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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

30 de setembro - Dia de São Jerônimo Doutor da Igreja

(347-420)

É incontestável o grande débito que a cultura e os cristãos, de todos os tempos, têm com este santo de inteligência brilhante e temperamento intratável. Jerônimo nasceu em uma família muito rica na Dalmácia, hoje Croácia, no ano 347. Com a morte dos pais, herdou uma boa fortuna, que aplicou na realização de sua vocação para os estudos, pois tinha uma inteligência privilegiada. Viajou para Roma, onde procurou os melhores mestres de retórica e desfrutou a juventude com uma certa liberdade. Jerônimo estudou por toda a vida, viajando da Europa ao Oriente com sua biblioteca dos clássicos antigos, nos quais era formado e graduado doutor. 

Ele foi batizado pelo papa Libério, já com 25 anos de idade. Passando pela França, conheceu um monastério e decidiu retirar-se para vivenciar a experiência espiritual. Uma de suas características era o gosto pelas entregas radicais. Ficou muitos anos no deserto da Síria, praticando rigorosos jejuns e penitências, que quase o levaram à morte. Em 375, depois de uma doença, Jerônimo passou ao estudo da Bíblia com renovada paixão. Foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino, na Antioquia, em 379. Mas Jerônimo não tinha vocação pastoral e decidiu que seria um monge dedicado à reflexão, ao estudo e divulgação do cristianismo. 

Voltou para Roma em 382, chamado pelo papa Dâmaso, para ser seu secretário particular.Jerônimo foi incumbido de traduzir a Bíblia, do grego e do hebraico, para o latim. Nesse trabalho, dedicou quase toda sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia em latim chamou-se "Vulgata" e tornou-se oficial no Concílo de Trento. 

Romano de formação, Jerônimo era um enciclopédico. Sua obra literária revelou o filósofo, o retórico, o gramático, o dialético, capaz de escrever e pensar em latim, em grego, em hebraico, escritor de estilo rico, puro e eloqüente ao mesmo tempo. Dono de personalidade e temperamento fortíssimo, sua passagem despertava polêmicas ou entusiasmos. 

Devido a certas intrigas do meio romano, retirou-se para Belém(por volta do ano 386), onde viveu como um monge, continuando seus estudos e trabalhos bíblicos.Se instalou numa gruta, ao lado da gruta do nascimento de Nosso Senhor JESUS CRISTO.Para não ser esquecido, reaparecia, de vez em quando, com um novo livro. Suas violências verbais não perdoavam ninguém. Teve palavras duras para Ambrósio, Basílio e para com o próprio Agostinho. Mas sempre amenizava as intemperanças do seu caráter para que prevalecesse o direito espiritual.

Jerônimo era fantástico, consciente de suas próprias culpas e de seus limites, tinha total clareza de seus merecimentos. Ao escrever o livro "Homens ilustres", concluiu-o com um capítulo dedicado a ele mesmo. Morreu de velhice no ano 420, em 30 de setembro, em Belém. Foi declarado padroeiro dos estudos bíblicos e é celebrado no dia de sua morte.

ALGUMAS PARTICULARIDADES ,EM RELAÇÃO A VIDA DE SÃO JERÔNIMO



Na segunda metade do quarto século, enquanto nas Gálias surgiam dois grandes homens, Hilário e Martim, surgiam outros dois na África: Santo Optat, bispo de Mileva, e Agostinho, que acabara de nascer em Tagasta em 354. Ambrósio, futuro bispo de Milão, que deveria um dia receber Santo Agostinho na Igreja, tinha então quatorze anos, e estudava em Roma as línguas grega e latina. Nessa mesma ocasião, Roma viu chegar dos confins da Dalmácia e da Panônia, outro futuro doutor da Igreja, Jerônimo, nascido em cerca do ano de 331 de pais ricos e distintos.

