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sábado, 23 de setembro de 2017

23 de setembro - Dia de São Pio de Pietrelcina


AMAI NOSSA SENHORA E TORNAI-A AMADA
REZAI SEMPRE O SEU ROSÁRIO E DIVULGAI-O
(SÃO PIO DE PIETRELCINA)
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São Pio de Pietrelcina
(1887-1968) 

Padre Pio nasceu no dia 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, Itália. Era filho de Gracio Forgione e de Maria Josefa de Nunzio. No dia seguinte, foi batizado com o nome de Francisco, e mais tarde seria, de fato, um grande seguidor de são Francisco de Assis. 

Aos doze anos, recebeu os sacramentos da primeira comunhão e do crisma. E aos dezesseis anos, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, da cidadezinha de Morcone, onde vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de frei Pio. Terminado o ano de noviciado, fez a profissão dos votos simples e, em 1907, a dos votos solenes. 

Depois da ordenação sacerdotal, em 1910, no Convento de Benevento, padre Pio, como era chamado, ficou doente, tendo de voltar a conviver com sua família para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até o ano de 1916. Quando voltou, nesse ano, foi mandado para o Convento de San Giovanni Rotondo, lugar onde viveu até a morte. 

Padre Pio passou toda a sua vida contribuindo para a redenção do ser humano, cumprindo a missão de guiar espiritualmente os fiéis e celebrando a eucaristia. Para ele, sua atividade mais importante era, sem dúvida, a celebração da santa missa. Os fiéis que dela participavam sentiam a importância desse momento, percebendo a plenitude da espiritualidade de padre Pio. No campo da caridade social, esforçou-se por aliviar sofrimentos e misérias de tantas famílias, fundando a "Casa Sollievo della Sofferenza", ou melhor, a "Casa Alívio do Sofrimento" em 1956. 

Para padre Pio, a fé era a essência da vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se, assiduamente, na oração. Passava o dia e grande parte da noite conversando com Deus. Ele dizia: "Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-lo.

 A oração é a chave que abre o coração de Deus". 

Também aceitava a vontade misteriosa de Deus em nome de sua infindável fé. Sua máxima preocupação era crescer e fazer crescer na caridade. 

Por mais de cinqüenta anos, acolheu muitas pessoas, que dele necessitavam. Era solicitado no confessionário, na sacristia, no convento, e em todos os lugares onde pudesse estar todos iam buscar seu conforto, e o ombro amigo, que ele nunca lhes negava, bem como seu apoio e amizade. A todos tratou com justiça, lealdade e grande respeito. 

Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma, em razão de sua enfermidade e, ao longo de vários anos, suportou com serenidade as dores das suas chagas. 

Quando seu serviço sacerdotal foi posto em dúvida, sendo investigado, padre Pio sofreu muito, mas aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Diante das acusações injustificáveis e calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de Deus, dos seus superiores diretos e de sua própria consciência. Muito consciente dos seus compromissos, aceitava todas as ordens superiores com extrema humildade. E encarnava o espírito de pobreza com seriedade, com total desapego por si próprio, pelos bens terrenos, pelas comodidades e honrarias. Sua predileção era a virtude da castidade. 

Desde a juventude, sua saúde sempre inspirou cuidados e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o consideravam santo. 

Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais, tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo. No ano 1999, o papa João Paulo II declarou bem-aventurado o padre Pio de Pietrelcina, estabelecendo no dia 23 de setembro a data da sua festa litúrgica. Depois, o mesmo sumo pontífice proclamou-o santo, no ano 2002, mantendo a data de sua tradicional festa.


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CORPO INCORRUPTO DE PADRE PIO
 
AMAI NOSSA SENHORA E TORNAI-A AMADA
REZAI SEMPRE O SEU ROSÁRIO E DIVULGAI-O
(SÃO PIO DE PIETRELCINA)
 


 
  

O encontro de um santarritense com Padre Pio

Ouvimos falar pela primeira vez em Padre Pio em 1959. O primeiro contato que tivemos foi em setembro de 1966. Estávamos morando em Florença. Fui sozinho a San Giovanni Rotondo, sentindo o amargor de uma derrota: meus filhos, Gustavo e João, foram considerados incuráveis e teriam que passar o resto da vida em cadeiras de rodas.
O estigma nas mãos de Padre Pio.

