terça-feira, 21 de julho de 2026

21 de julho - Dia da Irmã Dolores Baldi

Primeira missionária da Congregação das irmãs Paulinas
1910-1999
Fundadora das Irmãs Paulinas no Brasil

Ser missionária era seu sonho. E este sonho ela o realizou no Brasil. Em outubro de 1931, deixou a Itália e veio viver a aventura missionária em nosso país. 

Quero falar-lhes de irmã Dolores Baldi, primeira missionária da Congregação das Irmãs Paulinas. Ela não era, nem é ainda, muito conhecida, contudo foi o instrumento dócil e forte nas mãos de Deus e a mola propulsora que fez acontecer, no Brasil, a instituição e todas as obras das Irmãs Paulinas. 

A Congregação das Irmãs Paulinas foi fundada pelo padre Tiago Alberione com a colaboração de irmã Tecla Merlo, em 1915, na Itália, e teve, no Brasil, sua primeira expansão no exterior. E irmã Dolores Baldi foi a escolhida para iniciá-la. Quem foi irmã Dolores Baldi? Ela mesma nos conta sua história: 
"Não conheci minha mãe. Ela morreu dois meses depois de me haver dado a luz. Fui confiada aos cuidados de uma ama, que me amamentou, de meu pai e de minha irmã mais velha, então com quinze anos. Éramos cinco irmãos: três mulheres e dois homens. 

Cresci num ambiente familiar unido, cristão, sereno e alegre. Aos doze anos, porém, após breve tempo de doença, meu pai faleceu e, logo depois, minha irmã, vítima de uma epidemia. E como minha outra irmã já havia se casado coube a mim os deveres de uma dona-de-casa: comprar, vender e cuidar de meus dois irmãos. 

Aos quatorze anos, comecei a sentir o desejo de ser missionária, para dedicar-me à catequese. Aos dezessete anos, esse apelo se tornou mais forte. Falei com meu pároco e ele me aconselhou a pensar melhor e entregar o meu futuro nas mãos de Deus. Ele saberia abrir-me o caminho missionário. Com o casamento de meu irmão, pensei que estivesse livre, mas com a morte prematura de minha cunhada tive de cuidar de meus dois sobrinhos pequenos. 

Após um ano, a convite de meu pároco, participei de um retiro orientado pelo padre Tiago Alberione. Entusiasmei-me com a espiritualidade e missão da Família Paulina, conversei com padre Alberione, que me aconselhou a entrar na Congregação, ainda não aprovada, mas já em plena atividade. Ingressei, sempre, porém, com o desejo de ir às missões. Esperançosa de um dia ser missionária, como me prometiam, comecei o noviciado. E antes mesmo de professar os votos religiosos a superiora me chamou e disse que o fundador havia me destinado para a missão no Brasil. Apesar de algumas preocupações, vibrei de alegria. Tinha, então, vinte e um anos. Comigo iriam uma irmã das Discípulas do Divino Mestre e um seminarista dos Paulinos. 

No dia 6 de outubro de 1931, diante dos fundadores e de minha formadora, pronunciei a fórmula da profissão religiosa prometendo, com a ajuda divina, entregar-me a Deus e à missão conforme o carisma paulino. Foi então que recebi o nome de Dolores, pois o meu nome de batismo era Tersila. Entregando-me o livro do Evangelho, um crucifixo e um terço, o fundador deu-me as últimas recomendações: "Nossa Senhora das Dores, ao pé da cruz, colaborou para a salvação de todas as pessoas. Santifica-te e os brasileiros se santificarão. O arcebispo de São Paulo não quer as Paulinas. Vocês fiquem escondidas por algum tempo, vistam-se de branco ou de vermelho - isso não tem importância - e esperem". 

Esse foi o início de uma caminhada de mais de setenta anos no Brasil, vivendo e partilhando, na Igreja local, uma evangelização inculturada a serviço do Evangelho e com os meios de comunicação social. 

Em 1966, quando a Congregação das Irmãs Paulinas no Brasil já contava com duas centenas de membros, muitas obras iniciadas, muitas casas construídas, irmã Dolores foi chamada para a Itália e mais tarde para Portugal, deixando em todos os lugares sua marca de missionária exemplar. 

Em 1976, a pedido das irmãs brasileiras, ela voltou ao Brasil, dedicando-se, então, não mais à direção da província, mas às atividades comuns nas comunidades. Mais tarde, transferiu-se para a casa das irmãs idosas, dedicando-se a pequenas tarefas. Em todo lugar e sempre, irmã Dolores foi exemplo de oração, entusiasmo apostólico, humildade e acolhimento. Sempre atenta, participava e alegrava-se com os progressos na missão. 

Por ocasião dos sessenta anos de consagração a Deus, entre outras coisas dizia: 
"Os fundadores me entregaram o que tinham de mais precioso: o Evangelho, o crucifixo e o terço. Os fundamentos foram sólidos e minha tarefa era construir com simplicidade e aos poucos, com erros e falhas, mas sem desanimar, na obediência e com amor. A semente foi lançada no Brasil, brotou e cresceu pela sua força íntima que é Deus. 

