quarta-feira, 18 de junho de 2025

18 de junho - Dia de São Gregório João Barbarigo

São Gregório João Barbarigo
1625-1697
Fundou a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antonio

Gregório João Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de setembro de 1625, numa família rica da aristocracia italiana. Aos quatro anos de idade ficou órfão de mãe, sendo educado pelo pai, que encaminhou os filhos no seguimento de Cristo. Foi tão bem sucedido que Gregório, aos dezoito anos de idade, era secretário do embaixador de Veneza. 

Em 1648, acompanhou o embaixador à Alemanha para as negociações do Tratado de Vestefália, referente à Guerra dos Trinta Anos. Na ocasião, conheceu Fábio Chigi, o núncio apostólico, que o orientou nos estudos e o encaminhou para o sacerdócio. 

Quando o núncio foi eleito papa, com o nome de Alexandre VII, nomeou Gregório Barbarigo cônego de Pádua; em 1655, prelado da Casa pontifícia e dois anos mais tarde foi consagrado bispo de Bérgamo. Finalmente, em 1660, tornou-se cardeal. 

O papa sabia o que estava fazendo, pois as atividades apostólicas de Gregório Barbarigo marcaram profundamente a sua época. Dotou o seminário de Pádua com professores notáveis, provenientes não só da Itália, mas também de outros países da Europa, aparelhando a instituição para o estudo das línguas orientais. E fundou uma imprensa poliglota, uma das melhores que a Itália já teve. 

Pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas populares e instituições para o ensino da religião, para orientação de pais e educadores. Num período de peste, fez o máximo na dedicação ao próximo. Cuidou para estender a assistência à saúde para mais de treze mil pessoas. 

Gregório Barbarigo fundou, ainda, inúmeros seminários, que colocou sob as regras de são Carlos Borromeu, e constituiu a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio. Foi um dos grandes pacificadores do seu tempo, intervindo, pessoalmente, nas graves disputas políticas de modo que permanecessem apenas no campo das idéias. 

Sendo um hábil diplomata, ele evitou e pacificou várias disputas políticas que podiam tornar-se sangrentas.

Para educar e orientar melhor os pais e educadores, criou também escolas populares e instituições onde se ensinava religião.

Fundou também várias instituições de caridade.

Num período de peste, mais de treze mil pessoas tiveram assistência e cuidados de saúde por causa do seu esforço caritativo e humanitário.

Depois de executar tão exuberante obra reformista, morreu em Pádua no dia 18 de junho de 1697. Foi canonizado por seu conterrâneo, o papa João XXIII, em 1960, que, como afirmou no seu discurso na solenidade, elevou são Gregório João Barbarigo ao posto que ele merecia ocupar na Igreja.

Gregório Barbarigo (nome completo em italiano: Gregorio Giovanni Gasparo Barbarigo; Veneza, 16 de Setembro de 1625 - Pádua, 18 de Junho de 1697) foi um cardeal católico, diplomata e academico italiano.

Gregório Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de Setembro de 1625.

Oriundo de uma família aristocrata, rica, famosa e piedosa de Veneza, ele pôde por isso receber uma sólida e integral formação religiosa e intelectual.

Fazia parte da Congregação Mariana. Aos dezoito anos, ele já era secretário do embaixador de Veneza.

Em 1648, viajou com o embaixador veneziano Alvise Contarini ao Congresso de Münster, na Alemanha, para as negociações do Tratado de Vestefália, que pôs fim à sangrenta Guerra dos Trinta Anos.

Durante o congresso, ele conheceu o núncio apostólico Fabio Chigi, que o orientou para o sacerdócio. Completou os seus estudos na Universidade de Pádua.

Foi ordenado sacerdote em 1655. Nesse mesmo ano, foi nomeado cônego de Pádua e prelado da Casa pontifícia pelo Papa Alexandre VII (ou Fabio Chigi).

Sendo conselheiro e próximo do Papa, ele tornou-se também referendário do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica.

Entre 1657 e 1664 foi bispo de Bérgamo e entre 1664 e 1697 foi bispo de Pádua.

Em 1660, foi nomeado cardeal-presbítero de San Tommaso in Parione e em 1677 optou pelo título cardinalício presbiterial de São Marcos.

Como cardeal, participou nos conclaves de 1667, de 1676, de 1689 e de 1691.