Viera para identificar-se com a língua de Virgílio e de Cícero, sob a direção do orador Vitorino e de Terêncio. A Igreja tinha que sustentar acirradas lutas de doutrina, e a Providência suscitava-lhe por toda a parte grandes doutores.

Depois de ter estudado em Roma e viajado pelas Gálias, São Jerônimo permaneceu algum tempo na Aquiléia, e em seguida dirigiu-se a Antioquia em companhia do sacerdote Evrágio; de lá, retirou-se para um deserto, nos confins da Síria e da Arábia. Foram seus companheiros de retiro dois amigos, Inocêncio e Heliodoro e um escravo chamado Hilas.O sacerdote Evrágio, que era rico, forneceu-lhe tudo de quanto precisava, pagava escribas pára auxiliá-los nos estudos, que continuava a fazer, e remetia-lhe de Antioquia as cartas que lhe eram dirigidas de vários lugares. São Jerônimo perdeu dois de seus companheiros: Inocêncio morreu, Heliodoro não tardou a partir, prometendo retornar. O próprio santo sofre acometido por repetidas doenças e, o que ainda mais o fatigava, assaltado por violentas tentações impuras, que provinham da lembrança dos prazeres de Roma.

Como os jejuns e outras austeridades corporais não o libertassem, empreendeu, para dominar a imaginação, um estudo espinhoso: aprender a língua hebraica, sob a direção de um judeu convertido. Depois da leitura de Cícero e dos melhores autores latinos, era-lhe penoso voltar ao alfabeto, e exercitar-se nas aspirações e nas pronúncias difíceis. Muitas vezes abandonou o trabalho, irritado com as dificuldades; muitas vezes o retomou e finalmente adquiriu um profundo conhecimento daquela língua. (...)

Enquanto São Jerônimo assim entretinha, em Roma, juntamente com o amor à virgindade, o amor às letras sagradas, certo Helvídio, discípulo do ariano Auxêncio, escreveu um livro em que pretendia provar, pelas Escrituras, que a Santa Virgem, depois do nascimento de Nosso Senhor, tivera outros filhos com São José; e, passando à tese geral, sustentava que a virgindade não oferecia vantagens sobre o casamento. São Jerônimo, desdenhou durante algum tempo o tratado de Helvídio, tanto por causa da obscuridade do autor, dele desconhecido, embora ambos residissem em Roma, quanto por causa do escasso mérito da obra. Enfim, persuadido a refutá-la, mostrou claramente que nada há nas Escrituras a desfavor da crença estabelecida na Igreja de que Maria se conservou sempre virgem, tendo em São José apenas o guarda da sua virgindade. Sustenta mesmo que esse santo permaneceu virgem; enfim, enobrece a virgindade, sem reprovar o casamento.



Porém, embora erguendo tão alto a virgindade, a viuvez, e o celibato religioso, São Jerônimo nem por isso poupava as pessoas que, satisfeitas por fazerem a profissão exterior do citado estado, desejosas de serem respeitadas perante os homens, continuavam a viver, não somente no mundo, mas como do mundo. É uma prova disso a longa carta por ele enviada à virgem Eustóquia, que versa sobre a maneira de conservar a virgindade. Nela lamenta a queda cotidiana de tantas virgens, de tantas viúvas que, depois de terem professado, levam uma vida indolente e sensual, amantes do bom passadio e dos adornos, mostrando-se em público para atrair os olhares dos jovens e, mais tarde, para escapar à desonra do crime cometido, a ele acrescentam outros crimes sacrificando a criança ainda por nascer. Lamenta o escândalo dos agapetas, a praga daquelas virgens falsamente devotas, que deixavam irmãos para procurar estrangeiros, com eles ocupando a mesma casa, o mesmo quarto, e muitas vezes a mesma cama, e protestando que são caluniadas quando se tornam objeto de suspeita; mulheres sem casamento, concubinas de nova espécie, prostituídas a um só homem, e não virgens cristãs. (...)

