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sábado, 4 de fevereiro de 2017

4 de fevereiro - Dia de São João de Brito

São João de Brito
1647-1693

SÃO JOÃO DE BRITO,MÁRTIR(+ MALABAR, ÍNDIA, 1693)

Seu pai, Salvador Pereira de Brito, foi governador-geral do Brasil, nomeado pelo rei D. João IV. São João de Brito ingressou na Companhia de Jesus e foi enviado como missionário às Índias, onde, após muitos anos de trabalhos apostólicos, sofreu o martírio.

Vida e martírio de São João de Brito

De uma das mais nobres famílias de Portugal, filho de um Governador Geral do Brasil, seguiu os passos de seu patrono, São Francisco Xavier, convertendo milhares à Fé de Cristo

Terceiro e último filho de D. Salvador Pereira de Brito e Dona Brites Pereira, João nasceu em Lisboa em 1º de março de 1647.

Era ainda muito menino quando seu pai foi mandado ao Brasil por D. João IV como governador do Rio de Janeiro, onde faleceu sem mais tornar a ver a família.

Coube assim a Dona Brites o ônus de educar os filhos. Ela o fez na escola do amor e do temor de Deus. João, o caçula, tendo que ir para a corte com a idade de nove anos, na qualidade de pajem do infante D. Pedro, graças à sua força de caráter e coração generoso ostentou sem respeito humano sua piedade entre seus companheiros de jogos e estudos. Nem sempre bem visto por isso, tornou-se objeto de chacota e injúrias da parte de condiscípulos, o que lhe mereceu o profético apelido de o mártir, que lhe deram na corte.

Impressionado com a vida de São Francisco Xavier, em relação a quem concebera terna devoção, João aspirou desde muito cedo a seguir seu exemplo, consagrando-se um dia ao apostolado na Índia.

Uma doença mortal parecia cercear ainda na raiz esses bons anelos. Mas Dona Brites não se deixou abater: prometeu ao Apóstolo das Índias que, se o filho recobrasse a saúde, vesti-lo-ia com o traje da Companhia de Jesus durante um ano. E foi ouvida.

Para o menino era um gozo acompanhar o infante na qualidade de pajem, assim vestido como seu patrono. Isso fez com que outro cognome lhe fosse dado: o de Apostolinho, pois os filhos de Santo Inácio, pelo seu zelo apostólico, eram em Portugal conhecidos como Apóstolos.

Noviço da Companhia de Jesus

João afeiçoou-se de tal maneira ao traje que usava, que não mais queria tirá-lo. Por isso, apenas completados os catorze anos, entrou para o noviciado jesuíta em Lisboa, apesar de todas as dificuldades que lhe opuseram na corte e família.

Animado de zelo apostólico, João de Brito entregou-se com ardor e sucesso ao estudo das belas-artes, filosofia e teologia, distinguindo-se também pela piedade e observância religiosa.

Durante o noviciado, seu desejo de seguir as pegadas de São Francisco Xavier somente aumentou. Por isso, implorou insistentemente a seu superior imediato, o Geral da Companhia, e ao rei que lhe concedessem essa graça. A mãe remexeu céus e terra para conservá-lo no reino. Mas a pertinácia de João de Brito em atender à inspiração divina levou a melhor, e ele, pouco depois de ordenado sacerdote, acompanhado de 17 outros missionários, partiu rumo ao destino tão almejado.

Conhecido como o Novo Xavier

João de Brito foi sempre muito devoto de São Francisco Xavier

A viagem foi feliz até as costas da Guiné, onde o navio ficou à mercê da calmaria, grassando uma epidemia a bordo. Embora também atingido, João de Brito dedicou-se com tanto empenho e amor aos empestados, que o cognominaram como o Novo Xavier. Ele implorou o auxílio do Apóstolo das Índias, e subitamente um vento promissor inflou novamente as lânguidas velas das caravelas portuguesas. No Cabo da Boa Esperança, bem justificando seu primeiro nome de Cabo das Tormentas, terrível tempestade pôs em risco o navio. Graças às orações de João de Brito a seu patrono, voltou a bonança, que os levou até às costas da Índia.

Na capital da Índia portuguesa, passageiros e tripulação apressaram-se em ir ao túmulo de São Francisco Xavier para agradecer seus favores. O Pe. Brito consagrou então seu apostolado a seu santo patrono, pedindo-lhe o zelo e ardor que necessitava para seu ministério.