Após o conclave de 1676, o novo Papa eleito, Inocêncio XI, manteve-o em Roma durante três anos como conselheiro e confiou-lhe a supervisão do ensino da religião católica na cidade.

As suas atividades apostólicas e pastorais como bispo influenciaram muito a sua época.

Cumprindo o espírito reformador do Concílio de Trento, ele desenvolveu e engrandeceu os seminários de Pádua e de Bérgamo, dotando-os com bons professores vindos de vários países da Europa.

Incentivou o estudo das línguas orientais no seminário de Pádua e promoveu a unidade entre as Igrejas Católica e Ortodoxa.
Ele fundou também vários seminários, que colocou sob as regras de São Carlos Borromeu.

Fundou em Pádua uma biblioteca e uma imprensa poliglota, que foi considerada na altura uma das melhores da Itália.

Gregório Barbarigo morreu em Pádua, no dia 18 de Junho de 1697.

Foi beatificado pelo Papa Clemente XIV no dia 6 de Junho de 1771 e foi canonizado pelo Papa João XXIII no dia 26 de Maio de 1960.

A sua vida e obra foi profundamente estudada por João XXIII, que nasceu e trabalhou como sacerdote na diocese de Bergamo
 

18 de Junho: Dia dos Santos Mártires Leôncio, Hipácio e Teódulo



Os santos mártires Leôncio, Hipácio e Teódulo, padeceram durante o império de Vespasiano (ano 70-79), na cidade de Trípoli, Fenícia. Leôncio era grego de nascimento, militar de alta patente do exército romano, inteligente e preparado por natureza, um perito em cultura literária, virtuoso, compassivo com os pobres e muito hospitaleiro.

Num certo dia, denunciaram ao governador que Leôncio orientava às pessoas a não venerar nem oferecer sacrifícios aos deuses pagãos. O governador ordenou ao tribuno Hipácio que, sob o seu comando, um esquadrão de soldados fossem ao encontro de Leôncio para detê-lo. Durante a viagem, Hipácio ficou gravemente enfermo, vendo a morte diante de si. Então, um anjo lhe apareceu e disse: «Se queres te curar, implora três três vezes ao céu junto com teus soldados: ‘Deus, que é adorado por Leôncio, ajuda-me!’» Todos fizeram como o anjo havia instruído e o Tribuno ficou prontamente restabelecido.

Já na cidade, Hipácio e o soldado Teódulo, encontraram uma pessoa que os convidou para a sua casa. Era o próprio Leôncio em pessoa que, então, os instruiu na fé cristã , batizando-os, mais tarde. Num certo dia o governador chegou à cidade e ficou sabendo do que tinha acontecido. Entregou então ao martírio os três, Leôncio, Hipácio e Teódulo. Os Santos Hipácio e Teódulo foram decapitados e, São Leôncio foi espancado até a morte. Os cristãos deram aos três mártires uma digna sepultura, próximo ao porto de Tripoli.

18 de junho - Santa Marina

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Origens

Marina nasceu no Líbano, no século VI. Seu pai se chamava Eugênio e era um cristão fervoroso. Sua mãe faleceu quando Marina ainda era criança. Filha única, seu pai a educou na fé cristã. Os dois desenvolveram uma profunda ligação.


Mudança de planos

Certo dia, quando Marina já era jovem e podia cuidar de si, seu pai lhe falou do grande desejo que ele tinha de se tornar um monge. E, para isso, ele iria abrir mão de todos os seus bens e doá-los aos pobres. Tal decisão, porém, deixou Marina inconsolável, pois teria de se afastar definitivamente de seu pai que tanto amava, uma vez que, no mosteiro, mulheres não podem entrar.
Vestindo-se de homem

Vendo que seu pai estava irredutível e procurando uma maneira de permanecer perto do pai, Marina propôs ingressar também no mosteiro, porém, vestida como homem. Eugênio aceitou feliz a resolução da filha. Vendeu todos os bens que possuía e doou para os pobres. Marina cortou seus cabelos, disfarçou-se de homem jovem cujo nome passou a ser “Marino”. Ela prometeu ao pai guardar sua virgindade e oferece-la a Deus na vida religiosa. Assim, os dois ingressaram no mosteiro.
A vida monástica

Eugênio e “o jovem Marino” passaram a viver a vida monástica. "Marino" encontrou-se e fazia progressos na virtude e na vida de oração. Os monges nunca desconfiaram que "Marino" fosse mulher. Porém, estranhavam sua voz, a delicadeza (que ela procurava disfarçar) e as características masculinas que ela não tinha, como barba, corpo forte, etc. Eles atribuíam essas diferenças à rigorosa e austera vida religiosa que ela praticava, com jejuns e sacrifícios constantes.