Após breves dias hospitalizada, com oitenta e nove anos, no dia 21 de julho de 1999, transferiu-se para a casa do Pai Celeste a fim de continuar intercedendo por nós e apostando na eficácia da missão de anunciar o Evangelho com os meios de comunicação social. 
Irmã Dolores tinha um carisma pessoal, uma personalidade forte e caráter marcante. Seu modo de ser e de viver traçou o estilo de vida e de missão de muitas pessoas. Abriu caminhos novos, com fé e coragem, para uma geração que viria mais tarde. 
Um dos centros da missão das irmãs Paulinas traz com muita gratidão o nome "Casa Irmã Dolores Baldi". Ela está aí, apontando para todos sua norma de vida missionária: "Confiança absoluta em Deus e ir em frente com coragem".

21 de julho - Dia de São Lourenço de Brindisi



São Lourenço de Brindisi
1559-1619 




Geralmente, as chamadas "crianças superdotadas", aquelas que demonstram um dom excepcional para alguma especialidade, quando crescem, parecem "perder os poderes" e nivelam-se com as demais pessoas. São poucas as exceções que merecem ser recordadas. Mas, com certeza, uma delas foi Júlio César Russo, que nasceu no dia 22 de julho de 1559, em Brindisi, na Itália. 

Seu nome de batismo mostrava, claramente, a ambição dos pais, que esperavam para ele um futuro brilhante, como o do grande general romano. Realmente, anos depois, lá estava ele à frente das forças cristãs lutando contra a invasão dos turcos muçulmanos, que ameaçava chegar ao coração da Europa depois de ter dominado a Hungria. Só que não empunhava uma espada, mas sim uma cruz de madeira. Nessa ocasião, já vestia o hábito franciscano, respondia pelo nome de Lourenço e era o capelão da tropa, além de conselheiro do chefe do exército romano, Filipe Emanuel de Lorena. 

Vejamos como tudo aconteceu. Aos seis anos de idade, o então menino Júlio César encantava a todos com o extraordinário dom de memorizar as páginas de livros, em poucos minutos, para depois declamá-las em público. E cresceu assim, brilhante nos estudos. Quando ficou órfão, aos quatorze anos de idade, foi acolhido por um tio, que residia em Veneza. Nessa megalópole, pôde desenvolver muito mais os seus talentos para os estudos. 

Mas a religião o atraia de forma irresistível. Dois anos após chegar a Veneza, ele atendeu ao chamado e ingressou na Ordem dos Frades Menores de São Francisco de Assis. Em seguida, juntou-se aos capuchinhos de Verona, onde recebeu a ordenação e assumiu o novo nome, em 1582. Depois, completou sua formação na Universidade de Pádua. Voltou para Veneza em 1586, como professor dos noviços da Ordem, sempre evidenciando os mesmos dotes da infância. 
Tornou-se especialista em línguas e sua erudição levou-o a ocupar altos postos em sua Ordem e também a serviço do sumo pontífice. Foi provincial em Toscana, Veneza, Gênova e Suíça e comissário no Tirol e na Baviera, pregando firmemente a ortodoxia católica contra a Reforma Protestante, além de animar as autoridades e o povo na luta contra a dominação dos turcos muçulmanos. Lourenço foi, mesmo, o superior-geral da sua própria Ordem e embaixador do papa Paulo V, com a missão de intermediar príncipes e reis em conflito. 

Lourenço de Brindisi morreu no dia do seu aniversário, em 1619, durante sua segunda viagem à Península Ibérica, na cidade de Lisboa, em Portugal. Foi canonizado em 1881 e recebeu o título de doutor da Igreja em 1959, outorgado pelo papa João XXIII. A sua festa é celebrada um dia antes do aniversário de sua morte, dia 21 de julho.


LOURENÇO DE BRINDISI
Capuchinho, Doutor da Igreja, Santo
1559-1621

Júlio César ― nome de baptismo do Santo – nasceu em Brindisi a 22 de julho de 1559, filho de Guilherme Russo e Isabel Masella, casal 
  
modelarmente religioso, que desde o berço lhe incutiu o temor e o amor de Deus.

Aos oito anos de idade perdeu o pai; pouco depois foi admitido na escola dos meninos oblatos, espécie de pequeno seminário dos frades franciscanos, onde sua inteligência invulgar, fidelíssima memória e aplicação ao estudo o fizeram notar por parte de mestres e condiscípulos.

Adolescente, foi morar com o tio paterno, Padre Rossi, em Veneza. Este dirigia uma escola privada para alunos que seguiam o curso na Universidade de São Marcos e logo descobriu no sobrinho o tesouro que lhe fora confiado. Não hesitou em incentivá-lo na via da santificação e no desejo de abraçar a vida religiosa.

Assim, Júlio César entrou para a Ordem dos Capuchinhos, em Veneza, tomando em religião o nome Lourenço, com o qual tornar-se-ia célebre.

Entregou-se ao estudo das línguas latina, hebraica e grega, além de aprofundar-se em História, Filosofia e Teologia. Sua memória era tão prodigiosa, que aprendeu a Bíblia de cor, confidenciando mesmo a um condiscípulo que, se por desgraça essa obra sagrada viesse a desaparecer, ele seria capaz de reconstituí-la.