Fui atrás da graça material e é fácil escrever isso hoje, quando temos a certeza de que nossos filhos estão com Padre Pio.

Para o encontro que teríamos com o Padre, depois de todos os protocolos e de alguma espera, estava finalmente com minha senha na mão: era a de número 55. Naquele dia, a chamada começava do número 50 e fui encaminhado à velha igrejinha, com mais 10 companheiros que seriam os “confessáveis” daquela manhã, se ele aguentasse. Dali a pouco, estaria ao lado de Padre Pio, o estigmatizado.

Tive a maior emoção da minha vida. Chorei... Na minha frente, confessava-se o homem portador da senha 54. O próximo seria eu. De pé, enquanto aguardava ansiosamente pela minha vez, via Padre Pio a uns 5 metros, sentado em uma cadeira, com um genuflexório à sua frente, onde os homens se ajoelhavam para a confissão. Eram momentos angustiantes, já que aquele confessor tinha o dom de ler a nossa alma. Chegou a minha vez. Ajoelhei-me.

- Há quanto tempo não se confessa? – perguntou-me Padre Pio.
- Há dois anos. – respondi.
- Sai, filho do demônio!

Fiquei desesperado. Tinha vindo fazer um pedido e não pude falar coisa alguma, nem pude me confessar. Naquele momento, alguém se aproximou e me disse: “O remédio do Padre é forte. Vai, se confessa, e volta outra vez.”
O encontro de Manoel Vitorino com Padre Pio.

Sete meses depois, voltei a San Giovanni com toda a família e com o Padre Rudezindo, com quem tinha me confessado e me preparado para o segundo encontro com o Padre Pio. Desta vez, confessei-me no dia seguinte à minha chegada. A mesma igrejinha, o mesmo genuflexório, mas uma grande alegria me dominava. Aproximei-me. Ajoelhei-me.

- Há quanto tempo não se confessa?
- Há uma semana.
- Que é que você fez?
- Me distraí na oração.
- E então?
- Recomecei a oração.
- E o que mais?
- Nada.
- Está bem.
- Queria ser seu “filho espiritual”.
- Sim, mas seja bom.

Senti-me como uma nuvem branca num céu tremendamente azul.

Em abril, depois de retornarmos a Florença, começou a se fortalecer em nós a ideia de morarmos algum tempo em San Giovanni Rotondo. Para isso, fomos agraciados com uma nova amizade, a de Giuliana Monni. Parecia ter sido enviada pela Providência Divina para nos dar assistência.

Profunda conhecedora de tudo que se relacionasse com Padre Pio, Giuliana passou a fazer parte de nossa família que, nessa época, era constituída por minha esposa, Maria Lúcia, e meus filhos, Gustavo, Maria do Rosário e João. Tivemos mais duas filhas, nascidas posteriormente, a quem demos o nome de Maria Pia, em homenagem a Padre Pio e Giuliana Maria, em homenagem à nossa nova amiga. Por sua indicação, alugamos o andar térreo de uma casa vizinha ao convento dos Capuchinhos. Em setembro de 1967, entramos na terra de nosso santo. Nunca poderíamos imaginar as graças espirituais que estávamos prestes a receber...

A Missa

A partir das duas horas da manhã, diariamente, os devotos de Padre Pio ser reuniam à porta da Igreja e ficavam rezando, enquanto esparavam pela Santa Missa do Padre, que começava às 5 horas da manhã. 
Quando as portas da Igreja se abriam, o povo corria, na esperança de ficar o mais próximo possível do Padre querido. Era um vozerio geral mas, de repente, ao soar da sineta, imediatamente o silêncio era completo.

Padre Pio então aparecia na porta da Sacristia, velhinho, amparado por dois confrades. Sua missa era um privilégio: sempre dedicada à Imaculada Conceição.

Naquela época, o Padre Estigmatizado já não fazia homilias, não ministrava mais a Comunhão, não cantava mais. Puxava o lenço e, frequentemente, chorava, mas era o próprio Cristo que se imolava no calvário. Tudo isso diante de nossos olhos, a poucos passos de nós.

Oito anos após sua morte, o corpo permanece incorrupto.

Nosso Padre, por humildade, usava meias luvas, ou mitenes, que lhe escondiam as chagas das mãos. Em determinados momentos da missa, era obrigado a dispensá-las. Um destes momentos era a hora do lavabo. 
Certo dia, fui convidado para ajudar na missa de Padre Pio e aceitei. No entanto, na hora de lavar suas mãos, fiquei paralisado. Não conseguia virar a ânfora, a água não escorria e o Padre começou a dizer: “Svelto!” (Rápido!). Eu estava adorando as chagas de Jesus.