Mudança dramática

Aconteceu que, pouco tempo depois, Eugênio veio a falecer. “Marino”, porém, decidiu continuar vivendo no mosteiro, continuando com suas práticas de oração, jejuns, sacrifícios e caridade. Todos o admiravam como “monge”. Havia uma regra no mosteiro segundo a qual uma vez por mês, quatro monges saiam para pedir esmolas e angariar fundos para a sobrevivência do mosteiro e de alguns eremitas que viviam isolados na região. Então, chegou a vez de “Marino” e outros três monges parirem para cumprirem esta missão. Aí começou outra grande mudança em sua vida.
Calúnia

No meio do caminho que eles tinham que percorrer, tinha hospedaria onde os monges costumavam ficar. Marino e os outros passaram lá uma noite e seguiram viagem. O dono da hospedaria tinha uma filha que tinha sido engravidada por um soldado. Este, não querendo assumir o filho, convenceu a moça a acusar “Marino”, o belo monge que tinha passado uma noite na hospedaria tempos atrás. O pai da moça, ao saber do fato, contou ao abade do mosteiro.
Sofrimento

“Marino” não se defendeu, mesmo sendo inocente. Ao contrário, preferiu calar-se, pois tinha prometido a seu pai nunca revelar que era mulher. Por isso, o abade o expulsou do mosteiro. A criança, depois de nascida, foi entregue a “ele” para que cuidasse dela. Pelo tempo de três anos “Marino” cuidou do bebê, criou-o e viveu às portas do mosteiro, implorando a Deus a misericórdia e vivendo da caridade dos outros.
De volta ao mosteiro e morte

Vendo o sofrimento e a retidão de "Marino", o abade admitiu-o novamente como monge no mosteiro e devolveu a criança para sua mãe. Porém, impôs a “Marino” os serviços mais pesados e humilhantes como forma de penitência pelo suposto “pecado” que ele cometera. Por causa do serviço pesado, das dificuldades e dos jejuns que ele praticara, já muito fraco, ele veio a falecer.
A revelação

Quando os monges foram preparar o corpo para o sepultamento descobriram, por fim, que “Marino” era mulher. Consequentemente, inocente. Choraram e se arrependeram por terem tratado injustamente a uma pessoa inocente. O corpo de Santa marino foi sepultado no próprio mosteiro, com hinos e salmos de louvor a Deus, agradecendo pela pureza e santidade da santa.
Milagres

Foram relatados vários milagres por intercessão de Santa Marina. No ano 1230 seus restos mortais foram trasladados para Veneza, onde são venerados até os dias de hoje na igreja Santa Marina Formosa. Santa Marina passou a ser invocada como poderosa intercessora nas grandes provações, nas doenças e nas calúnias.
Oração a Santa Marina

“Ó adorável e humilde Santa Marina, que abdicaste do conforto e te entregaste à humilhação pública por obediência ao projeto de Deus, rogo-te que mostres a mim o melhor caminho a seguir, para o serviço ao próximo e a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ajuda-me a ser sempre humilde e benevolente, como fostes tu. Afasta da minha vida a arrogância e o sentimento de superioridade que nos afastam do amor de Cristo. Intercede por mim junto ao pai, para que eu alcance a graça que fervorosamente desejo (fazer o pedido). Prometo que continuarei no caminho da fé e da humildade, não me esquecendo de ti e mantendo minha devoção nos tempos de bonança. Além disso, prometo levar tal devoção por toda a minha vida, permanecendo no projeto de Deus e na caridade para com os mais necessitados. Amém”

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave-Maria, 1 Creio, 1 Salve Rainha, 1 Oração ao Espírito Santo e 1 Glória ao Pai

terça-feira, 17 de junho de 2025

17 de junho - Dia de São Ranieri de Pisa

São Ranieri de Pisa
1118-1161 

A cidade de Pisa era, nos séculos XI e XII, um importante pólo comercial marítimo da Itália, que contribuía também no combate aos piratas sarracenos. Assim, paralelamente, ao burburinho dos negócios, a vida mundana da corte era exuberante e tentadora, principalmente para os mais jovens. 

