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sábado, 1 de abril de 2017

01 de abril - Dia de São Hugo de Grenoble


Nasceu em 1053, em Château-Neuf, Delfinado, diocese de Valença. Seu pai, chamado Odilon, bravo oficial, retirou-se na velhice para a grande Cartuxa, onde viveu ainda dezoito anos e morreu centenário

Nasceu em 1053, em Château-Neuf, Delfinado, diocese de Valença. Seu pai, chamado Odilon, bravo oficial, retirou-se na velhice para a grande Cartuxa, onde viveu ainda dezoito anos e morreu centenário, após ter recebido os últimos sacramentos das mãos de seu filho, nessa época, bispo.

A mãe desejava igualmente retirar-se para um mosteiro de religiosas. Mas como houvesse muitos poucos na província, praticou a regra monástica em sua própria casa, segundo os conselhos do santo filho, que a assistiu também na hora derradeira.

Ele amava os estudos e freqüentou escolas longínquas. Extrema modéstia, o preservava de todo o perigo. Era cônego de Valence, quando Hugo, bispo de Die e legado do Papa São Gregório VII para todas as Gálias, reconhecendo-lhe os méritos, o levou consigo, e dele se serviu utilmente na reforma do clero.

Em 1080, como o legado estivesse reunido em um grande concílio de Avinhão, os deputados da igreja de Grenoble vieram pedir-lhe um bispo. Sabendo que, Hugo de Valença era da confiança do legado, elegeram-no inânimente bispo. Mas Hugo recusou, considerando-se indigno e incapaz de tão grande cargo. O legado dissipou-lhe os temores, dizendo-lhe que em ocasiões semelhantes ninguém devia desconfiar da própria virtude, mas devia confiar em Deus. Vencido por tais encorajamentos e pelos do concílio, aceitou, por fim, a eleição. Todavia, não quis receber a sagração das mãos do arcebispo de Viena, acusado de simonia e acompanhou o legado a Roma, para ser sagrado pelas mãos do Papa.

Durante o tempo em que esperava pelo dia da sagração episcopal, o espírito das trevas o tentou a proferir blasfêmias contra Deus, tentação que lhe durou a vida toda, com mais ou menos violência.

Abriu o coração ao legado, que o aconselhou a se dirigir ao Papa pessoalmente. São Gregório VII, que possuía grande experiência nesses assuntos, lembrou-lhe que o Senhor repreende e castiga aqueles a quem ama e flagela os filhos a quem dedica afeição. Quanto mais, pois lhe flagelava o coração, mais se tornava evidente seu amor paternal. Além do mais, o diabo já pressentia algumas perdas que iria experimentar e que vantagens tiraria disso o povo de Deus. Era por isso que empregava todos os esforços de sua velha malícia para demovê-lo do propósito de aceitar o santo ministério, coisa que Deus permitia, para confusão e pena do tentador e para glória do servidor fiel.

Essas exortações do santo Papa o encorajavam de tal forma, que a mesma tentação que quase o havia levado ao desespero, torna-se para ele motivo de confiança.

Alguns dias após, recebeu a sagração episcopal do santo Pontífice que lhe testemunhou durante todo o tempo, uma afeição tão particular, que ninguém duvidava de que já conhecesse quais as graças especiais que Deus comunicaria ao novo bispo. A condessa Matilde, tida na igreja católica como a profetisa Débora, entre o povo de Israel, forneceu tudo quanto era necessário para a sagração, e acrescentou ainda algumas obras de Santo Ambrósio e de Santo Agostinho. Ela o honrou durante toda a sua vida como um verdadeiro servidor de Deus, cujos conselhos e orações reclamava.

Chegando a Grenoble, São Hugo encontrou um povo indócil e ignorante, um clero simoníaco, sacerdotes escandalosos, leigos usurários e usurpadores dos bens da igreja. Era um vasto campo para seu zelo. Trabalhou com coragem no sentido de acabar com tais escândalos. Mas, o fruto não correspondia aos seus esforços. Deixou, então, o bispado, após dois anos e retirou-se para o mosteiro de La Chaise-Dieu, onde tomou o hábito de monge. Lá ficou apenas um ano, pois o Papa Gregório VII, sabendo de sua retirada lhe ordenou voltasse à sua igreja e não preferisse o repouso à salvação das almas das quais estava incumbido. Hugo obedeceu. Mas conservou o resto da vida, no episcopado, o amor e a prática da vida religiosa.

