberta
Geraldo expulsou um demônio que atormentava a uma jovem.
Salvando um cavalo Geraldo impediu que um cavalo caísse de um precipício.
Santíssima Trindade socorre Geraldo do demônio
Considerando-se muito esperto, o demônio atormentou Geraldo, ameaçando afogá-lo no rio, quando seguia em uma noite chuvosa por meio de uma floresta. Geraldo ordenou ao demônio, em nome da Santíssima Trindade, que ao invés disso, o ajudasse a sair daquele lugar… o encardido não teve escolha!
Transformação
Geraldo transforma o vinagre.
Conversão
Geraldo converte um pecador
Compaixão
Auxílio no poço de Foggia.
Geraldo multiplica os pães
São vários os relatos de milagres em que São Geraldo multiplicou pães, obtendo alimento aos pobres de seu tempo.
Seguindo o Mestre
Certo dia andou sobre as águas para levar um barco de pescadores entre as ondas tempestuosas até a segurança da praia. Geraldo caminhou sobre as águas, como o Mestre: Jesus Cristo.
TRÊS GRAÇAS ALCANÇADAS COM O “LENÇO DE SÃO GERALDO”
Na vida de nosso querido santo, aparece, por vezes, um lenço como instrumento de “milagres”. Como parte das comemorações pelo Centenário da canonização de São Geraldo, aconteceu em Coronel Fabriciano, uma palestra que atraiu uma platéia de mais de 530 pessoas. No final da palestra foram distribuídos aos presentes “lencinhos de são Geraldo”, como recordação. E não é que são Geraldo começou naquela mesma noite suas “travessuras” através deles!
Uma mãe, chegando a casa, cheia de fé, colocou o “lenço abençoado” sobre a fronte de seu filhinho, invocando a proteção de são Geraldo. Fazia bem tempo que a criança vinha sofrendo uma forte e incômoda dor de cabeça. Simples cefaléia?!… Meningite?!… Aneurisma cerebral?!… Não se sabia. O que se sabe é que, no outro dia, a dor tinha evaporado e não voltou mais. ”Uma graça do “Protetor das mães e de seus bebês”, dando uma passadinha por ali”.
Outra mãe tinha um filho, padecendo muito com um feio e purulento furúnculo. Pensavam em levar o garoto ao médico, no dia seguinte, para lancetar a apostema. Mas, aquela mãe, invocando são Geraldo, aplicou o “lenço abençoado” sobre a pare dorida da criança. No dia seguinte a pústula tinha vazado toda e, dentro em breve, o menino já saltava por aí, livre da infecção, por uma graça do “Padroeiro das mães e de seus bebês que, tendo enfrentado em vida todos esses problemas de família, agora não falha ao ser invocado”
Essa graça foi obtida por uma senhora católica fervorosa. Já por muitas noites não conseguia dormir. Confiante, colocou o “lenço abençoado” sobre as têmporas, recomendando-se ao “Padroeiro das mães e de seus bebês”.Dormiu serenamente aquela noite e mais algumas horas do dia seguinte, como reposição do sono perdido antes. E a insônia voou como um passarinho espantado, para não mais voltar!Disse o P.e Paulo Cáfaro, referindo-se a Geraldo, moço noviço, em Deliceto: “Deus brinca com este rapaz E, pelo andar da carruagem, parece que o folguedo de Deus com Geraldo, está continuando. Talvez se enchessem livros contando as travessuras desses dois”.
Morte e Glorificação
De saúde sempre frágil, era evidente que Geraldo não iria viver muito. Em 1755 sofreu violentas hemorragias e disenteria, a ponto de sua morte ser esperada para qualquer momento. No entanto, ele devia ainda ensinar uma grande lição sobre o poder da obediência. O seu diretor mandou-lhe que sarasse, se fosse da vontade de Deus, e imediatamente a doença pareceu desaparecer, ele deixou o leito e juntou-se à comunidade. Sabia, porém, que esta cura era apenas temporária e que tinha pouco mais que um mês de vida.
Pouco depois teve que voltar ao leito e começou a preparar-se para a morte. Abandonava-se totalmente à vontade de Deus e escreveu na porta do seu quarto: "Aqui se faz a vontade de Deus, como Deus quer e por quanto tempo ele quer." Como freqüência ouviam-no recitar esta oração: "Meu Deus, quero morrer para fazer vossa santíssima vontade." Pouco antes da meia-noite do dia 15 de outubro de 1755, a sua alma inocente voltou para Deus.
Na morte de Geraldo, o irmão sacristão, na sua euforia, tocou os sinos à maneira festiva, em vez do toque fúnebre. Milhares de pessoas vieram ver o corpo do "seu santo" e tentar obter uma última lembrança daquele que tantas vezes os tinha ajudado. Após a sua morte, começaram a ser relatados milagres em quase todas as regiões da Itália, atribuídos à intercessão de Geraldo. Em 1893, o Papa Leão XIII o beatificou e, no dia 11 de dezembro de 1904, o Papa Pio X o canonizou como santo.
O Santo das Mães
Por causa dos milagres que Deus fez por meio das preces de Geraldo em favor das mães, as mães da Itália se afeiçoaram a Geraldo e fizeram dele o seu padroeiro. No seu processo de beatificação, uma testemunha atesta que ele era conhecido como "il santo dei felici parti" - o santo dos partos felizes.
Milhares de mães tem experimentado o poder de São Geraldo através da Liga de São Geraldo. Muitos hospitais dedicam a ele a ala da maternidade e dão a seus pacientes medalhas e santinhos de São Geraldo. Milhares de meninos recebem o nome de Geraldo dos pais, convencidos de que foi a intercessão dele que os ajudou para que nascessem sadios. Há também moças que tem um nome semelhante ao seu, e é interessante observar como "Geraldo" se transforma em Geralda, Geraldina, Geraldino, Gerardo, Geriane e Gerardete.
SÃO JOÃO BOSCO E DOMINGOS SÁVIO - FILME SEDE SANTOS 7
Vida de São João Bosco, São Domingos Sávio e Mama Marguerita(Santa Mãe de São João Bosco)
SÃO GERALDO MAJELA FILME SEDE SANTOS 8
SANTA FILOMENA FILME SEDE SANTOS 9
SÃO BENEDITO FILME SEDE SANTOS 10
SÃO GABRIEL DAS DORES FILME SEDE SANTOS 11
SANTA HELENA
1ª PEREGRINA DO MUNDO
IRMÃ AMÁLIA AGUIRRE
Vidente de Nossa Senhora das Lágrimas
BEATA LAURA VICUÑA
SÃO DOMINGOS SÁVIO
"Antes morrer do que pecar"
DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI
DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ
(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS) NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA
"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.
Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?
Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.
Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).
Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus. A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.
Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).
Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.
Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.
No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."