Frei Lourenço foi incumbido de pregar mesmo antes de sua ordenação, obtendo muitas conversões, tanto nesse período quanto depois de tornar-se sacerdote.

Tendo o eco do sucesso de Frei Lourenço chegado aos ouvidos do Papa Clemente VIII, incumbiu-o este das pregações aos judeus de Roma. Além de grande teólogo, familiarizado com as Sagradas Escrituras, Frei Lourenço tinha a vantagem de falar correntemente o hebreu. Cumpriu sua missão com êxito extraordinário, o que levou alguns judeus influentes, com considerável número de seus correligionários, a solicitar serem instruídos na verdadeira Religião.
Aos 30 anos, Frei Lourenço foi eleito Guardião (Superior do Convento) de Bassano del Grappa. Três anos após, Vigário Provincial da Toscana e depois de Veneza. Em 1596 elegeram-no Definidor Geral da Ordem, um dos mais elevados cargos. Mais tarde, tornou-se Guardião de Veneza e Provincial da Suíça.
Bastião da Cristandade perseguida

Do Tirol e do Império Austro-Húngaro apelaram aos Capuchinhos para socorrer a fé ameaçada. Frei Lourenço foi escolhido para chefiar um grupo de 11 confrades e fundar Mosteiros em Praga e Viena.

O problema era delicado por causa da pusilanimidade e superstição do Imperador Rodolfo e da influência que exerciam vários de seus auxiliares protestantes ― inclusive o famoso astrónomo Tyco-Brahe ― os quais envenenavam as relações do monarca com os missionários. Foi necessário o apoio de influentes nobres católicos para a revogação de uma sentença de expulsão dos religiosos.

O intrépido missionário pôs-se então a pregar, "refutando com coragem e impetuosidade implacável" (*) os hereges. Começou a participar de reuniões, promovidas por damas da aristocracia, entre católicos e protestantes, para debater problemas religiosos; seus conhecimentos de Teologia e da Sagrada Escritura propiciavam-lhe sempre superioridade nas discussões.

Foi-lhe assim possível fundar três conventos no Império: em Praga, Viena e Gratz, cidade então governada pelo Arquiduque Ferdinando, futuro Imperador, que na época contava 21 anos.
Exímio cruzado, diplomata e mediador

Quando os turcos invadiram a Hungria e rumaram para Viena, dois capuchinhos foram solicitados para capelães das tropas imperiais. Frei Lourenço decidiu ser um deles.

No campo de combate de Alba Real, o Santo era visto em toda parte confessando e animando os soldados. No ardor da batalha, munido de um Crucifixo, foi adiante das tropas gritando: "Avancemos, avancemos!" Por mais que os inimigos se empenhassem em derrubá-lo, foi-lhes impossível. Uma como que mão invisível desviava de tal maneira todos os golpes assestados contra o capuchinho, que os soldados refugiavam-se atrás dele como da mais protectora muralha... Apesar da inferioridade de armas, os filhos da Cruz desbarataram as tropas de Mafoma, infligindo-lhes pesada derrota.

Cena semelhante repetiu-se quando Frei Lourenço exerceu missão diplomática na Espanha, propondo a Felipe III, da parte do Papa Paulo V, nova investida contra os mouros daquele país. Estes, reorganizando-se, já constituíam uma força ameaçadora. Sob o comando de Dom Pedro de Toledo, um reduzido número de cristãos, inflamados pelo zelo do santo capuchinho, expulsou então os mouros de suas melhores posições, apoderando-se de seus bastiões.

São Lourenço de Brindisi exerceu também papel-chave na formação de uma Liga Católica, idealizada pelo Duque Maximiliano da Baviera, a fim de opor-se à Liga Protestante.

Visitando os Príncipes católicos e obtendo sua adesão – sobretudo a do Rei da Espanha, então a mais poderosa nação católica da Europa – tornou ele realidade esse plano.

Com sua habilidade diplomática, apoiada sobretudo em sua fama de santidade, Frei Lourenço, a pedido do Papa, conseguiu várias vezes evitar guerras fratricidas entre os Príncipes católicos, tendo reconciliado também o Arquiduque Matias com seu irmão, o Imperador Rodolfo, pois o primeiro ameaçava abrir uma cisão no Império e iniciar um conflito. Do mesmo modo, conseguiu fazer cessar uma guerra entre o Rei Felipe III da Espanha e o Duque da Sabóia, bem como outra entre o Duque de Parma e o de Mântua.

Colocando a Fé católica acima de tudo, São Lourenço de Brindisi sempre foi um paladino contra os inimigos da Igreja e um arauto da paz entre os príncipes católicos.
Polemista extraordinário e taumaturgo
Frei Lourenço polemizou com o pastor luterano Policarpo Leyser, que escrevera contra ele e os jesuítas um panfleto cheio de injúrias, no qual os desafia a refutá-lo por escrito.