Em Goa, enquanto esperava outro destino, o Pe. Brito dedicou-se à evangelização da parte mais abandonada da sociedade. Foi depois enviado para o colégio de Ambalacate, no sul da Índia, para o estudo das línguas locais.

A missão de Madurai, cheia de obstáculos.


A Companhia de Jesus na Índia dividia-se em duas províncias, uma mais ao norte, e outra ao sul. Desta segunda faziam parte as missões do Ceilão, Meliapor, Bisnaga, Golconda, Bengala, Madurai, Travancore, Zancovin e os “cristãos de São Tomé”.O Pe. Brito foi designado para a de Madurai, uma das mais difíceis. Esta “oferecia todas as dificuldades à evangelização, tanto por causa do clima ardente, das viagens através de areais, de pântanos, de bosques e de serras aspérrimas, como principalmente pela condição dos hindus e pelas suas idéias a respeito dos europeus”.

“Para vencer todos esses obstáculos, os missionários condenavam-se às mais cruéis privações: conforme o conselho de São Paulo, eles faziam de tudo a todos para ganhar esse mundo a Jesus Cristo: incorporavam-se às castas, observando suas leis para as levar às do Evangelho”.“ Conservando em tudo a pureza da doutrina cristã, procuraram amoldar-se ao caráter dos hindus, adotando os trajes, os costumes e o modo de viver dos ‘brâmanes saniassis’, espécie de religiosos letrados” indianos. 

Esse método fora introduzido no início do século XVII pelo Pe. Roberto De Nobili, também jesuíta, fundador dessa missão do Madurai. Analisado pela Santa Sé na época, devido à polêmica que suscitou com os missionários portugueses, acabou sendo aceito pela Santa Sé. O Papa Gregório XV, mediante a Bula Romanae Sedis de 31-1-1623, permitiu ao Pe. Roberto De Nobili prosseguir aplicando seu método de apostolado.

Entretanto, a polêmica sobre esse tema prosseguiu durante todo o século XVII e metade do século XVIII, com sucessivas intervenções da Santa Sé, terminando com a Constituição ApostólicaOmnium Sollicitudinum de 12-9-1724. Esta constituição, na linha de documentos anteriores, condenou o método do Pe. Nobili SJ, seguido até aquela data especialmente pelos jesuítas das missões de Madurai, Mysore e Carnate. Além da condenação, Bento XIV obrigou a todos que adotavam o mencionado método a um juramento de não mais praticá-lo, e cujo conteúdo era consubstanciado em 16 pontos.

O fato de São João de Brito ter adotado tal método não ofereceu dificuldade quanto à sua canonização:

1) porque durante sua vida este estava aprovado por uma bula pontifícia; 

2) ademais, o santo foi canonizado como mártir e não como confessor.

O Pe. João de Brito devotou-se de corpo e alma aos seus neófitos, obtendo em pouco tempo brilhante resultado, uma vez que “os prodígios mais surpreendentes de seu zelo davam a seu ministério uma maravilhosa eficiência: povoados inteiros de pagãos convertiam-se ao Evangelho, e formavam novas cristandades que rivalizavam em fervor com as antigas”.

Impressionados com esse sucesso e sobretudo pela fama de santidade do Pe. Brito, seus superiores confiaram-lhe toda a missão do Madurai.

Naquela época essa região era formada por vários reinos independentes, todos em estado de anarquia. Os brâmanes, como líderes religiosos da maioria da população, aproveitavam de seu grande ascendente para envenená-la contra os missionários cristãos –– que cada vez ganhavam mais terreno ––, perseguindo os neófitos. O Pe. Brito corria de um povoado a outro socorrendo os cristãos.

No ano de 1669, uma sangrenta perseguição quase aniquilou a cristandade do Maravá, uma das mais promissoras. Os que conseguiram escapar da morte ou exílio refugiaram-se nas florestas ou em cristandades vizinhas. Mas aos poucos, graças ao zelo dos neófitos e de alguns catequistas, aquele pequeno número foi novamente se reaglutinando, reafervorando, e até mesmo fazendo apostolado com os pagãos, o que suscitou nova perseguição em 1686. 

O Pe. Brito apressou-se a ir em socorro dos perseguidos, disposto a participar, se necessário, de sua sorte. Fortaleceu os tíbios, socorreu os doentes, administrou os sacramentos com tanto empenho e fruto, que chegou, em apenas dois meses, a receber na Igreja mais de dois mil pagãos. Isso lhe valeu a prisão com terríveis torturas. Só não recebeu o martírio nessa ocasião porque o Marajá do Maravá mandou libertá-lo e proibiu-o de pregar em seus Estados.

