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domingo, 19 de novembro de 2017

19 de novembro - Dia de Santa Inês (Agnese) de Assis

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SANTA INÊS DE ASSIS

A vida de Santa Inês de Assis, irmã de Santa Clara nos é quase desconhecida... Ela, no entanto, teve um papel relevante na história clariana, aderiu de coração e alma ao carisma de pobreza e sororidade, sendo a primeira vocacionada à vida da Ordem das Clarissas, depois da fundadora, Clara de Assis. Pode, com certeza, ser considerada como cofundadora, por sua dedicada colaboração. Foi quem mais partilhou com Clara o ideal evangélico; é um protótipo autêntico e acabado da Irmã Pobre, um modelo e um exemplo de vida para a clarissa hoje. A Igreja venera-a como santa e sua festa é celebrada no dia 19 de novembro. Talvez algumas notícias históricas, fruto de sérias pesquisas, nos ajudem a conhecê-la melhor. Nasceu em Assis em 1196-1197. Segunda filha de Favarone de Ofreduccio e da Bem-aventurada Ortolana, ambos da nobreza da Úmbria, teve mais uma irmã, chamada Beatriz, também clarissa beatificada, que morreu a 25 de janeiro de 1260 e que teria nascido por volta de 1199. Seu nome de batismo era Catarina (Catherina), como resultado da influência de uma viagem de Ortolana à Terra Santa, passando pelo famoso mosteiro de Santa Catarina de Alexandria, no Monte Sinai, cujos ossos guardados na igreja atraíam peregrinos que desembarcavam no porto egípcio de Damieta e prosseguiam viagem, passando pelo Sinai e posteriormente por Gaza, rumo à terra de Jesus Cristo. Esta mesma devoção inspirou também o nome de muitos mosteiros do início da Ordem de Santa Clara, e era, além disso, um nome muito comum entre as mulheres da época medieval. A infância e adolescência de Catarina foram vividas no palácio da família na praça da catedral de São Rufino, em Assis, com breves estadias de veraneio no castelo de Coresano, no caminho de Gúbio, que pertencia aos cavaleiros nobres de Ofreduccio. Residiu com a família em Perusa como refugiados, num certo período de anos, durante a guerra que se desenrolava em Assis entre o povo em revolta contra o domínio do Imperador e contra os Feudatários. Juntamente com Clara e Beatriz, foi educada santamente pela mãe Ortolana, partilhando dos sentimentos de Clara e desejando, como ela consagrar-se somente a Deus. Clara mesma rezou por sua irmã, suplicando para ela o dom da mesma vocação. Sua personalidade foi se delineando entre as aspirações ao poder e prestígio da nobre família, que se enfileira na guerra a favor dos perusinos contra a cidade natal, e os exemplos de devoção e de virtudes que vê em sua mãezinha e em sua irmã mais velha, Clara. “Com ela vive em concórdia e afinidade de alma” e há entre elas um maravilhoso afeto mútuo que tornará dolorosa a separação, quando Clara deixa a família para seguir o ideal evangélico de Francisco no caminha da altíssima pobreza.
Das Fontes clariana e franciscanas conhecemos como Clara, entre as primícias que oferecia a Deus, com todo os sentimentos do coração, pedia com maior intensidade que aquela concórdia e afinidade de alma que tivera no mundo com a irmã se tornasse agora união de vontade entre elas no serviço de Deus. Reza com insistência ao Pai das misericórdias, e sua oração é atendida. Eis que uma luz inunda o coração de Inês, mostrando-lhe a belíssima realidade de um amor divino livre e soberano que domina em sua jovem vida e torna-se tudo.