Servindo-se de linguagem tão crua e tão severa, naturalmente São Jerônimo fazia muitos inimigos. Assim sendo, a princípio consideravam-no um santo, um homem ao mesmo tempo humilde e eloqüente; a cidade inteira estimava-o, julgava-o digno do soberano pontificado e atribuía-lhe tudo quando o Papa São Damaso fazia. Porém, quando se atreveu a verberar os vícios dos romanos, taxaram-no de patife impostor; os que lhe beijavam as mãos, achincalhavam-no por trás; censuravam-lhe até mesmo o andar, o riso, a expressão do rosto; a simplicidade que o marcava tornou-se suspeita. Nada o assustava, ao contrário, divertia-o. Então! Escrevia ele, por que não ousaria dizer o que os outros não se envergonham de fazer? Além do mais, de que falei com tão grande liberdade: descrevi, por acaso, os ídolos esculpidos na baixela dos festins: relembrei que no correr das refeições cristãs são oferecidos aos olhares das virgens os amplexos dos sátiros e das bacantes? Externei desgosto pelo fato de mendigos se tornarem ricos? Achei errado que enterrem aqueles de quem herdarão: por ter tido a desgraça de fazer uma observação, isto é, que as virgens de preferência deveriam conviver mais frequentemente com mulheres do que com homens, com isso ofendi a cidade inteira, todos me apontam. E julgais que nada mais direi?

Havia em Roma, entre outros, um indivíduo de nariz disforme e fala empolada, que se julgava belo homem e formoso espírito, Ora, esse homem tomava para si, pessoalmente, tudo quanto São Jerônimo dizia acerca de vícios e de extravagâncias, e se queixava a toda gente. Depois de tê-lo ridicularizado por assim se trair, Jerônimo acabou por dar-lhe este conselho: "Faze com que teu nariz desapareça do rosto, e de pois conserva a boca bem fechada; a esse preço poderão acreditar que és um belo homem e que sabes falar bem."



No mesmo ano de 385, em que Santo Agostinho se convertia em Milão, São Jerônimo deixava Roma para retornar ao Oriente. No momento de embarcar, em Porto, escreveu a Santa Asela uma carta na qual lhe comunicava as razões da sua partida: calúnias de invejoso, principalmente. Avistou-se, de passagem, com Santo Epifânio, na Ilha de Chipre, com Paulino em Antioquia, e encontrou em Alexandria um novo bispo, Teófilo, sucessor de Timóteo, que acabava de falecer. São Jerônimo foi à capital do Egito encontrar-se com um cego, o famoso Dídimo, e aprender com ele, embora já tivesse os cabelos brancos, e fosse considerado um dos mais sábios doutores da Igreja. Durante um mês inteiro expôs a Dídimo as dificuldades em relação às Escrituras, e foi a seu pedido que Dídimo compôs três volumes de comentários sobre Oséias, e cinco sobre Zacarias, a fim de suprir as lacunas deixadas por Orígenes.

Durante essa viagem, São Jerônimo visitou os mosteiros do Egito; em seguida, retornou à Palestina e retirou-se para Belém. Acreditavam que, depois de ter ouvido Dídimo, nada mais teria para aprender, mas ainda tomou como mestre um judeu que, mediante determinado salário, ia dar-lhe lições, à noite, temeroso dos outros judeus.Foi então que São Jerônimo resolveu explicar as Epístolas de São Paulo. Por esse tempo faleceu São Cirilo de Jerusalém, depois de ter sido muitas vezes expulso da sua igreja, e muitas vezes nela restabelecido, e de tê-la governado pacificamente durante oito anos, sob Teodósio. Teve por sucessor João, que praticara a vida monástica.