Nessa polémica, julgou melhor atacar directamente Lutero, cabeça da heresia, do que aquele Pastor, um de seus inexpressivos membros. Com seu profundo conhecimento da Escritura em seus originais grego e hebreu redigiu uma refutação "das mais originais e das mais geniais jamais concebidas". Isto é, um manual de"consulta rápida e de linhas-mestras claras e precisas", no qual vê-se a "habilidade e competência impressionantes do autor no emprego dos textos originais da Santa Escritura sobre os quais os protestantes pretendiam apoiar-se", partindo assim "para um ataque formidável contra Lutero". Para a redacção desse manual, o Santo "compulsa pessoal e escrupulosamente as próprias obras do heresiarca".

Suas actividades eram quase sempre apoiadas por estupendos milagres, narrados por seu primeiro biógrafo e contemporâneo, Frei Lourenço d’Aosta: cegos viam, paralíticos andavam, mudos agradeciam em alta voz. Em cada vilarejo que entrava, era recebido com uma verdadeira apoteose. Feliz época aquela, em que a virtude era popular!

Frei Lourenço ligou-se de santa amizade com o Duque da Baviera, Maximiliano, em quem via um grande zelo pela Religião. A pedido deste, obteve a cura da Duquesa, que sofria de histeria e esterilidade.

Vigário-Geral da Ordem

Em 1602, os padres capitulares elegeram Frei Lourenço para Vigário-Geral da Ordem. Ao mesmo tempo, confiaram-lhe o cuidado de visitar as províncias transalpinas da mesma.

Viajando a pé, às vezes percorrendo até 40 milhas por dia, tanto durante o tórrido verão quanto o frígido inverno, ou enfrentando chuvas torrenciais, visitou ele, em um ano, as Províncias da França, Países Baixos e Espanha.

Nessas visitas, algumas vezes Frei Lourenço ia à cozinha lavar a louça utilizada por seus confrades. Mas esse ato de humildade não o impedia de utilizar a energia, quando necessário. Assim, num convento que dispunha de muitas comodidades, ao lado de uma igreja mal cuidada, chamou a atenção do Guardião: "Deus antes, vós depois" disse-lhe. "Não tendes vergonha de estar todos em um convento aquecido e de mesa bem guarnecida ao lado de uma capela ameaçada de ruína, com a chuva inundando o santuário?"

Seu zelo pelo cumprimento das regras pode ser avaliado pelas Ordenações que deixou em diferentes lugares e os apelos contínuos, insistentes e enérgicos em prol da austeridade tradicional da Ordem, especialmente da mais estrita pobreza.
Os dois grandes amores de São Lourenço:

a Virgem Maria e a Sagrada Eucaristia 

A devoção que Frei Lourenço votava à Virgem Maria representa algo de inexprimível. Era uma devoção "impregnada de reconhecimento. Ninguém mais que ele foi tão convencido de tudo ter recebido de Maria e por intermédio de Maria". Entre outras graças insignes que o Santo Lhe atribui está a de nunca ter sido sujeito às tentações de sensualidade.

Do púlpito, dizia: "Todo dom, toda graça, todo benefício que temos e que recebemos continuamente, nós os recebemos por Maria. Se Maria não existisse, nós não existiríamos e não haveria o mundo". "Deus queira – insistia ele – que todos, todos, todos, e desde a infância, aprendessem bem depressa essa verdade: aquele que se confia a Maria, que se entrega a Maria, não será jamais abandonado, nem neste mundo nem no outro".

Ele transcreveu, numa obra intitulada Mariale, os sentimentos de seu coração: "É uma mobilização de toda a Escritura para defesa e exaltação da Mãe de Deus". 
"É o que se escreveu de melhor e de mais completo sobre a Virgem Mãe de Deus".

A outra grande devoção de São Lourenço de Brindisi foi à Sagrada Eucaristia. Ela se exprimia mais propriamente durante o Santo Sacrifício da Missa, que era "o centro não somente de sua vida espiritual, mas de toda sua existência". Para poder expandir seu coração nesse sublime mistério, ele obteve do Papa as dispensas e os indultos necessários, de modo que – coisa inusitada naquela época – podia celebrar a qualquer hora do dia ou da noite. O santo "prolongava a celebração [da Missa] durante seis, oito, 10 horas ou mais". Isso se explica pelos frequentes êxtases que o arrebatavam nas várias partes do Santo Sacrifício.
Última Missão e predição da morte

A última missão que exerceu foi junto a Felipe III, contra o Duque de Ossuna – homem valente, mas devasso e corrompido, que oprimia seus vassalos – acobertado na Corte por seu parente, o Duque de Uceda, favorito do Rei.

Embora o soberano estimasse muito Frei Lourenço, não queria descontentar o Duque de Uceda. Em vista disso, as coisas não iam para a frente. A Santa Sé também, temendo a cólera do Duque de Ossuna, Vice-rei de Nápoles, não ousava dizer uma palavra para fazê-lo cair.

Frei Lourenço, inflamado de zelo, para provar a santidade da causa que defendia, revelou que em breve morreria e que no prazo de dois anos o Soberano espanhol e o Papa o seguiriam ante o tribunal de Deus.

Poucos dias depois, após um ataque agudo de gota seguido de febre, Frei Lourenço entregava sua alma a Deus, quando cumpria 60 anos. O Papa Paulo V seguiu-o, em janeiro de 1621, e dois meses após, Felipe III. Três anos depois, era a vez do Duque de Ossuna, a quem Felipe IV mandara processar e prender no castelo de Almeida...