Santa Inês de Assis foi a segunda depois de Clara na Ordem das Clarissas, iniciando sua vida consagrada a Deus com apenas catorze anos. Sua fuga de casa ocorreu dezesseis dias depois de Clara ter abandonado a família, e foi encontrá-la na igreja de Santo Ângelo de Panço, nas encostas do Monte Subásio, perto de Assis, onde vivia um pequeno grupo de mulheres numa vida de penitência evangélica, mas sem seguir nenhuma regra. Eram provavelmente chamadas Beguinas. Neste mesmo lugar, os parentes tentaram fazê-la retornar, mas ela resistiu firmemente, com a ajuda da oração de Clara. Este local, na verdade, não tinha a segurança do direito de asilo. Se tivesse, como o mosteiro de São Paulo das Abadessas, na confluência dos rios Tescio e Chiascio, mais distante de Assis, Abadia de monjas beneditinas, em que Clara estivera anteriormente, e de onde seus parentes desistiram de tirá-la depois que tocou as toalhas do altar, apelando para o direito de asilo, que poderia resultar em excomunhão para quem o violasse, Inês estaria protegida. As duas irmãs seguiam os passos de Cristo na Igreja de Santo Angelo quando se desencadeia o ataque dos parentes que, com violência tentam levar Catarina, enquanto Clara, pondo-se a rezar com lágrimas, implora que seja dada à irmã firmeza de propósito. Repentinamente os cavaleiros, com todos os seus esforços, não conseguem mais levantá-la do solo. O tio Monaldo mesmo, que oprimido pela raiva queria atingi-la com um golpe mortal, tomado de uma dor atroz na mão erguida para golpeá-la, foi constrangido a desistir de uma tal luta e a afastar-se com seus soldados, com amargura pelo insucesso. A Legenda de Santa Clara narra com vivacidade este fato, exaltando a sua convicção firme e a confiança na oração de sua irmã. Depois desta luta, São Francisco cortou pessoalmente os seus cabelos e mudou seu nome Catarina para Inês, recordando a firmeza de opção que lembrava a virgem e mártir romana, Santa Inês, depois que ela, pelo “inocente Cordeiro Jesus Cristo, imolado por nossa salvação, fortemente resistiu e virilmente combateu”. São Francisco mesmo a orientou no caminho do Senhor. Conduziu-as, então, na companhia de Frei Bernardo e Frei Felipe, para o pequeno e pobre mosteiro que reconstruíra alguns anos antes, São Damião, onde logo chegaram outras companheiras, das quais um número significativo seria de bem-aventuradas, tornando São Damião um lugar perfumado de santidade. Aqui, Inês aprende de Clara a afastar da mente todo rumor, para poder aderir unicamente às profundidades do mistério de Deus. Não teme abraçar as penas, as fadigas, as privações da pobreza e acolhe tudo com alegria, na entrega ao Esposo. Seguindo o mesmo caminho da irmã, ama contemplar Cristo Pobre e Crucificado. Recebeu graças grandiosas na contemplação e, numa certa ocasião, Santa Clara a teria visto ser coroada três vezes por um anjo, enquanto permanecia suspensa no ar. Confessando a sua irmã o que se passara, narrou que pensava devotamente na bondade e paciência de Deus, como e quando todos os dias se deixa ofender pelos pecadores. Meditava, condoendo-se e compadecendo-se. Refletia sobre o inefável amor que Jesus tem pelos pecadores e como, por sua salvação, sofreu a Paixão e a Morte. Além disso, meditava sobre as almas do purgatório, que não podem por si mesmas alcançar alívio. 