Não fazia ainda três anos que havia voltado, quando teve um sonho misterioso. Parecia-lhe que Deus construía uma habitação em um deserto de sua diocese e que sete estrelas lhe indicavam o caminho. Pelo mesmo tempo, viu chegarem à sua presença sete homens que procuravam um lugar apropriado para a vida solitária. Eram São Bruno e seus companheiros. São Hugo reconheceu neles as sete estrelas e os conduziu à solidão da Cartuxa, a mesma que havia visto em sonho. Foi em 1084. Construíram lá o mosteiro, que existe ainda no primeiro fervor.

O santo bispo de Grenoble não tinha consolo maior que ir frequentemente à Cartuxa, edificar-se com a vida santa que levavam aqueles piedosos solitários. Mas estes se edificavam ainda mais com a humildade dele em confessar tristeza por não poder praticar as mesmas austeridades. Esse santo bispo vivia com eles, como se fosse o último deles. Seu fervor fazia-o esquecer sua dignidade e se entregando aos serviços mais humildes, em favor daquele que habitava a mesma cela. É necessário explicar que nessa época, no começo, os cartuxos costumavam habitar dois a mesma cela. Seu companheiro se queixou a São Bruno, visto que Hugo queria servir-lhe de criado. Mas o santo bispo não dava ouvidos senão à humildade e sentia-se honrado com poder servir os servidores de Deus.

São Bruno tomava às vezes a liberdade de o enviar à igreja. "Vai às tuas ovelhas, dizia-lhe que elas tem necessidade de ti. Dá-lhes o que deves dar-lhes." O santo bispo obedecia a Bruno como a um superior e após ter passado algum tempo com seu povo, retomava à solidão. Queria vender todos os cavalos e fazer, em seguida, a visita a toda a diocese a pé. Mas São Bruno nada lhe disse, com receio de que, com isso, parecesse estar condenando os demais bispos, e que ele mesmo estivesse procurando vanglória. Hugo não fez o que pretendia, mas sua humildade fê-lo rejeitar tudo quanto acreditava não ser pertinente à sua dignidade. A modéstia exterior respondia às virtudes que escondia no coração, das quais era fiel guardiã.

Esse santo bispo guardava os olhos com tanta discrição, que após cinqüenta anos de episcopado, não conhecia senão uma mulher, de rosto. Embora tivesse falado a uma infinidade de outras mulheres, jamais detivera a olhar alguma delas. Para não dar a mínima oportunidade à malícia da maledicência, não confessava as mulheres a não ser de dia e em lugar em que pudesse ser visto, porque a caridade pelos pecadores lhe atraía grande número de penitentes. Ele os escutava com grande paciência, e as lágrimas que derramava, ouvindo-os inspiravam salutar arrependimento.

Apesar dos males quase contínuos do estômago, e da cabeça que o afligiram durante quarenta anos, não cessou de pregar a palavra de Deus ao povo. Mas não procurava, em absoluto, dizer o que podia causar-lhe aplausos dos ouvintes. Propunha-se apenas instruí-los e comovê-los, o que conseguia com êxito, pois, após o sermão, grande número de pecadores o procuravam para confessar-se. Alguns chegavam a confessar publicamente os pecados, Depois de São Bruno, São Hugo foi como que o pai dos cartuxos. Estabeleceu uma ordem, proibindo às mulheres passarem pelos terrenos desses religiosos, a fim de que elas não lhe perturbassem a solidão. Isso foi em Julho de 1084.

Quanto mais o bispo de Grenoble se mostrava santo, mais defendia a Igreja romana. Em 1106, o imperador Henrique V procurou, com violências, arrancar ao Papa Pascoal II um privilégio injusto. Os bispos da província de Vienne, movidos pelo santo colega de Grenoble, excomungaram-no publicamente, em um concílio. Essa atitude era tanto mais corajosa, dado que Vienne, por causa do reino de Borgonha, pertencia a Henrique e seus embaixadores se encontravam no concílio com cartas favoráveis do Papa.

Em 1124, ocupou o trono da Santa Sé Honório II. São Hugo lhe enviou emissários para lhe rogaram permissão de abandonar o bispado de Grenoble. Esse desejo, que tinha desde o começo do episcopado, durou-lhe toda a vida. Mas, aumentou-lhe com o decorrer dos anos e da enfermidade. O santo ancião considerava-se um servidor inútil, que ocupava o lugar do bispo, recebendo as honras e rendas a ele inerentes, mas sem ter o mérito, nem desempenhar-lhes as funções. 