21 de julho - Dia de Santa Praxedes e Santa Prudenciana


21 de julho - Dia de Santa Praxedes e Santa Prudenciana

Santa Praxedes e Santa Prudenciana
IRMÃS SANTAS PRAXEDES E PRUDENCIANA
SANTA PRAXEDES

Santa Praxedes era uma dama romana cujo pai, São Prudêncio, convertido por São Paulo Apóstolo, era um amigo dos Apóstolos.

Ela era irmã de Santa Prudenciana (ou Prudência).

 SANTA PRUDENCIANA

Biografia

No tempo em que o imperador Marco Aurélio perseguia os cristãos, Praxedes, dama romana, irmã de Prudenciana (ou Prudência), ajudava aos fiéis com os seus recursos financeiros e seus cuidados, consolava-os e prestava-lhes todos os serviços que podia dispensar com sua caridade.

Escondia-os em sua casa, exortava-os a perseverar na fé, enterrava cristãmente os cadáveres.

Ela não deixava que nada faltasse aos que eram aprisionados nas masmorras ou àqueles tratados como escravos.

As duas irmãs mandaram construir um batistério dentro de sua própria casa, onde já havia uma capela, para que ali os catecúmenos fossem batizados.

Foram ajudadas em suas obras pelo Papa Pio I (140-154 d.C.) e pelo sacerdote Pastor. 


AS IRMÃS SANTA PRAXEDES E PRUDENCIANA GUARDANDO O SANGUE DOS MÁRTIRES E ENTERRANDO SEUS CORPOS.

Prudenciana morreu martirizada aos dezesseis anos de idade e foi enterrada nas catacumbas de Santa Priscila, perto de seu pai, na Via Salária.

Após a morte de sua irmã Prudenciana, Praxedes, oriunda de uma família nobre e tradicional, transformou seus palácios em igrejas para onde, dia e noite, os pagãos acorriam aos milhares pedindo o Batismo.

A polícia imperial respeitava a residência de uma descendente dos Cornelii. Livre da tutela de Antonino, seu pai adotivo, Marco Aurélio não demorou muito a ser impedido por este obstáculo. Aconteceu uma execução em massa, em que inúmeros cristãos foram presos e massacrados.

A dama romana viu tudo desmoronar ao seu redor sem que ela própria fosse atingida. 


Magoada, Praxedes voltou-se para Deus e pediu-Lhe para morrer, se isso lhe fosse vantajoso.

Foi chamada, no décimo segundo dia das *calendas de agosto, a receber no Céu a recompensa por sua piedade.

Seu corpo foi depositado, pelo padre Pastor, na sepultura de seu pai e de sua irmã Prudenciana, nas catacumbas de Santa Priscila, na Via Salaria.

Celebrações

Praxedes é celebrada pela Igreja no dia 21 de Julho, dia de sua morte, após ter prestado assistência durante um longo tempo aos primeiros cristãos perseguidos.

Foi enterrada junto ao seu pai e à sua irmã, e uma igreja lhe foi consagrada, reconstruída pelo Papa Pascal I em 822, e que hoje é a Basílica de Santa Praxedes de Roma. 

Segundo a tradição, nesta basílica é conservado um pedaço da coluna na qual teria ocorrido a flagelação de Cristo.

*As calendas, no antigo calendário romano, eram o primeiro dia de cada mês quando ocorria a Lua nova. Havia três dias fixos: as calendas, as nonas (quinto ou sétimo dia, de acordo com o mês) e idos (13º ou 15º dia, conforme o mês). Dos idos é que provém a expressão "nos idos de setembro" para expressar uma data para a segunda metade do mês.

É desta palavra que se originou o termo calendário e a expressão calendas gregas, representando um dia que jamais chegará, pois era inexistente no calendário grego


Basílica de Santa Praxedes

Santa Praxedes ou Santa Passos é uma bela igreja dedicada à santa no século V e sob o papa Pascoal I cujo pontificado ocorreu de 817 a 824 foi aumentada para formar uma basílica com nave central e duas naves laterais.

Tornou-se propriedade dos beneditinos em 1198. Nos séculos seguintes foi sendo aumentada e restaurada, sem perder seu caráter basilical. No interior há duas colunas de granito que sustentam uma arquitrave horizontal e alternam com pilares maciços, dividindo a ampla nave das naves laterais.

Acrescentaram-se arcos no século XIII, que atravessam a igreja de lado a lado. Como outras igrejas contemporâneas, foi ornamentada com ricos mosaicos. A Cidade Celeste de Jerusalém aparece acima do arco triunfal, e o Cordeiro do Apocalipse, o Livro dos Sete Selos, os Sete Candelabros, os Quatro Arcanjos e os símbolos dos quatro Evangelistas aparecem no arco da ábside. De ambos os lados do arco, os velhos do Apocalipse trazem coroas douradas ao Cordeiro de Deus, e na cúpula da ábside aparecem as irmãs Pudenciana e Praxedes, conduzidas ao céu. O objetivo era duplo: glorificar Deus e os santos, e ao mesmo tempo instruir os fiéis da doutrina cristã.