A Crônica dos primeiros vinte e quatro Gerais da Ordem dos Frades Menores conservou uma pequena narrativa biográfica de Santa Inês, descrevendo sua fidelidade e assiduidade à oração. Pela tradição temos presente que possuía uma terna e afetuosa devoção ao Menino Jesus e ao Crucificado. A tradição narra que ficou marcada com um sinal no rosto, devido a um beijo do Menino Jesus. Fazia penitências ásperas, mortificações penosas e jejuns rigorosos. Era de um temperamento dócil, delicado, tranqüilo. Caridosa e terna, era cheia de solicitude pelas irmãs que sofriam. Era prudente e madura, testemunho de constância e fidelidade ao compromisso assumido no albor de sua juventude, no desabrochar de seus verdes anos oferecidos ao Senhor. Em 1221, dez anos depois dos inícios de São Damião, Inês foi enviada a Florença, juntamente com Irmã Giácoma, que também havia ingressado em São Damião. Não se conhece com precisão a data de sua chegada a Monticeli e diversas são as afirmações. Sabemos com certeza que ainda estava em São Damião em 1220, pela exata datação de uma carta do Cardeal Hugolino que, escrevendo a Clara, saúda a irmã, que evidentemente estava ali presente. Irmã Chiara Lúcia Garzônio, clarissa do mosteiro de Santa Inês de Florença, grande estudiosa , é propensa a datar a partida de Inês em torno de 1221, como resulta da Crônica do mesmo mosteiro de Monticeli, redigida em 1649, mas que se baseava em documentos precedentes, posteriormente perdidos, e onde se diz que passando por Florença “Francisco mesmo prometeu enviar Inês de Assis às irmãs florentinas”. Também a Crônica dos XXIV Gerais refere o fato de que Inês “foi mandada pelo bem-aventurado Francisco como abadessa em Florença, onde... com o exemplo da santidade de sua vida e com a sua palavra doce e persuasiva, plena de amor de Deus, fervente no desprezo do mundo, plantou naquele mosteiro, como desejava Santa Clara, a observância da pobreza evangélica”. A confirmação mais segura desta data nos vem dos documentos da fundação do mosteiro de Santa Maria de Santo Apolinário, em Milão, que ocorreu em 1222, para a qual é enviada Irmã Giácoma, explicitamente chamada “companheira de Inês, irmã de Clara”. Esta separação de Clara e das irmãs foi para ela na verdade uma prova muito dura. Assim o expressa numa carta escrita logo depois da chegada a Florença. É a única que se conserva, infelizmente, pois se presume que a correspondência tenha continuado posteriormente. Nesta carta, expõe toda a dor pela qual passa, por estar separada das irmãs que tanto ama e com quem pensou que viveria por toda a sua vida. Entretanto, fala também da alegria que experimentou pelo acolhimento carinhoso das novas irmãs e de como se surpreendeu pelo espírito de obediência e docilidade que demonstram para consigo. Acena brevemente ao fato do Papa ter acedido aos seus pedidos e pede que as irmãs roguem ao Frei Elias que as visite com freqüência para consolá-las no Senhor. Inês e Giácoma chegaram poucos meses antes do Natal de 1221, sendo recebidas pelos Frades Menores, já presentes numa comunidade nas proximidades de Florença, na igreja de Santa Maria em São Galo. Este mosteiro de Monticeli, à margem esquerda do rio Arno, sobre as colinas de Florença, tinha como abadessa, desde 1219 por bula de Honório III, uma jovem irmã clarissa de família nobre, chamada Advegnente de Albizzo de Amadei, e não distava muito da comunidade de Frades Menores. Advegnente, com algumas companheiras (Boaventura, Giovanela, Lucia, Cristina), iniciara uma vida pobre no estilo de São Damião a 25 de março de1218, quando o próprio Francisco de Assis, passando por Florença, consagrou-as na Igreja de Santa Maria, na localidade de São Galo e, em seguida, foram acompanhadas a Monticeli pelo benfeitor dos Frades, Guido de Volto del’Arco e sua esposa Bernardesca, onde deram início oficial à vida clariana. Em Monticeli, a igreja e o mosteiro haviam sido construídos com a aprovação do Cardeal Hugolino e a generosa doação do casal Teresa (Sassa) e Forese Merguilese Belicuzi, que inclusive mandaram fundir um sino, onde deixaram gravada a data e o nome do casal, para perpetuar a memória da doação. A 19 de março de 1217, na presença do Bispo de Florença, Monsenhor Giovani Veletri e do delegado oficial do Cardeal Hugolino, Belinguiero Gerolami, foi ratificado o documento de doação do terreno. Estavam presentes Advegnente e suas companheiras, que já residiam na igreja de Santa Maria do Santo Sepulcro, em Florença, à espera das luzes de Deus e da possibilidade de iniciar a vida pobre e penitente das clarissas, tendo por modelo o mosteiro de São Damião de Assis. A 27 de março de 1219 a fundação fora aprovada oficialmente pelo Papa Honório III, que concedeu também o Privilégio da Pobreza à comunidade nascente. Procuravam aproximar-se em tudo, o mais possível, do ideal evangélico vivido em São Damião de Assis, e tinham na pessoa de Clara uma referência contínua. Através dos Frades Menores eram instruídas e introduzidas no caminho do seguimento de Jesus Cristo em pobreza e humildade. Solicitaram então, a conselho do próprio Francisco e dos Frades, a presença de irmãs do próprio mosteiro de São Damião, que ao menos temporariamente as orientassem no espírito da Ordem. E foi assim que Inês e Giácoma foram enviadas por Clara e Francisco a Florença. Logo ao chegar, em 1221, Inês assumiu os cuidados da comunidade, como abadessa, sendo uma presença discreta e acolhedora, materna, sensível, cultivando em sua irmãs o autêntico espírito da vivência das Irmãs Pobres. Todas lhe prestaram obediência com cortesia e reverência, sendo-lhe dóceis e dedicadas e disso Inês ficou sumamente admirada e edificada. 