Foi nessa época, no ano 1118, que Ranieri Scacceri nasceu em Pisa. Era filho único de Gandulfo e Emengarda, ambos de famílias tradicionais de nobres mercadores riquíssimos. A sua educação foi confiada ao bispo de Kinzica, para que recebesse boa formação religiosa e para os negócios. Porém Ranieri, mostrando forte inclinação artística, preferiu estudar lira e canto. E para desgosto dos pais e do bispo, seu tutor, ele se entregou à vida fútil e desregrada, apreciando as festas da corte onde se apresentava. Com isso, tornou-se uma figura popular e conhecida na cidade de Pisa. 

Conversione di S. Ranieri

Aos dezenove anos de idade, impressionado com a vida miserável dos pobres da cidade e percebendo a inutilidade de sua vida, decidiu mudar. Contribuiu para isso o encontro que teve com o eremita Alberto da Córsega, que o estimulou a voltar para a vida de valores cristãos e a serviço de Deus. Foi assim que Ranieri ingressou no Mosteiro de São Vito, em Pisa, apenas como irmão leigo. 

Depois de viver, até os vinte e três anos de idade, recolhido como solitário, doou toda a sua fortuna aos pobres e necessitados e partiu em peregrinação à Terra Santa, onde permaneceu por quase quatorze anos. Viajou por todos os lugares santos de Jerusalém, Acre e outras cidades da Palestina, conduzindo a sua existência pelo caminho da santidade. Foi nessa ocasião que sua virtude taumatúrgica para com os pobres passou a manifestar-se. Vestido com roupas pobres, vivendo só de esmolas, Ranieri lia segredos nos corações, expulsava demônios, realizava curas e conversões. 
S. Ranieri Prende l'Abito d'Eremita

Já com fama de santidade, em 1154 retornou a Pisa e ao Mosteiro de São Vito, mas sempre como irmão leigo. Em pouco tempo, tornou-se o apóstolo e diretor espiritual dos monges e dos habitantes da cidade. Segundo os registros da Igreja, os seus prodígios ocorriam por meio do pão e da água benzidos, os quais distribuía a todos os aflitos que o solicitavam, o que lhe valeu o apelido de "Ranieri d'água". 

Depois de sete anos do seu regresso da longa peregrinação, Ranieri morreu no dia 17 de junho de 1161. E desde então os milagres continuaram a ocorrer por sua intercessão, por meio da água benzida com sua oração ou colocada sobre sua sepultura. 

Canonizado pelo papa Alexandre III, são Ranieri de Pisa foi proclamado padroeiro dos viajantes e da cidade de Pisa. A catedral dessa cidade conserva suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte.

A sepultura com os ossos de São Ranieri de Pisa

Catedral de Pisa 
PIAZZA DE DUOMO ( ponto central da cidade de Pisa e onde descansam os restos mortais de São Ranieri)

segunda-feira, 16 de junho de 2025

16 de junho - Dia dos Santos Julita e Ciro


Santos Julita e Ciro
+304
SANTA JULITA E SEU FILHO SÃO CIRO 
( INVOCADO PARA PROTEGER CRIANÇAS QUE SOFREM MAUS TRATOS)

Julita vivia na cidade de Icônio, na Licaônia, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz um menino. Ele foi batizado com o nome de Ciro, mas também atendia pelo diminutivo Ciríaco ou Quiríaco. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano começou a perseguir, prender e matar cristãos. 

Julita, levando o filhinho Ciro e algumas servidoras, fugiu para a Selêucia e, em seguida, para Tarso, mas ali acabou presa. O governador local, um cruel romano chamado Alexandre, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais para sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intuito de que renegasse a fé em Cristo. 

Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: "Também sou cristão! Também sou cristão!" Foi tamanha a ira do governador que ele, com um pontapé, empurrou Ciro violentamente, fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando-lhe, assim, o crânio. 

Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutamente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304. 

Os corpos foram recolhidos por uma de suas fiéis servidoras e sepultados num túmulo que foi mantido oculto até que as perseguições cessassem. Quando isso aconteceu, poucos anos depois, o bispo de Icônio, Teodoro, resolveu, com a ajuda de testemunhas da época e documentos legítimos, reconstruir fielmente a dramática história de Julita e Ciro. E foi assim, pleno de autenticidade, que este culto chegou aos nossos dias. 

Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos santos mártires inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém . Por isso é considerado o santo padroeiro das crianças que sofrem de maus-tratos. A festa de santa Julita e de são Ciro é celebrada pela Igreja no dia 16 de junho, em todo o mundo católico.


Santa Julita e São Ciro (Icônio, Turquia, século III) são mãe e filho santos pela Igreja Católica.

São Ciro é padroeiro das crianças que sofrem maus tratos.

Santa Julita e São Ciro foram canonizados pela Igreja e a sua data se comemora no dia 16 de junho.

História

Conta a história que sua mãe, Julita, foi perseguida pelos romanos. Estava sendo torturada, enquanto o menino Ciro ficava no colo do governador da província, o cruel Alexandre.

O menino entristecido saiu do colo de Alexandre e chorando, gritou: "Também sou cristão".

O governador ficou tão irritado com aquele gesto que empurrou o menino escada abaixo, o que lhe causou um traumatismo craniano severo e, consequentemente, morte.

Após ver o filho ser morto, Julita foi decapitada no ano de 304.

O Santos Mártires Cyricus ou Ciro e Julitta viveram na cidade de Icônio, na província de Lykaoneia na Ásia Menor.

Santa Julitta era descendente de uma ilustre família e era cristã. Viúva desde cedo, ela cuidou de Cyricus ou Ciro filho de três anos de idade ( Quiricus ou kirikos).


Durante a perseguição do imperador Diocleciano dos cristãos, Santa Julita partiu da cidade com seu filho e dois funcionários de confiança, deixando para trás sua casa, propriedade e servos.

Escondendo sua nobreza, ela se escondeu em primeiro lugar na Selêucia e em seguida, em Tarso.

Por volta do ano 305, ela foi reconhecida, presa e levada a julgamento perante o governador, Alexandre.

Fortalecidos pelo Senhor, sem medo, ela respondeu às perguntas do juiz, e confessou com firmeza sua fé em Cristo.

O governador deu ordens para bater na santa com varas.

Durante seus tormentos Santa Julitta repetia:

"Eu sou uma cristã, e não oferecerei sacrifícios aos demônios."

O menino Ciro chorou, ao ver sua mãe sendo torturada, e queria ir com ela.

O governador Alexandre tentou sentá-lo em seu colo, mas o garoto se soltou e gritou:

"Deixe-me ir à minha mãe, eu sou um cristão".

O governador empurrou o menino do alto tribunal e chutou-o para descer os degraus de pedra.


O garoto bateu a cabeça nas bordas afiadas e morreu.

Santa Julitta, vendo seu filho dilacerado, deu graças a Deus havia permitido que seu filho fosse aperfeiçoado antes dela, e recebesse a imperecível coroa do martírio. 

Depois de muitas torturas cruéis Santa Julitta foi decapitada com uma espada.

As relíquias dos Santos Cyricus e Julitta foram descobertas durante o reinado de São Constantino o Grande (21 de maio).

Um mosteiro foi construído perto de Constantinopla, em honra destes santos mártires, e foi construída uma igreja não muito longe de Jerusalém.

Como é evidente a partir da vasta gama de ícones, russos e outras tradições gregas, os Santos Cyricus e Julitta são homenageados por muitos em todo o mundo, e suas relíquias existem em várias igrejas para a cura e apoio dos fiéis.

Um exemplo: em Siderokastro, Grécia, existe um convento dedicado aos Santos Cyricus e Julitta, fundada em 1968, que atualmente tem 55 freiras que o ocupam. 


ícone da vida de Julita e Ciro
Afreco de um Mosteiro:
Martírio de Julita e Ciro

domingo, 15 de junho de 2025

15.06.2025🙏Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz a Marcos Tadeu nas Aparições de Jacareí


 

15 de junho - Dia de São Vito ou Vitor


São Vito
Século III e IV 
Jacareí, 09 de novembro de 2008
Mensagem de São Vito comunicada ao vidente Marcos Tadeu Teixeira

"-Amado Marcos, Eu Sou SÃO VÍTOR, servo de DEUS e da VIRGEM IMACULADA..

Amo-te imensamente, protejo-o e guardo-o sem cessar debaixo de Meu Manto... Inspiro-te, conduzo-te... pela estrada do Perfeito Amor, da Consagração total e plena aos SACRATÍSSIMOS CORAÇÕES na estrada do beneplácito do Altíssimo.