O mosaico da ábside é a maravilha da igreja: é carolíngio, data do século IX.

Narra a história das duas santas irmãs que teriam acolhido São Pedro em sua casa. Gratos, São Pedro e São Paulo as acolhem no céu e as apresentam a Cristo. As duas têm coroas da vida eterna, que carregam maravilhadas em suas mãos veladas. Á esquerda surge o construtor da basílica, Pascoal I, com o modelo arquitetônico da igreja nas mãos, que estende para Cristo.

Do outro lado, São Zeno, em cuja honra Pascoal mandou construir uma capela perto da nave lateral direita. O recebimento das irmãs nos céus tem lugar sobre um campo verde semeado de flores, onde corre o rio Jordão, tendo de cada lado Jerusalém e Belém. O assunto se prolonga no friso inferior, que mostra o Cordeiro de Deus e doze ovelhas, símbolo dos Apóstolos.


INTERIOR DA BASÍLICA DE SANTA PRAXEDES, EM ROMA.

ABAIXO DO ALTAR ESTÁ A CRIPTA COM AS RELÍQUIAS DAS SANTAS PRAXEDES E PUDENCIANA.

A capela de São Zeno segue o plano de uma cruz grega e era destinada ao túmulo da mãe do papa, Teodora. Hoje é um dos poucos aposentos medievais completamente abobadados da cidade. Na entrada há duas colunas de pórfiro com capitéis carolíngios, que apoiam uma antiga entablatura (a parte superior das colunas, ou arquitrave, friso e cornicha).

Tudo se cobre de mosaicos coloridos, sobre campo de ouro, referentes às relíquias dos mártires na igreja. Uma imagem de Cristo, apenas o rosto e os ombros, com auréola redonda, está no apex da abóbada, sustentada por quatro anjos que parecem crescer das colunas de apoio à cúpola. Os apóstolos André, João e Tiago aparecem no arco redondo à direita, e Cristo no nicho entre São Pascoal I e São Valentiniano.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia

PLACA COMEMORATIVA.
O PAPA PASCOAL I TROUXE PARA ESTA IGREJA OS CORPOS DE 2.300 MÁRTIRES.

COLUNA SEGUNDO A TRADIÇÃO
DA FLAGELAÇÃO DE CRISTO

CRIPTA ONDE REPOUSAM OS RESTOS MORTAIS
DE SANTA PRAXEDES E SUA IRMÃ SANTA PRUDENCIANA


TETO DA BASÍLICA


PAPA PASCOAL I


SANTA PRAXEDES GUARDANDO
O SANGUE DOS MÁRTIRES

TUMBA ONDE ESTÃO OS RESTOS MORTAIS DE SANTA PRAXEDES


INTERIOR DA BASÍLICA


SANTA PRAXEDES
GUARDANDO O SANGUE DOS MÁRTIRES


SANTA PUDENCIANA E SANTA PRAXEDES
LADEANDO
A VIRGEM COM O MENINO JESUS

SANTA PUDENCIANA


JACAREÍ, 17 DE FEVEREIRO DE 2013 - MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA E SANTA PRUDENCIANA COMUNICADAS AO VIDENTE MARCOS TADEU - CAPELA DO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA

“-Amados filhos, hoje, novamente vos convido a voltardes o vosso coração para Mim, a Mãe do belo Amor para deixar que verdadeiramente entre em vós amor divino,o amor sobrenatural para que com este amor ameis o Senhor.
O Amor vos amou primeiro e foi Ele que vos trouxe até Aqui, que vos chamou a conhecê-Lo, a saboreá-Lo, a senti-lo e a correspondê-Lo com um amor puro, com uma fé pura e um coração igualmente puro e santo. Santas, portanto, devem ser as vossas intenções para vos aproximardes de Deus e de Mim Aqui, santas devem as vossas aspirações, ou seja, deveis aspirar a santidade, desejar a santidade, com todas as forças do vosso coração e para tanto deveis renunciar a todo o pecado, a todo o mal, pois Deus não se mistura com o pecado, O TRES VEZES PURO não se mistura com aquilo que é impuro, por isso, tende no vosso coração a reta e pura intenção de buscar a Deus Aqui com o firme desejo de amá-Lo, de agradá-Lo, de contentá-Lo e de satisfazê-Lo dando-lhe o vosso amor puro. Então Ele virá, entrará no vosso coração, viverá convosco, habitará juntinho de vós e encherá a vossa vida de tantas graças e sinais de Seu amor para convosco que vós vivereis a vossa vida mais angélica do que humana, sentindo a Sua paz, vivereis imersos no Seu amor e mesmo cuidando das obrigações de cada dia, vós vivereis verdadeiramente envoltos por um amor sobrenatural do Senhor que nunca antes sentistes e esta paz e este amor transbordarão para fora de vós e se irradiarão para todas as pessoas ao redor de vós e elas também desejarão sentir essa Paz, sentir esse Amor e buscar este Amor que vos amou primeiro.
O Amor vos amou primeiro, o Amor é JESUS e Ele vos amou primeiro, vos atraiu Aqui, vos trouxe para as Nossas Aparições para Aqui se revelar a vós inteiramente, dar-vos a Sua Paz, encher-vos com os Seus Dons e as Suas Graças e assim desta forma vos transformar num jardim de beleza e de santidade onde as flores mais puras, mais perfeitas e mais belas crescem a cada dia mais dentro de vós. Esse amor vos ama com amor ciumento, não admite que ameis outra coisa fora Dele, nem em Seu lugar, não entra no vosso coração, nem aí permanece se vê outro rival dentro de vós. Por isso, peço-vos Meus filhos, renunciai a todo o pecado, a todo desejo desordenado vosso, ao vosso amor próprio que na maioria das vezes é o principal inimigo de Jesus dentro de vós mesmos, para que então Jesus entre, faça morada, viva dentro de vós, convosco se faça uma só coisa na fornalha do Amor.
Eu, a Mãe do Amor Divino, que vos amou primeiro chamo-vos a amardes o Amor, a corresponderdes ao Amor, a vos entregardes completamente a este Amor que não vos ama por vos achar dignos, mas, ama-vos por Sua divina caridade e amando-vos nesta caridade capacita-vos, torna-vos dignos de amá-Lo e de estar com Ele, este fogo vai consumir dentro das vossas almas toda a impureza e como ouro posto na fornalha saireis purificados como algo de grande valor e o vosso esplendor será o próprio esplendor do Amor que vos amou primeiro e que vive e habita dentro de vós. Fugi de tudo o quanto afugenta o Amor dentro de vós, de tudo o quanto afasta Jesus do vosso coração, para que então, vivendo em perfeita união e intimidade com Ele possais com Ele viver, sofrer nesta vida e um dia triunfar com Ele no Céu.
Continuai a rezar todas as Orações que Eu vos dei Aqui, elas são eficacíssimas para vos preparar para o encontro com o Amor que vos amou primeiro, elas são poderosíssimas para tirar de dentro do vosso coração todos os rivais, todos s inimigos de Jesus, principalmente vosso amor próprio e assim vos preparar qual terra boa e fértil para receber a visita do Semeador e em vós acolherdes a semente do Amor que verdadeiramente vos ama e que vos quer a todos Consigo na Glória.
Eu, abençoo-vos a todos hoje abundantemente e especialmente a ti Marcos, que como já disse anteriormente, com este VÍDEO DAS MINHAS APARIÇÕES EM BONATE, tiraste do Meu Coração espadas dolorosíssimas de dor que Nele estavam cravadas há muitos anos, há 70 anos e novamente te prometo: tantas quantas forem as almas que se converterem e forem salvas por meio deste vídeo serão outras tantas coroas que colocarei em tua cabeça na glória do Céu e outros tantos abraços maternos que te darei Meu filho, porque não podes imaginar a alegria e consolações inauditas que Me deste fazendo para Mim esta Obra de grande valor, de ardente amor e de tão salutar bem para as almas, salutar benefício espiritual para as almas do mundo inteiro.
A ti o mais esforçado dos Meus filhos e a todos esses Meus filhos que estão Aqui, que Me amam de verdade, que Me correspondem, que se esforçam por seguir-Me e corresponder-Me a cada dia, agora, abençoo de LA SALETTE, de MONTICHIARI, de BONATE e de JACAREÍ.

A Paz, Meus filhos amados.”