Em 1222, na primavera (entre março e junho), o Cardeal Hugolino visitou pessoalmente as irmãs e os frades de Florença. Queria que Inês fosse a Milão para realizar outra fundação, mas como estivesse há tão pouco tempo na direção e cuidado das Irmãs, a escolha recaiu sobre Giácoma, que viera com ela de Assis e que tinha bem presente o espírito das Irmãs Pobres. Giácoma partiu para Milão com Fiora e mais duas irmãs de Florença, sendo que o mosteiro ficou concluído em novembro de 1224, junto à igreja de Santa Maria de Santo Apolinário, perto de um canal de águas, lugar de neblinas constantes. Giácoma permaneceu oficialmente como abadessa em Milão até 1228, entretanto seu nome consta no elenco de irmãs até 1236, sendo abadessa nesta época Irmã Belvésia. 

Em 1235, na primavera, após a Páscoa, passou por Florença Irmã Iluminata de Assis. Chamava-se Grazia, filha de messer Giovani Renaro de Assis, do mosteiro de São Damião, que havia ingressado depois da partida de Inês. Dirigia-se a Mântua, para auxiliar numa nova fundação, juntamente com Irmã Ana, também de Assis. Frei Leão Perego, ministro provincial da Lombardia, pedira a presença das damianitas em Mântua, numa comunidade de mulheres reunidas em Tieto, numa localidade chamada Miliarino, para seguir a Forma de Vida das Irmãs Pobres. Com a aprovação do Cardeal Hugolino, agora Papa Gregório IX, Clara decidira, então, enviar também Inês a Mântua, com algumas irmãs de São Damião e de Florença. Ainda no ano de 1235 chegaram a Mântua Inês, Iluminata, Ana, Andrea e Madalena. O mosteiro fora adaptado numa antiga construção, com o apoio dos Frades Menores e do benfeitor Zambonino de Rufino, que doou o terreno e, posteriormente, a 17 de março de 1242, após a morte da esposa, renovou sua doação à abadessa do mosteiro já ereto canonicamente, Irmã Iluminata. Irmã Ana de Assis recebeu mais uma missão: partiu de Mântua para Veneza, para dar auxílio a uma comunidade de Clarissas, não se tem certeza se em 1237 ou depois de 1242. E Santa Inês retornou a Florença justamente num período entre estas datas, pelo que resulta das pesquisas. Neste tempo era abadessa em Monticeli novamente Advegnente, que morreria nesta fundação de Florença no ano de 1259, deixando um belíssimo exemplo de santidade e testemunho de vida evangélica e amor à Ordem. As fundações de Veneza, Pádua, Milão e várias outras cidades teriam reclamado a presença de Inês para orientá-las, e houve mesmo quem a tivesse colocado aí, em narrativas bem posteriores. Mas historicamente, até onde podemos hoje chegar através de investigações e pesquisas rigorosamente comprovadas, apenas Florença e Mântua tiveram esse privilégio de ter a orientação da santa irmã de Clara. 