Amo-vos a todos que estais aqui, Sou o protetor de todos os peregrinos que vem a este Santuário para rezar e que se esforçam por obedecer as Mensagens dos SAGRADOS CORAÇÕES deste Lugar Eleito.

Aqui... Neste Lugar que o Céu amou e reservou para si, Neste Lugar que DEUS consagrou para a Sua Mãe e para Ele... as graças para vós, são concedidas sem limite de saque, podereis recolher quanto puderdes carregar!

Acontece, que a vossa vida espiritual não melhora, porque vós não tendes o coração bem disposto diante da Graça de DEUS, ou seja; resolvido a renunciar ao que se precisa renunciar... a deixar o que precisa ser deixado... a dar aquilo que precisa ser dado... e a entregar ao SENHOR aquilo que pertence a Ele por direito e vós deveis Lhe restituir. Desta forma, muitas Graças para vós não são concedidas...

Foi isto mesmo que a SANTÍSSIMA VIRGEM disse à Santa Catarina Labouré e também ao Marcos Tadeu: Muitas Graças, muitos raios luminosos não saem dos dedos da SANTÍSSIMA VIRGEM, porque são Graças que não são concedidas, porque os seres humanos não as querem... Não querem as Graças de santificação, não querem as graças de perfeição espiritual, não querem as Graças que elevam a alma da condição da bruta criatura animal, para transfigurá-la e transformá-la à imagem e semelhança de seu DEUS. Desta forma, muitas Graças não saem das Mãos da SANTÍSSIMA VIRGEM, porque os homens não as querem...

Não sejais do número desses estultos e obtusos de coração e entendimento... Procurai ser do número daqueles que usando bem o dom do entendimento, da sabedoria, da piedade, do santo temor de DEUS procuram o que verdadeiramente é necessário deixando o supérfluo de lado... nada é mais necessário para vós do que pedir, que seja feita em vossa vida a vontade de DEUS, que ameis a DEUS de todo o coração e saibais agradá-Lo e dar-Lhe contentamento.

Este é... o único e principal objetivo da vossa existência neste mundo: AMAR A DEUS DE TODO O CORAÇÃO... COM TODAS AS FORÇAS... DE TODO O ENTENDIMENTO... DE TODA A ALMA... E AMAR TAMBÉM A SUA MÃE COMO ELE AMOU... E COMO ESPERA QUE VÓS A AMEIS!...

Eu dei a Minha vida por CRISTO muito jovem, Eu não exitei em entregar a Minha vida a quem a queria tirar, quando tive que dar testemunho de CRISTO, Eu testemunhei com a Minha vida mais do que com as palavras.

Sede vós assim também, procurai com a vossa vida mostrar a este mundo confuso e perdido na Apostasia, na violência, nos erros, nos pecados, nas trevas da escuridão A LUZ DO SENHOR!

Se vós fordes estes fachos de luz, em breve as trevas de satanás nesta humanidade serão aniquiladas e o mundo conhecerá o novo Tempo de Graça, que já está chegando... O Tempo do TRIUNFO DOS CORAÇÕES UNIDOS DE JESUS, MARIA e JOSÉ!

Continuai com todas as orações que aqui vos foram dadas, porque somente por meio destas orações, vós podereis chegar a vos enamorardes das Mensagens dos SAGRADOS CORAÇÕES e chegar então: ao Perfeito Amor, à Santidade, à Perfeita alegria.

Se vós fizerdes o que vos disse, prometo ajudar-vos, prometo fazer tudo o que puder para levar vossas almas para o Céu... Mas não traiais o Meu Amor, não traiais a confiança que ponho em vós, não traiais a esperança que coloco em vós de que vós Me seguireis e obedecereis o que vos disse. Pois, se isso fizerdes, terei de abandonar-vos a mercê da tirania do demônio.

A todos dou a paz e abençoo neste instante...”

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Vito nasceu no final do século III, na antiga cidade de Mazara, na Sicília ocidental, numa família pagã, muito rica e de nobre estirpe. Sua mãe morreu quando ele tinha tenra idade e seu pai, Halaz, contratou uma ama, Crescência, para cuidar do pequenino. Ela era cristã, viúva e tinha perdido o único filho havia pouco tempo, era de linhagem nobre, mas em decadência financeira. Ele ainda providenciou um professor, chamado Modesto, para instruir e formar seu herdeiro. Entretanto, o professor também era cristão. 