Uma das últimas tarefas de São Jerônimo, foi escrever contra a heresia de Pelágio. Esse inovador fora à Palestina e, encontrando o bispo João, de Jerusalém, em desacordo com o santo doutor, disse se aproveitou para depreciar este último, e assim mais facilmente espalhou a própria heresia. Paulo Oroso veio do Ocidente e apontou-a aos bispos, Num concílio de Jerusalém foi decidido que entregariam a questão ao Pontífice Romano. Noutro concílio, o de Dióspolis, Pelágio disfarça seus sentimentos e os condena de boca, a fim de infiltrá-los mais facilmente, de fato. Logo depois do concílio de Dióspolis, talvez mesmo durante o concílio, São Jerônimo publicou em três volumes o seu Diálogo entre um católico, a quem chama Ático, e um pelagiano, a quem chama Critóbulo. Emprega contra a nova heresia, abundantemente, as mesmas provas que Santo Agostinho, a quem cita na parte final, nos seguintes termos: "O santo e eloqüente bispo Agostinho escreve um há muito tempo, em Marcelino, dois livros sobre o batismo das crianças, contrários à vossa heresia; e um terceiro contra aqueles que dizem, tal como vis, que podemos ser isentos do pecado, se quisermos; e, há pouco tempo, um quarto, em Hilário. Dizem que escreve outros especialmente contra vós; mas ainda não chegaram às minhas mãos. É por isso que sou de opinião que devo interromper este trabalho; pois repetirei inutilmente as mesmas coisas, ou se pretendesse dizer novas, aquele brilhante espírito me anteciparia dizendo as melhores.

Não tardou que o caráter da heresia fosse percebido. Depois de iludir, como vimos, o concílio de Dióspolis, e julgando-se bastante forte sob a proteção de João, de Jerusalém, Pelágio resolveu vingar-se daqueles que na sua opinião mais se opunham às suas idéias. Enviou, pois, um bando de desordeiros a Jerusalém, atacar os servos e servas de Deus, que viviam sob a direção de São Jerônimo. Alguns deles foram espancados com bárbara crueldade; um diácono foi morto; os edifícios do mosteiro foram reduzidos a cinzas; e São Jerônimo só evitou os maus tratamentos daqueles ímpios, refugiando-se numa sólida torre. 

As virgens Eustóquia e Paula, sua sobrinha, mal puderam livrar-se do fogo e das armas que as ameaçavam, depois de terem visto os irmãos espancados ou mortos. Queixaram-se, assim como São Jerônimo, ao Papa Santo Inocêncio, sem contudo citar nomes. O Papa escreveu uma carta a Jerônimo, na qual assim se expressou: "Tocados pela narrativa de tantas atribulações, apressamo-nos a empunhar a autoridade do Trono Apostólico para reprimir qualquer espécie de atentados. Mas como ninguém foi citado ou acusado em vossas cartas, não sabemos a quem nos dirigir. Fizemos aquilo que está em nosso poder, isto é, lamentar vossos contratempos. Mas de depuserdes uma queixa precisa contra certo número de pessoas, darei juízes competentes, ou, se for possível, ordenarei pronto remédio. Contudo, escrevi a meu irmão, o Bispo João, recomendando-lhe que seja mais cuidadoso a fim de que semelhante desordem não mais se repita numa igreja que lhe foi confiada.



Essa carta é notável por quanto mostra a autoridade do Papa sobre toda a Igreja. Cabia-lhe o direito de nomear juízes na própria Palestina, e num caso criminal. Sua carta a João de Jerusalém é extremamente severa. Nela se refere às queixas que lhe foram dirigidas pelas virgens Eustóquia e Paula, sem contudo designar nem pessoas, nem motivos. Censura-lhe a negligência não prevenindo semelhante desordem. A possibilidade de tal atrocidade ser levada a efeito numa igreja condenava um pontífice. Censura-lhe a sua indiferença depois da ocorrência. "Onde estão vossas consolações para com aquelas que foram vítimas? Pois dizem que mais temem pelo futuro, do que sofreram no passado, Se me tivessem comunicado algo mais preciso sobre esse caso, eu falaria mais alto e agiria mais severamente."