MENSAGEM DE SANTA PRUDENCIANA

“-Amados irmãos, Eu, PRUDENCIANA, serva do Senhor, serva de Maria Santíssima exulto de alegria, por poder hoje pela primeira vez dar-vos a Minha Mensagem Aqui.Vinde irmãos, vinde Comigo, vinde amar o Senhor! Vinde louvá-Lo, vinde entregar-vos completamente a Ele! Vinde aos Pés do Amor para por Ele serdes amados e amá-Lo com todas as forças do coração consumando assim o supremo e eterno desejo de Deus, de ver-se enfim: amado e adorado na Sua criatura e assim com Ele compartir, compartilhar Sua eterna alegria e Sua glória.
Vinde as Pés do amor para serdes amados pelo amor, esse amor que vos amou primeiro e que vos está Aqui neste Lugar Sagrado e Bendito, pronto para amar-vos, para cumular-vos com os Seus Dons de Amor, esperando apenas que o vosso coração se abra para Ele, O receba, O deixe entrar e O deixe agir em vós. O motivo do porque tanto sofrem neste mundo, sem consolo, em vão e demais é porque não procuram, não vem aos Pés do Amor para por Ele serem amados, procuram o amor eterno, imutável, o amor infinito nas criaturas que não podem dá-lo porque ele está muito acima de sua capacidade. Esperam o amor das criaturas e quase sempre decepcionam-se, ferem-se e com isso confundem-se. O pecador se confunde porque tira de Deus o amor que somente a Ele é devido, rouba do Senhor esse amor para dá-lo as criaturas e espera das criaturas a retribuição, em não recebendo-a cai na confusão, porque o seu coração busca a verdadeira felicidade e o verdadeiro amor onde eles não existem.
Vinde aos Pés do amor verdadeiro, de Jesus e Ele vos cumulará com todo o Seu amor a um tal ponto que vós chorareis de alegria. Vinde Aqui neste Lugar Sagrado aos pés do Amor, aos Pés da Mãe do Belo amor, aos Pés de São José guardião do belo Amor e Eles vos encherão tanto com vosso amor que vós exclamareis em êxtase como o apóstolo: Já não Sou mais Eu que vivo, mas é Cristo que vive em Mim.
Vinde, vinde aos Pés do verdadeiro Amor, para amar o Amor, dando a Ele toda a vossa vida, todo o vosso coração, todo o vosso ser, permitindo que Ele vos tome em Seus Braços e vos leve pela estrada que Ele quer, que Ele sabe ser certa e segura para o Céu. Lançai fora do coração todo o apego a vós mesmos e aos vossos planos para que verdadeiramente o plano do Senhor se faça em vós como foi feito em Mim. Deixai que o Senhor vos visite, pacificai a vossa alma, afastai-vos de tudo aquilo que puxa o vosso coração para a efemeridade das coisas da Terra e lançai o vosso olhar e o vosso coração sempre para as coisas celestes buscando-as com todo o vosso coração, com toda a vossa alma, com todo o vosso ser para que verdadeiramente a vossa alma ame o perfeito amor com amor puro e sobrenatural e este amor em pura transformação agirá em vós fundindo-vos com Ele de modo que sereis um só amor com Ele como Eu mesma fui.
O Amor está tão perto de vós, deixa-se Aqui encontrar, tocar por vós, mas muitos de vós permaneceis fechados e como uma água que escorre pelos rochedos sem nunca penetrar a pedra, assim, a graça do Senhor e o Seu Amor muitas vezes bate no vosso coração, mas não entra, porque vós estais fechados e bloqueados para Ele com os vossos olhares postos unicamente onde está o vosso coração, ou seja, o pecado, nas coisas vãs e efêmeras deste mundo que na maioria das vezes só vos levam para longe do Senhor.
Voltai o vosso coração e o vosso olhar para Ele e então o vosso coração se abrirá e o Senhor então entrará e será vosso tesouro, convosco compartilhará sua Paz, Sua alegria e Seu Amor e vós sereis aquelas rosas místicas: brancas de oração, vermelhas de amor e sacrifício, amarela-dourada de penitência e expiação que a Senhora, que a Mãe do belo Amor tanto Aqui veio procurar e veio pedir que vós sejais. Então Meus filhos, Meus irmãos queridos que Eu amo como uma mãe ama Seus filhos. Vinde a Mim! Vinde amar o Senhor Comigo! Vinde amar o Senhor Comigo! Vinde as Pés Dele e Eu vos ensinarei como amá-Lo, pois Eu aprendi isso em pouco tempo e fui tão unida com Ele no amor, deixei-Me invadir, deixei-Me tomar tanto por Seu amor ao ponto de derramar sangue ao Seu louvor juntamente com a Minha irmã SANTA PRAXEDES.
Meus amigos, vinde, pois o tempo que o Amor se deixa encontrar e amar por vós já se esgota. Não percais um minuto mais, decidi-vos já e agora a verdadeiramente abrirdes o vosso coração, a conhecerdes o verdadeiro amor, a deixar-vos tomar, dominar por este Amor e Eu vos prometo que em pouco tempo vos farei avançar tanto na estrada da santidade que Eu vos transformarei em gigantes da perfeição, da prática das virtudes, do amor sobrenatural em pura transformação em vós e vos farei vos tornardes verdadeiros serafins de amor puro.
Eu, PRUDENCIANA, estou sempre convosco! Estou muito perto de vós quando rezais a HORA DOS SANTOS todas as quartas-feiras, naquela HORA prometo que graças especiais serão derramadas por Mim nas vossas almas. Esta HORA DOS SANTOS que o Marcos fez para vós é uma hora que une o Céu à Terra, naquele momento os demônios caem paralisados por terra deixam em paz as almas que tinham aprisionadas, nós libertamos muitos possessos do demônio, reconduzimos muitos pecadores ao caminho da graça e da salvação e fazemos com que do alto do Céu chova sobre todos vós e sobre as vossas casas uma grande chuva de graças e bênçãos que só no Céu podereis conhecer e avaliar quão abundante é. Por isso perseverai Nela, naquela hora Eu estou mais próxima do vosso coração do que nunca! E basta que vós penseis em Mim e Eu já imediatamente corro ao vosso encontro com todas as graças e bênçãos que posso vos trazer pelos merecimentos do Meu martírio e do Meu sofrimento.
Eu, PRUDENCIANA, estou sempre convosco na dor, no sofrimento e na angústia e nunca vos deixarei.
A todos e especialmente a ti Marcos, o mais querido amigo Meu e a todos vós que amais os Santos do Senhor com todo o coração e procurais Nos imitar, seguir e Conosco amar a Deus em união perfeita, a todos vós abençoamos agora, generosamente.”

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FILME EXIBIDO NA CAPELA:

FILME NOVO: VOZES DO CÉU 20 - AS APARIÇÕES DE GHIAIE DI BONATE.
(Adquiram o DVD - Tel: (0XX12 -9701-2427)

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DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."