Buona Sera, Padre Pio!

Após a missa, o Padre Pio confessava os homens e depois as mulheres, demonstrando seu ilimitado amor pelo próximo, e sua incansável dedicação às almas. Às quatro horas da tarde, do “mezzanino” da igreja, rezava o terço com os presentes, retirando-se, em seguida, para a sua cela. Às seis horas da tarde, Padre Pio aparecia na janela, abanava seu lenço aos visitantes, que permaneciam do outro lado do muro, aguardando sua aparição. Os fiéis retribuíam o “boa noite”, acenando com seus lenços e recomendando-lhe, baixinho, que orasse aos seus familiares e doentes. Tive então a ideia de gritar: “Padre, guarisce i miei bambini!” (Padre, cura meus meninos!). Certo dia, ao pedir ajuda para levar meus filhos até a clausura, Petruccio, o amigo cego de Padre Pio, ouvindo minha voz, disse: “Esse é aquele senhor que grita!” A partir daquele momento, na hora do “boa noite”, a gritaria era geral.

Cidade Abençoada

Certo dia, com a ajuda de Giuliana Monni, Maria Lúcia fez uns pedidos em intenção dos santarritenses que foram entregues ao frade que lia as cartas para Padre Pio. Entre eles, uma bênção foi pedida ao Monsenhor José Carneiro Pinto, então Pároco da cidade; para Dom Vaz, diretor da ETE, na ocasião; para o Jesuítas e para a cidade de Santa Rita do Sapucaí. No outro dia, veio até nós a feliz resposta: “Sì! Sì! Sì!”

A Primeira Eucaristia de Gustavo

Gustavo era tão pequeno, tão frágil... Os meus dois filhos Gustavo e João, cabiam sentados, juntos, dentro de um carrinho de neném. Gustavo tinha muitos pontos em comum com Padre Pio: a reza diária do terço, a contemplação constante do menino Jesus de Praga, além do sofrimento físico permanente, devido ao seu estado de saúde. Por tudo isso, achamos que deveríamos promover o encontro dos dois, no dia 13 de outubro de 1967, em sua primeira comunhão.
A primeira Eucaristia de Gustavo.

Ficamos em frente ao altar. Quando tocou a sineta, surgiu Padre Pio, trôpego, andando com dificuldade sobre as chagas que trazia nos pés, sempre amparado pelos dois frades. De repente, os olhares dele e de Gustavo se cruzaram. Hoje, relembrando a cena, penso que poderia ter havido um diálogo espiritual entre eles.

“Padre Pio, vim receber Jesus pela primeira vez de suas mãos!”
“Filho, já te esperava há muito tempo. E hoje, no dia de Nossa Senhora de Fátima, selarás teu coração para Jesus!”

No momento de receber a Divina Hóstia, uma fotografia foi batida, imprimindo, com rara felicidade, os dois olhares. Padre Pio e Gustavo foram imortalizados, fixando os olhares num mesmo ponto: Jesus.

Após a missa, fomos com o Padre para a sacristia. Era mais um carinho divino. Padre Pio disse ao Gustavo:

“Ama Jesus, ama Padre Pio, ama seus pais, ama seus parentes e faz com que sua última comunhão seja tão pura e santa quanto a primeira.” E foi...

Um Sinal

Na volta ao Brasil, em dezembro de 1967, trouxemos uma bela imagem de São Miguel, feita de pedra da famosa gruta do Arcanjo, abençoada por Padre Pio. No dia 22 de setembro do ano seguinte, quando nos aproximamos da imagem para beijá-la, Maria Lúcia exclamou: “Que perfume de flor de laranjeira! A primavera está chegando!” No dia seguinte, soubemos, com grande dor, que Padre Pio tinha falecido. Quinze dias depois, ao recebermos a Revista dos Capuchinhos, lemos que, no momento de sua morte, o Santo exalara perfume de flor de laranjeira! Dez e meia da noite no Brasil, duas e meia da manhã de 23 de setembro de 1967 na Itália. Padre Pio entrava no céu!

(Trecho do livro “Quem é Padre Pio”. Texto de Manoel Victorino)
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DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."
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