Procurador na Europa e visitador no Malabar

Pouco tempo depois, o provincial chamou-o a Portugal e a Roma para tratar de negócios da missão.

A fama do missionário o precedera, sendo ele recebido com entusiasmo na capital do reino. Todos disputavam sua presença. O rei D. Pedro II quis retê-lo a todo custo na corte como preceptor de seus filhos. Mas ele soube subtrair-se a todas as tentativas, inclusive a de fazê-lo arcebispo. Recolhendo também auxílio material para seus protegidos, empreendeu a viagem de volta ao seu campo de trabalho.

Depois de martirizado, os restos do Pe. Brito foram levados para Goa

O provincial mandou-o então visitar a província do Malabar.

Em 1691 o Pe. Brito voltou ao Maravá, apesar da perseguição dos brâmanes. Como seu patrono São Francisco Xavier, havia dias em que ficava com os braços quase inanimados de tanto administrar o batismo.

Entre esses novos conversos estava o príncipe Tariadevém, que involuntariamente seria causa de sua morte.

Para o receber na Igreja, João de Brito impôs como condição que ele escolhesse uma só esposa, afastando as demais. O generoso pagão o fez, repudiando as esposas secundárias. Uma delas era sobrinha do rajá do Maravá. Este, para “vingá-la”, não se atrevendo a fazer nada contra o príncipe, mandou saquear e queimar as igrejas cristãs e prender o missionário.

Depois de toda sorte de injúrias e maus tratos contra João de Brito, o tirano, a pedido do príncipe convertido, comutou a pena de morte do santo para a de exílio em terras de seu irmão. Mas a este mandou mensagem secreta de executar o missionário.

Na véspera de seu martírio, o qual ocorreu em 4 de fevereiro de 1693, escrevendo ao superior da missão, assim São João de Brito falava de sua morte: “Quando a culpa é virtude, o padecer é glória”.

Já no local do suplício, o jesuíta avançou para seus perseguidores e pediu-lhes somente alguns minutos para preparar-se para a morte. “Caiu imediatamente de joelhos e, a face voltada para o oriente, permaneceu como raptado em êxtase. Entrementes, uma multidão inumerável cercava o local; e, um pouco mais longe, permanecia um grupo de neófitos que quiseram seguir seu Pai até o fim de sua carreira. Todos, pagãos e cristãos, tinham os olhos fixos no homem de Deus, e confundidos num mesmo sentimento de admiração, pareciam respeitar, por um grande silêncio, a prece do mártir. 

Entretanto chegou o carrasco encarregado da execução, com uma cimitarra à mão. Não ousando interromper (o santo) em sua prece, maquinalmente tomou uma pedra aguda e começou a afiar sua arma. Um enviado do ministro apressou-o a cumprir suas ordens. 

O Pe. Brito então fez o Sinal da Cruz, levantou-se e, com o rosto resplandecente duma alegria divina, avançou para o carrasco, abraçando-o afetuosamente e dizendo-lhe:

- ‘Meu amigo, eu já rezei a meu Deus; fiz o que devia fazer; executa agora a ordem que te foi dada’”.

O carrasco, emocionado, teve que repetir vários golpes até decepar aquela cabeça venerável. Depois, segundo a ordem que havia recebido, decepou os pés e as mãos do mártir, prendeu-os à cabeça decepada e ao resto do tronco, colocando tudo no alto de um poste para que todos vissem.

O local do martírio ficou guardado por soldados, para impedir aos cristãos de pegarem as sagradas relíquias. Nas noites seguintes pairou sobre elas uma misteriosa luz. Depois surgiram umas feras que devoraram quase por completo os sagrados despojos, remanescendo algumas poucas relíquias que os cristãos enviaram ao Colégio São Paulo, de Goa.



Imediatamente o nome do mártir tornou-se objeto de veneração, e numerosos milagres foram operados por sua intercessão, o que levou o bem-aventurado Papa Pio IX a inscrevê-lo no rol dos Beatos, e ao Papa Pio XII a canonizá-lo em 22 de junho de 1947.

DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."
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Adriana. casada, tenho dois filhos e sou agraciada por fazer parte da família de Maria Santíssima e dos Sagrados Corações Unidos nas Aparições de Jacareí-SP-Brasil ao seu escolhido Marcos Tadeu Teixeira.