Em Monticeli de Florença, Inês conheceu uma jovem chamada Humiliana de Cerdi, que desejou muito ingressar no mosteiro das Clarissas, mas por vontade dos parentes teve de se casar aos 15 anos. Nas enormes dificuldades e sofrimentos, encontrava força nos diálogos com Santa Inês, que se tornou sua orientadora espiritual. Por conselho de Frei Miguel, Humiliana ingressou na Ordem Terceira Franciscana. Levou uma vida santa, teve duas filhas e ficou viúva com menos de vinte anos. Morreu em 1246 e foi a primeira Santa de Florença, da Ordem Franciscana. Somente em 1253, perto da morte de Santa Clara, Inês retorna a Assis. Ali, continua profundamente unida a Advegnente e à comunidade de Florença. Numa situação oportuna, solicita do Papa Inocêncio IV a confirmação do Privilégio da Pobreza para o mosteiro de Florença. Em data de 26 de maio de 1253, de Assis, endereçada ao Cardeal Reinaldo, o Papa confia em proteção solícita a ele mesmo e a seus sucessores o mosteiro de Monticeli, até que a abadessa e as irmãs mantivessem o propósito de nada possuir além de Deus. Através da Crônica dos XXIV Gerais, de 1300, sabemos que Inês morreu em São Damião, a 27 de agosto de 1253, dezesseis dias após a morte de Clara. Tinha cerca de cinqüenta e seis anos de idade. Da legenda de Santa Clara sabemos da promessa que Clara, ao morrer, fez a irmã que lhe estava bem próxima: “Agrada a Deus, irmã caríssima, que eu parta; mas tu, deixa de chorar, porque logo virás ao Senhor atrás de mim e, antes que eu me separe de ti, será concedida pelo Senhor uma grande consolação”. Realmente, poucos dias depois, Inês, chamada às núpcias do Cordeiro, seguiu a irmã Clara na alegria celeste. Na ocasião da morte de Inês, a multidão da cidade de Assis acorreu ao mosteiro, aclamando-a como santa. Ao subirem pela ponte levadiça do mosteiro, houve um acidente, devido ao excesso de peso, em que muitas pessoas ficaram feridas na queda. Entretanto, como primeiro sinal de suas virtudes sobrenaturais e de sua santidade, ao ser invocada, curou milagrosamente seus ferimentos. Assim, confirmou-se para a população a certeza de sua santidade, depois ratificada pela Igreja. Inês foi solenemente canonizada a 15 de abril de 1752, pelo Papa Benedito XIV. Foi sepultada inicialmente na cripta ao lado da capela, no mosteiro de São Damião. Em 1260 seu corpo foi inumado e transportado para junto do túmulo de Santa Clara, na Basílica, dentro dos muros de Assis, quando as Clarissas se transferiram para o novo mosteiro, sob a direção da Bem-aventurada Benedita de Assis, abadessa das Irmãs Pobres. Ali repousa, juntamente com Ortolana e outras irmãs que haviam morrido antes da transferência das primeiras Clarissas para o Protomosteiro de Assis e que foram com ela transportadas para dentro dos muros de Assis. São dezesseis as Clarissas Bem-aventuradas, dentre as primeiras damianitas, além de Santa Clara e de Santa Inês, incluídas Ortolona e Beatriz, como riquíssimo fruto da árvore fecunda que brotou no campo da Igreja, a Ordem das Clarissas. Depois do Oitavo Centenário do nascimento de Santa Clara, olhamos agora para o “primeiro rebento” da Plantinha de Francisco, para aprender dela aquela concórdia e afinidade de alma que tornou-se união de vontade no serviço de Deus, e com ela gozarmos da Cruz de Cristo, colocando-nos também nós na escola de Clara, discípula e pedagoga, candelabro de santidade que refulge diante do tabernáculo de Senhor.









Breve biografia





Santa Inês (Agnese) de Assis (1197-1253) - Festa: 19 de novembro


Segunda filha de Ortolana e Favarone de Offreduccio, irmã de Santa Clara e da bem-aventurada Beatriz. Nasceu no ano de 1197, em Assis e no batismo recebeu o nome de Catarina. Residiu com a família em Perusa durante os anos 1200 a 1204. Em 1211, logo depois de Clara, deixou tudo para servir a Deus, enfrentando corajosamente o assalto dos parentes que queriam obrigá-la a retornar. Mais tarde, em 1221, partiu para Florença, onde exerceu a função de Abadessa no Mosteiro Monticeli. Colaborou na fundação de Mântua em 1235, juntamente com Irmã Iluminata de Assis e algumas irmãs de Florença. Mais tarde retornou a Monticeli, e depois novamente a Assis, provavelmente no ano da morte de Santa Clara. Morreu a 27 de agosto de 1253, dezesseis dias após sua santa irmã.



Interessante







O corpo de santa Inês de Assis, irmã de Santa Clara, foi primeiro sepultado no Mosteiro de São Damião, na cripta sob a capela. Em 1260, quando as Irmãs transferiram-se para o Protomosteiro, dentro dos muros de Assis, junto à Basílica de Santa Clara, levaram-no, e também os restos mortais de Hortolana e de outras irmãs, sepultando-os com solenidade sob um altar, ao lado da antiga igreja de São Jorge. Entre as relíquias conservadas no Protomosteiro, conserva-se o crânio de Santa Inês de Assis.