Halaz era um obstinado pagão que encarava o cristianismo como inimigo a ser combatido. Por isso Modesto e Crescência nunca revelaram que eram seguidores de Cristo, contudo educaram o menino dentro da religião. Dessa forma, aos doze anos, embora clandestinamente, Vito já estava batizado e demonstrava identificação total com os ensinamentos de Jesus. 

Ao saber do batismo, o pai tentou convencê-lo a abandonar a fé, o que não deu resultado. Halaz partiu para a força e castigou o próprio filho.
Após as torturas físicas não funcionarem, ele recorreu à sedução: 
A Tentação: o pai trancou o jovem Vito em um quarto luxuoso com um grupo de mulheres, esperando que os prazeres sensuais o desviassem de sua devoção. 
O Socorro do Anjo: Vito, mantendo-se firme, fechou os olhos e entregou-se à oração fervorosa. Nesse momento, um Anjo apareceu ao seu lado, preenchendo o quarto com um esplendor celestial.
O Resultado: A visão do anjo foi tão poderosa que a mulher ficou aterrorizada e fugiu do local. Diz-se até que o brilho era tão intenso que o próprio pai, ao tentar espiar pelo buraco da fechadura, ficou temporariamente cego, sendo curado posteriormente pela intercessão do próprio filho. 
Esse episódio reforça a imagem de São Vito como um símbolo de pureza e resistência contra a corrupção moral, mesmo diante da pressão familiar. 

Por fim, entregando-o, então, ao governador Valeriano, que o encarcerou e maltratou por vários dias, tentando fazer Vito abdicar de sua fé. 

Modesto e Crescência, entretanto, conseguiram arquitetar uma fuga e, segundo a tradição, com a ajuda de um anjo, tiraram Vito das mãos do poderoso governador. Fugiram os três para Lucânia, em Nápoles, onde esperavam encontrar paz. Mas depois de algum tempo foram reconhecidos e passaram a viver de cidade em cidade, fugindo dos algozes. 


Neste período, Vito, que desde os sete anos havia manifestado dons especiais, patrocinou muitos prodígios. Como o mais célebre deles, lembrado pela tradição, quando ele ressuscitou, em nome de Jesus, um garoto que tinha sido estraçalhado por cães raivosos. 

A perseguição a eles teve uma trégua apenas quando o filho epilético do imperador Diocleciano ficou muito doente. O soberano, tendo conhecimento dos dons de Vito, mandou que o trouxessem vivo à sua presença. Na oportunidade, pediu que ele intercedesse por seu filho. Vito, então, rezou com todo fervor e em nome de Jesus foi logo atendido. Porém Diocleciano pagou com a traição. Mandou prender Vito, que não aceitou renegar a fé em Cristo para ser libertado. Diante da negativa, foi condenado à morte, que ocorreu no dia 15 de junho, possivelmente de 304, depois de muitas torturas, quando ele tinha apenas quinze anos de idade. 

Segundo a tradição, eles chegaram a ser jogados aos leões na arena, mas os animais não os atacaram.
Embora o imperador Diocleciano tenha ordenado que fossem devorados por feras, ocorreu um prodígio: os leões, em vez de atacá-los, tornaram-se mansos e lamberam os pés de São Vito.

Após o milagre com os leões, o imperador, enfurecido, ordenou outros tipos de tortura: 
Caldeirão fervente: Foram jogados em um caldeirão com chumbo derretido, resina e piche, mas saíram ilesos, cantando hinos a Deus.
O Cavalete - Tortura Física: Foram esticados em instrumentos de tortura para terem seus membros desconjuntados.

A Morte Final:
Foram enfim, açoitados e rasgados com ferros até que suas almas voaram para o céu.

O jovem mártir Vito existiu conforme consta no Martirológio Gerominiano, enquanto Modesto e Crescência só foram incluídos no calendário da Igreja no século XI. Suas relíquias, que depois de sua morte foram sepultadas em Roma, em 755 foram enviadas para Paris. Mais tarde, foram entregues ao santo rei da Boêmia, Venceslau, que era muito devoto do santo. Em 958, esse rei fez construir a belíssima catedral que leva o nome de São Vito e que conserva suas relíquias até hoje. 

Desde a Idade Média, ele é considerado um dos "quatorze santos auxiliares", os santos cuja intercessão é muito eficaz em ocasiões específicas e para cura determinada. No caso de são Vito, principalmente na Europa, é invocado para a cura da epilepsia, da "coréia", doença conhecida popularmente como "dança de São Vito", e da mordida de cão raivoso. Além de ser padroeiro de muitas localidades.