O Bispo João faleceu algum tempo depois, no dia dez de janeiro de 417. Sucedera a São Cirilo e resistira ao cerco de Jerusalém durante mais de trinta anos. Seu sucessor foi Prayle, cujos costumes estavam de acordo com o seu nome, que significa doce. Resistiu ao cerco quase treze anos. O próprio São Jerônimo pouco sobreviveu a essa perseguição. Morreu em 30 de Setembro de 420, com a idade de noventa e um anos. Seu corpo, gasto pelos trabalhos, pelas austeridades, pelos anos e pelas moléstias, foi sepultado em Belém, na gruta pertencente ao seu mosteiro. Malgrado seu temperamento um pouco veemente, São Jerônimo foi um desses homens raros, e a simples enunciação do seu nome é mais expressiva do que qualquer elogio.

Mais tarde, seu corpo, transportado para Roma, foi colocado na Basílica de Santa Maria Maior.

A HISTÓRIA DO LEÃO E SÃO JERÔNIMO
Após a realização dos estudos de filosofia e retórica, Jerónimo deixou Roma e iniciou-se em teologia. Posteriormente, após uma visão, na qual Santo Agostinho se lhe terá revelado, decidiu dedicar a sua vida a Deus. Tornou-se então um eremita, tendo vivido mais de três anos errando pelo deserto Sírio. Mais tarde, quando se encontrava num mosteiro em Belém, os caminhos do santo ter-se-ão cruzado com os de um leão, que sofria devido a um espinho cravado numa pata. Não se intimidando, o santo conseguiu retirar o espinho, e assim aliviar o bicho. Este, tendo-lhe ficado grato, passou a acompanhá-lo.

Contam-se algumas estórias curiosas sobre o seu invulgar companheiro. Para espanto de todos, Jerónimo levou o leão para o mosteiro,onde é notório o pánico dos monges que correm desvairados pelas ruas. O leão viria a tornar-se guardião de um burro que lá trabalhava. Um dia, enquanto o seu protector dormia, o burro foi levado por um grupo de mercadores, que se encontravam em viagem. O leão passou então a desempenhar as tarefas do burro, até que o reconheceu numa caravana que passava. Interceptou os mercadores e levou-os até ao mosteiro. Estes pediram desculpas aos monges e devolveram o animal.

Mais tarde, Jerónimo foi investido pelo Papa Dâmaso I da árdua tarefa de tradução dos textos hebraicos e gregos para latim. O manuscrito resultante do seu trabalho de décadas é actualmente reconhecido pela Igreja Católica como a versão oficial da Bíblia. Viria a falecer no ano de 420, em Belém. Conta a lenda que o leão, qual fiel companheiro, esteve do seu lado até ao fim.

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São Jerônimo deixa a sua terra natal, a Dalmácia, e vai para Roma.

 
São Jerônimo estuda em Roma e é batizado.

 
São Jerônimo continua a estudar.

 
São Jerônimo vai para a Palestina.

 
São Jerônimo chega ao Oriente.

 
São Jerônimo conhece uns eremitas.

 
São Jerônimo decide-se a abraçar a vida monástica.

 
São Jerônimo reza enquanto o demônio tenta estorvá-lo fazendo-o ver várias moças que ele tinha conhecido.

 
São Jerônimo vê os céus a abrirem-se.

 
São Jerônimo aprende hebraico.

 
O demônio arranja livros heréticos a São Jerônimo.

 
São Jerônimo sonha que é castigado por Jesus Cristo por andar a ler aquelas bobagens.

 
São Jerônimo discute com uns hereges, que andam mas é instigados pelo demônio.

 
São Jerônimo é ordenado presbítero pelo bispo de Antioquia.

 
Aqui São Jerônimo, já velho, continua a estudar as Escrituras.

Fonte:

DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."
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