Iconografia




















































Santa Inês e Santa Clara de Assis





Santa Inês, Santa Clara e a Bem-aventurada Ortolana


DEFESA DAS APARIÇÕES DE JACAREI

DEFESA ÀS APARIÇÕES DE JACAREÍ


(FEITA POR UM PEREGRINO, AO CONTEMPLAR UM VÍDEO FALANDO MAL DAS MESMAS CITADAS ACIMA, E SOBRE A CARTINHA DO BISPO DA ÉPOCA, ALEGANDO QUE AS APARIÇÕES NÃO ERAM VERDADEIRAS)


NÃO SEI QUEM FEZ MAS PRA MIM ESSA PESSOA MERECIA UMA MEDALHA DE HONRA DE NOSSA SENHORA POR ESTA BELA DEFESA

"Quando você diz que devemos dar ouvidos ao que os padres dizem a respeito das aparições de Jacareí, corre em um ledo engano, pois, a “opinião pessoal” deles é que não pode ser elevado ao nível de “dogma de fé”. As cartas de Dom Nelson são muito citadas pelos que latem que estas Sagradas Aparições são falsas. Portanto, mister se faz alguns esclarecimentos. Há duas cartas oficiais onde este indigitado bispo trata da matéria “aparições”. Uma primeira, publicada em 1996, enquanto o mesmo ainda era bispo de São José dos Campos (diocese a qual pertence Jacareí). Nesta, não há menção alguma ao nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, muito menos, excomunhão, há somente algumas orientações pastorais. A segunda, publicada em 2007 e republicada em 2011, realmente traz explicitamente o nome do Profeta Marcos Tadeu Teixeira, porém, nesta, a palavra “excomunhão” é sequer mencionada.

Ainda há um probleminha com esta segunda carta. O dito bispo (certamente pela providência de Nossa Senhora) foi transferido para a diocese de Santo André/SP em 2003, e, observem, a segunda carta publicada por ele ocorreu no ano de 2007, quando já havia deixado de ter jurisdição eclesiástica sobre a cidade de Jacareí. Portanto, o mesmo, ao editar esta carta, violou a jurisdição eclesiástica conferida a ele pela Igreja, e, ainda, violentou gravemente a autoridade de Dom Moacir, então, bispo da Diocese de São José dos Campos, que, se quisesse, poderia ter criado o maior caso com isso, pois Dom Nelson desrespeitou frontalmente e atropelou sua autoridade eclesiástica, uma verdadeira afronta. Então eu lhes pergunto, vocês ainda vão dar credibilidade a um documento irregular e eivado de vícios como esse?

Vale lembrar, que não é obrigatório seguir estas cartas circulares dos bispos. Não há heresia nem cisma nisso. Um católico somente pode ser acusado de cismático ou herege se atentar contra os Dogmas de Fé. Que eu saiba, carta circular de bispo não é Dogma de Fé. Como a primeira carta de Dom Nelson não condena as Aparições de Jacareí, e a segunda está irregular, pode-se dizer que não pesa condenação oficial e regular da Igreja sobre estas Santas Aparições. Além do mais, até o presente momento, Dom José Valmor, que atualmente tem jurisdição eclesiástica sobre Jacareí, não fez pronunciamento oficial sobre as mesmas. Documento oficial onde o Profeta Marcos foi excomungado, também é inexistente, portanto, qualquer informação que diga o contrário é fruto de pura “fofoca”.

Ressalto que em Jacareí, realmente, não damos tanta importância aos documentos do Vaticano. O que nós realmente valorizamos é a doutrina que nos foi transmitida pelos santos, como Santo Afonso, São Luiz, Santa Teresa, São João da Cruz, etc... Outro adendo que gostaria de acrescentar, diz respeito ao fato da obrigatoriedade ou não das Sagradas Mensagens Celestiais. A orientação predominante entre os teólogos católicos, de que não é obrigatório seguir as Aparições de Nossa Senhora, se funda em meras opiniões pessoais de alguns clérigos a respeito do assunto. Esta orientação não tem o caráter da infalibilidade papal e muito menos é um Dogma de Fé. Realmente, o catecismo atual traz algo nesse sentido, mas vale lembrar que o mesmo não recebeu o caráter da infalibilidade pelo Concílio Vaticano II. Bem ao contrário do Santo Catecismo do Concílio de Trento. Este sim, recebeu o caráter de infalível. Ocorre que nossa amada Igreja há muito se transviou de uma tradição bíblica milenar, através da qual o “Deus dos Exércitos” sempre manifestou sua vontade ao povo de Israel por meio de suas aparições aos profetas (mesmo fenômeno que ocorre com o, também, profeta Marcos Tadeu, pois os fenômenos miraculosos e de aparições que ocorrem naquele Santuário, são da mesma espécie dos verificados na Sagrada Bíblia).