O Papa Honório nem considerou seu pedido e mandou de volta os emissários com cartas de consolação, nas quais o encorajava a perseverar. São Hugo não desanimou. Foi a Roma e rogou insistentemente ao Papa qie lhe permitisse terminar sua vida em paz e que desse um pastor melhor à igreja de Grenoble. Mas o Papa continuou convencido de que pela autoridade, pelo bom exemplo, seria mais útil ao rebanho do que um outro. Concedeu-lhe, então, tudo quanto pediu, consolou-o da melhor maneira possível e o enviou de volta.

São Hugo justificou bem o julgamento do Papa. Vimos com que coragem o bispo de Grenoble excomungava seu próprio soberano, o imperador Henrique V, quando este aprisionou o Papa Pascoal II, para arrancar-lhe as investiduras. Os anos não enfraqueceram o vigor episcopal. Após a eleição do Papa Inocêncio II e antes que seus núncios chegassem à França para condenarem o cisma do Antipapa, o santo bispo de Grenoble se dirigiu a Puy em Velai, com outros bispos, não obstante as doenças de sua idade avançada - tinha setenta e oito anos - Sabia com certeza que Pedro de Léon não fora eleito Papa por seu mérito, mas pelo prestígio da família e pela violência. Foi por isso que não considerou as bons serviços que Pedro e seu pai lhe haviam prestado em outros tempos. Mas, não tendo em vista senão a justiça e o bem da igreja, excomungou-o nesse concílio, com os demais bispos, como cismático. E essa excomunhão foi de grande peso, dada a autoridade de São Hugo.

Francisco Zurbarán, São Hugo , no refeitório dos
cartuxos, 1655. Museu das Belas Artes de Sevilha

A excomunhão do Antipapa Anacleto foi a última atitude memorável do santo bispo de Grenoble. As doenças aumentaram de dia para dia e o obrigaram a permanecer na cama durante muito tempo, antes de morrer. Perdeu por completo a memória de todas as coisas temporais que havia feito ou visto no mundo. Mas, por um prodígio bem grande, não esqueceu nada do que se relacionava com o serviço de Deus e recitava todos os dias de cor os salmos com os clérigos.

Os monges de Calais, mosteiro que havia fundado, foram até ele, para servi-lo durante a enfermidade. E julgaram-se muito bem pagos dos serviços prestados, com o exemplo edificante recebido. Quanto Hugo percebia que a doença lhe havia arrancado algumas palavras de impaciência, se acusava chorando e ordenava aos que o serviam lhe impusessem disciplina. Mas, como pensavam não deverem obedecer-lhe, desfazia-se em lágrimas e recitava repetidas vezes o confiteor, para pedir perdão a Deus. Hugo fez com que os cartuxos escrevessem ao Papa Inocêncio II a respeito do triste estado em que se encontrava. Obteve, então, licença para nomear seu substituto no bispado de Grenoble, um santo religioso da Cartuxa, chamado também Hugo. Após o que, não desejou mais nada na terra e não tardou em ir unir-se ao Criador. Morreu no dia 1 de Abril de 1132, com mais e oitenta anos.

O Papa Inocêncio II, sabendo da vida edificante e da santa morte de Hugo, colocou-o entre os santos e deu ordens a Guigues, prior da Cartuxa, de escrever-lhe a vida. Foi o que ordenou pela seguinte carta, que podemos considerar como o decreto de sua canonização:

"Inocêncio, bispo servidor dos servidores de Deus, saúda seu queridíssimo filho Guigues, prior da Cartuxa, e lhe dá a benção apostólica.

Para corresponder aos benefícios de Deus, rendemos graças, de início, à sua majestade, ao sabermos da santa vida do bem-aventurado Hugo e dos milagres que se operam por sua intercessão. Em seguida, após ter consultado os arcebispos, bispos e cardeais e outras pessoas que estão conosco, ordenamos que fosse honrado como santo e que seja comemorado o dia de sua morte. Mas, como tendes exato conhecimento de sua vida e dos milagres, ordenamo-vos, pela autoridade de São Pedro e pela nossa, que escrevais o que sabeis, para que o clero os leia ao povo e este se edifique e mereça obter a remissão de pecados pela intercessão do santo bispo. Rezamos por vós e damos nossa benção aos queridos filhos cartuxos.

Com efeito Guigues escreveu a vida de São Hugo e a dedicou ao Papa Inocêncio II. Ninguém era mais instruído do que esse piedoso escritor, porque vivera longo tempo com São Hugo e era seu amigo particular.

DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."
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