15 de junho - dia da Bem-aventurada Albertina Berkenbrock

Albertina Berkenbrock
Bem-aventurada
1919-1931 

"Albertina foi uma menina que ousou ser santa." Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão - Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação. 
Albertina Berkenbrock nasceu dia 11 de abril de 1919, no povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina, Brasil. 

Filha de um casal de agricultores - Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing - fervorosos católicos oriundos de famílias alemães, com eles ela aprendeu as verdades da fé, a rezar, a freqüentar a igreja e a respeitar os mandamentos de Deus. Cultivou especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz Gonzaga. Recitava diariamente o rosário com a família. Preparou-se com alegria para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928. 
Foi neste ambiente simples, belo e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Era dócil, obediente, incansável, e paciente. 
Sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu assassino, que trabalhava na casa do seu pai. Muitas vezes Albertina deu de comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente. Albertina, apesar de seus 12 anos, aparentava mais idade e tinha um corpo já bastante desenvolvido. Era alta e forte, acostumada ao sol e aos trabalhos da roça. Tinha cabelos louros tendendo ao castanho, olhos verde-escuros. Era uma bonita moça. 

Tudo corria normalmente até que chegou o dia 15 de junho de 1931. 
Perdera-se um boi pelos pastos. Albertina saiu a procura a pedido dos pais. De longe, Maneco Palhoça - ou Indalício Cipriano Martins, que planeja conquistar a menina para seus intentos eróticos, a avistou. 

Albertina procurava o boi fugitivo. De repente viu ao longe alguns chifres e correu naquela direção. Para sua surpresa, porém, encontrou perto deles Maneco carregando feijão na carroça. À pergunta de Albertina pelo boi desaparecido, o homem lhe deu uma pista falsa para encaminhá-la ao lugar onde poderia satisfazer seus desejos sem chamar atenção. 

Albertina seguiu a indicação de Maneco e embrenhou-se pela mata. Repentinamente deu de cara com Maneco. Ficou petrificada. Sozinha, no mato, com aquele homem na frente! Ainda naquela manhã ela levara comida a seus filhos, como fazia sempre. Havia certa familiaridade entre Albertina e Maneco: ela o chamava de "Maneco preto", como todo mundo, sem que ele se ofendesse. 

Maneco lhe propôs seus intentos. Albertina, decidida, não aceitou. Começou então, a tentativa do assassino de se apossar de Albertina, mas ela não se deixou subjugar. A menina é forte. Aos pontapés se defendeu, derrubou o assassino. A luta foi longa e terrível. Ela não cedeu. Maneco, derrotado moralmente pela menina, vingou-se, agarrou-a pelos cabelos e afundou o canivete no pescoço e a degolou. Seu corpo ficou manchado de sangue... Sua pureza e virgindade, porém, ficaram intactas. 

Aos 12 anos de idade, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher por causa da fé e da fidelidade a Deus. E ela o fez heroicamente como verdadeira mártir. O martírio e a conseqüente fama de santidade espalharam-se rapidamente. 
A cerimônia de beatificação de Albertina foi realizada em Tubarão - Santa Catarina . Contou com a presença do bispo local, Dom Jacinto Bergman; presidiu a cerimônia o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Estavam presentes cerca de 20 mil pessoas, na praça da Catedral de Tubarão, além de dezenas de bispos e sacerdotes. 

Após a leitura da biografia e a solicitação de beatificação, feita por Dom Jacinto Bergman, o cardeal Saraiva Martins leu o decreto de Bento XVI, que inscrevia oficialmente Albertina no catálogo dos bem-aventurados. 

Albertina está viva mais do que nunca. Primeiro porque vive em Deus, imersa na paz e na felicidade sem fim. Depois porque vive no coração de seus parentes, amigos e devotos.

 
Albertina em vida, não tirou nenhuma fotografia. A sua face foi retratada através de depoimentos. (*1919 - + 1931)
 
Torre da igreja.
Novo local do túmulo. No interior da igreja.
Interior da igreja.
Torre com a imagem da santa.
Fiéis se encaminhando para oração na igreja.
 
Santuário no provável local da tragédia.
Santuário da beata Albertina Bernenbrock. Nesse local em 1931, ocorreu a morte da jovem que depois virou local de peregrinação.
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DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."