Ora, nos tempos bíblicos não era através dos fariseus, saduceus, príncipes e doutores da lei (a Igreja oficial da época) que Deus dava as suas diretrizes ao povo eleito, mas sim, através dos profetas, em outras palavras, dos videntes. Nos primórdios do cristianismo, também ocorria assim, pois, a própria origem da nossa amada Igreja se funda nas “aparições” de Jesus aos apóstolos e discípulos. Então, por que esta tradição bíblica foi quebra? Será que é porque as aparições aos profetas cessaram? Errado, pois nos últimos 100 anos ocorreram mais de 1000 aparições de Nossa Senhora, dos santos e anjos, e até de Deus.
A pergunta correta é, por que o clero tenta abafar isso, pois grande parte, senão todas, destas aparições também foram acompanhadas de sinais miraculosos, como, curas inexplicáveis pela ciência, sinais na natureza, etc... Se Deus usava deste expediente nos tempos bíblicos, certamente deveria continuar a usá-lo nos tempos do catolicismo, pois uma grande verdade que a Teologia professa é que Deus é imutável. Não citarei as passagens bíblicas onde Deus manifesta sua vontade através dos videntes/profetas, pois se assim fizesse, teria que citar a Bíblia inteira, pois a própria formação e ensinamentos nela transmitidos se dão por este meio. Gostaria apenas de citar um pequeno exemplo de qual atitude deveremos tomar frente às Aparições de Jacareí, tomando por base a Bíblia. Saulo, quando se dirigia à cidade de Damasco e Jesus lhe “aparece” exclama: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 9, 6). Naquela ocasião, Jesus disse a ele para procurar os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! O ordenou que entrasse na cidade de Damasco e ali lhe seria dito o que deveria fazer. Beleza. E quem Deus enviou para Saulo? Os fariseus e saduceus (a Igreja oficial da época)? Não! Mas Ananias, um vidente. Como eu sei que Ananias era um vidente? As Sagradas Escrituras nos contam que foi uma aparição de Jesus que disse para ele ir procurar Saulo. É só conferir At 9, 10-16ss.

Outro exemplo foi Judas Iscariotes; este preferiu errar com a Igreja oficial da época (lembra né, fariseus e saduceus) que acertar sem ela. Bom... Errou mesmo! E segundo alguns santos místicos, como Maria de Ágreda, sua alma se encontra no inferno. Assim, a posição teológica defendida pela maioria dos teólogos atuais, de que as aparições não são obrigatórias, falando em termos de estudo teológico da atualidade, é perfeitamente passível de questionamento, e, inclusive, daria uma boa tese de doutoramento. É um posicionamento que pode ser mudado. Não é Dogma de Fé. Gostaria de finalizar este ponto dizendo o seguinte. Jesus tolerou para sempre aquela Igreja oficial da época (o judaísmo) que rejeitou o projeto que suas aparições aos Apóstolos (que também eram videntes) propunha? Claro que não!!! Por causa disso, Deus se retirou do meio daquela Igreja e passou a habitar no meio dos seus videntes, os apóstolos e discípulos, e, assim, surgiu a nossa amada Igreja Católica (Mt 21, 39-45).

Não é objetivo do Profeta Marcos Tadeu, nem de sua Ordem e muito menos de nós, a Milícia da Paz (formada por todos os fiéis seguidores daquele Santuário) provocar um cisma na Igreja. Nós apenas denunciamos os erros (prerrogativa esta, conferida aos leigos pelo próprio Concílio Vaticano II), lutamos para que a devoção a Nossa Senhora, aos santos e anjos seja colocada em seu devido lugar, e que as suas mensagens, e as dos demais santos, e até as de Deus, seja acolhida como nos tempos Bíblicos, pois acreditamos que se isto não for feito, irá se abater gigantescos cataclismos sobre a Terra, de uma tal magnitude que nunca houve, nem jamais haverá. Acreditamos que esta “palavra de Deus” transmitida nas aparições é o caminho e a única forma de salvar o mundo, e qualquer obra, ou pessoa, que ensine ou faça diferente do que elas dizem, é desprezada por nós. O motivo para isto é muito simples. Desde tempos remotos, as Aparições de Nossa Senhora (inclusive as não aprovadas pela Igreja) vêm dizendo o que aconteceria ao mundo se esta “palavra de Deus” não fosse obedecida. Resultado, tudo o que elas disseram, em um passado remoto, está se cumprindo na atualidade. Então, não há outra conclusão a se fazer, a não ser admitir que elas eram verdadeiras, e que o clero errou. Aliás, o histórico de erro do clero é algo realmente interessante. Basta citar a condenação que pesou durante 20 anos sobre as Santas Aparições de Jesus Misericordioso à Santa Faustina, e não foi por um “bispozinho” qualquer. Foi pelo próprio papa da época. Se não fosse a atuação do então Cardeal Karol Józef Wojtyła, futuro Papa João Paulo II, estas aparições estariam condenadas até os tempos atuais, e, certamente, você seria um grande opositor delas, não é? Infelizmente, como atualmente o número de Cardeais, e clérigos em geral, com este nível de espiritualidade é praticamente nulo... tadinha das aparições... snif. Praticamente nenhum deles entende de Teologia Mística, o estudo apropriado para se avaliar as aparições e estudá-las.

Além do mais, as aparições de La Salette, Lourdes e Fátima, para quem conhece mais a fundo sua história, verá que elas na verdade não foram aceitas pelo clero. Muito pelo contrário, este as combateu com todas as suas forças. Na realidade, o que ocorreu, é que os fiéis praticamente as fizeram descer goela abaixo na garganta do clero, de tal modo, que eles não tiveram outra opção a não ser aprová-las. E, mesmo nestas que foram aprovadas, o estrago que o clero fez é algo incomensurável. Não as divulgou como deveria; se o corpo incorrupto de Santa Bernadete estivesse no Santuário de Lourdes iria converter milhões de fiéis, no entanto está praticamente escondido no convento de Nevers; o corpo incorrupto de Santa Jacinta foi escondido dos fiéis; a esmagadora maioria dos vaticanistas da Itália é de acordo que, até hoje, o terceiro segredo de Fátima não foi revelado em sua integralidade; a consagração da Rússia não foi feita como Nossa Senhora pediu até os dias atuais, etc... E isso, só para citar os danos que me vem à mente neste momento.

No Santuário das Aparições de Jacareí, o Profeta Marcos está resgatando tudo aquilo que a Igreja e a sociedade tanto se esforçaram para extinguir, os escapulários, medalhas, mensagens, enfim, a salvação do mundo que Nossa Senhora nos revelou e ofereceu com tanto amor ao longo de suas aparições na história. Sem dúvida, lá está se cumprido a passagem da Escritura na qual se diz: “Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas...” Mt 13,52 É uma nova aparição que resgata todas, até as mais antigas. Portanto, se ainda quiserem seguir a doutrina da cabeça deste cara de que não precisamos de aparições, o problema é de vocês. Aliás, se formos pensar bem, porquê Deus, Nossa Senhora os anjos e os santos apareceriam, né? Afinal de contas, nosso mundo está uma verdadeira maravilha, não é? Não temos problemas de droga, prostituição, corrupção, degradação moral, depressão, decadência da Igreja, violência, roubos, assassinatos, guerras, miséria..., todos os sacerdotes são verdadeiros Serafins de santidade, enfim, o Vaticano está dando conta do recado... Só não está apresentando um desempenho melhor devido a um “pequeno” probleminha de tráfico de influência entre os altos clérigos, desvio de verbas do banco do Vaticano, looby gay entre os padres, pedofilia generalizada, um papa progressista e comunista..., mas, afinal de contas, são probleminhas fáceis de serem solucionados, né? É... Em um mundo maravilhoso e em ótimo funcionamento como esse, realmente não entendo o motivo de tantas aparições..."
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Adriana. casada, tenho dois filhos e sou agraciada por fazer parte da família de Maria Santíssima e dos Sagrados Corações Unidos nas Aparições de Jacareí-SP-Brasil ao seu escolhido Marcos Tadeu Teixeira.